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quinta-feira, 3 de março de 2011

FUNCIONÁRIOS E PASSAGEIROS RECLAMAM DA FALTA DE ONIBUS


Em todas as capitais do Brasil, ao desembarcar no aeroporto, você tem como opção transporte coletivo para levá-lo a qualquer ponto da cidade. Em Manaus o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes foge a essa regra por incompetência das autoridades do setor. Caso você tenha a infeliz idéia de chegar, via aérea, a Manaus e usar como meio de transporte o ônibus de linha regular não perca tempo, sugiro que pegue um taxi.

No dia 26 de fevereiro levei ao aeroporto alguns amigos que iam viajar para Belém, ao retornar para o estacionamento meu carro teve problemas mecânicos e me aventurei a ir até o centro da cidade de ônibus. Quando cheguei ao local da parada me informaram que ela (a parada de ônibus) havia sido deslocada do lado esquerdo para o lado direito do estacionamento, do outro lado da pista. Durante o trajeto que fazia para o local, caiu uma chuva torrencial e eu não tinha onde me abrigar. A solução foi sair correndo, na tentativa de chegar ao abrigo da parada; molhado esperei mais de 60 minutos até que o bendito ônibus da linha 306 chegou. Feliz, pensei com meus botões: ‘moro em Santo Antonio, desço na parada do Olímpico Clube, na Constantino Nery, e pego um taxi para casa, em seguida peço para o meu filho buscar o latinha (nome carinhoso que dei ao meu velho gol)’.

Enfim, dentro do coletivo, mas ao chegarmos em frente à fábrica Philips, a chuva engrossou e inesperadamente o ônibus deu pane, naquele momento não sabia se sorria, esbravejava, saltava do ônibus em meio à chuva, ou se iniciava um protesto contra o descaso do transporte público em Manaus. Por fim, conversando com o motorista do coletivo contei minha saga e ele me disse, sorrindo, que tinha um amigo que possuía um guincho: ‘se o senhor autorizar ele pode ir buscar o seu carro’. Imediatamente ligamos e minutos depois o meu caro estava sendo guinchado para a oficina.

A pergunta que fica é a seguinte: será que é com essa estrutura que queremos ser sub-sede da Copa do Mundo? Nossos governantes devem acreditar que os turistas que virão para Manaus, acostumados a viajar para outros países, gostariam de ter somente taxi como meio de transporte.

Por: Paulo Onofre Lopes de Castro

Jornalista (MTb 467)

quarta-feira, 2 de março de 2011

TERMINAL PESQUEIRO PRESTES A DESABAR

O Terminal Pesqueiro, que custou
R$ 14 milhões aos cofres público...
...está prestes a desabar, em função das
fortes chuvas, por falta de vontade política.

Início do ano de 2005, quando o então prefeito Serafim Correa informava a população de Manaus, de forma entusiasmada que finalmente o sonho dos amazonenses, em ter um Terminal Pesqueiro, seria realizado uma vez que a prefeitura de Manaus e o Ministério do Transporte haviam assinado um convênio que assegurava o aporte de R$ 14 milhões e que este terminal seria entregue à população em setembro de 2006.

Na época, o então prefeito enfatizava que a forma como estava sendo comercializado o pescado era improvisada e precária, tendo em vista que milhares de toneladas de peixe eram jogadas diariamente às margens do rio. Para evitar esse desperdício Serafim afirmou que, com Terminal Pesqueiro, isso não acontecera mais. A medida vai evitar que os urubus frequentem a área se tornem um grande perigo aos moradores da adjacência, podendo causar enormes prejuízos à Aeronáutica, que controla o Aeroporto de Ponta Pelada, que fica próximo à localidade. Serafim encerrou o mandato e o tal terminal não foi entregue à população.

Quando Amazonino Mendes substituiu o ex-prefeito, prometeu entregar o Terminal Pesqueiro dentro de seis meses. Estamos entrando no terceiro ano de seu mandato, ou seja, 27 meses de administração e até agora a obra continua paralisada. O mais grave é que o prédio, construído onde estão instaladas as câmaras frigoríficas, corre o risco de ruir face ás fortes chuvas que tem se encarregado de causar erosão no barranco ao lado do galpão do terminal.

Onde está o Ministério Público Estadual (MPE) e a Câmara Municipal de Manaus (CMM), que não criou uma comissão para verificar in-loco o problema? Será que estão esperando o prédio do ‘terminal’ desabar para fazer uma vistoria ao local? Não esqueçam senhores vereadores, que o dinheiro gasto nesta obra é dinheiro público e que vocês foram eleitos para fiscalizar a aplicação destes recursos.

Por: Paulo Onofre Lopes de Castro

Jornalista (MTb 467)

terça-feira, 1 de março de 2011

Manifesto contra a dengue



MUTIRÃO MANAUS/AM

Seguindo o exemplo dos moradores do Conjunto Santos Dumont, onde a população, exercendo a sua mais ampla cidadania, se uniu e partiu para o combate ao Aedes Aegypti, estamos lançando a toda sociedade, este Manifesto no sentido de combater essa praga de forma decisiva.

Toda a cidade de Manaus se uniu literalmente, em todos os bairros, em todas as casas os moradores se deram as mãos e foram pra cima contra a doença, antes que a mesma se tornar um fator epidêmico.

Também a união de todas as entidades, ongs, associações de classe e comunitárias, foram importantes para realizar o trabalho que denominei de “Operação no Golfo do Mosquito”, para que a dengue seja banida do calendário sanitário, e Manaus possa oferecer ao povo um ambiente salutar à saúde da população.

Cada bairro por meio de sua entidade comunitária estabeleceu reunião emergencial com os moradores e saíram para o duelo com o mosquito mortífero, criando comissões de ataque aos focos da doença, e entrando em ação, indo de casa em casa, fazendo o saneamento preventivo, virando pneus, vasos, telhas, vasilhames, e etc., como também encaminhando possíveis pessoas que apresentem sintomas da doença.

O Governo Federal e Estadual, A FVS e a imprensa, demais instituições, somaram nesse Mutirão contra a Dengue, implantando práticas medicinais cabíveis, no sentido de nocautear de vez o terrível mosquito que de maneira crescente está infectando nossa gente e já ceifou algumas vidas preciosas em Manaus e no interior do Amazonas, tudo o que foi feito ainda e muito pouco se medidas preventivas não forem permanentes.

Ou o Amazonas se junta contra os milhares de mosquitos da dengue, ou ela crescerá e matará milhares de amazonenses.

Toda Manaus, todos os municípios, todas as pessoas unidas contra o mosquito Aedes Aegypiti, e venceremos a doença, assim como o povo se uniu e pôs pra fora o ditador epidêmico do Egito.

Por: Alexandre Otto,

Publicitário e Escritor

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Manaus sem memória

O Cabaré Chinelo que já foi símbolo de poder dos 'barões
da borracha', entregue aos ratos e mosquitos da dengue...
... e o prédio do IAPETEC, o primeiro 'arranha-céu' da cidade, sinônimo de
orgulho das famílias amazonenses, precisa de reforma urgente para não ruir.

Foi ali nas imediações da rua Frei José dos Inocentes, próximo da menor via do mundo, a Rua Taqueirinha, que nasceu Manaus, há mais de três séculos.
E é ali, que está situado o primeiro arranha-céu da nossa “Cidade Risonha”: o IAPETEC, parecendo até que o espaço, nascedouro da capital do Amazonas, hoje está em total abandono, haja vista que temos ao lado o Palácio Rio Branco, outrora sede da prefeitura, o Paço da Liberdade, e na outra esquina o saudoso cabaré Chinelo, também conhecido como Hotel Cassina, tão bem decantado em samba pelo saudoso compositor Aníbal Augusto Correia Ferro de Madureira Beça, nosso querido e inesquecível poeta, prêmio Nestlé de Literatura. É bom saber, que o ilustre vate, pela extensão de seu nome heróico, mais parece descender de família nobre ligada à monarquia, devendo ser algum barão do Amazonas, assim como o grande poeta brasileiro Luiz de Sá Bacelar, descendente do governador geral Mem Sá, que é visconde, segundo as armas do seu ex-libris.
Pois bem, toda essa fantástica nomenclatura encontra-se esquecida, tanto quanto os prédios históricos do centro de Manaus. O IAPETEC, que foi sinônimo de orgulho, onde as famílias amazonenses abastadas residiam, hoje precisa de reforma urgente para não ruir; a velha prefeitura, encalhou na sua reforma; o Cabaré Chinelo, é um refúgio de ratazanas que troteiam escorbuto pelas alamedas da Praça; e o Palácio Rio Branco, com belíssima estatuária de bronze, que foi recuperado há pouco tempo, parece totalmente isolado ao descaso.
Os políticos de Manaus sofrem de amnésia, sofridamente incultos e beócios, lhes faltam o mínimo discernimento civilizador e cultural para, pelo menos, minimizar a incúria do abandono memorial porque passa nossa cidade. Infelizmente nós contribuintes ainda pagamos o pato, diante de tanta alienação. Os vereadores, com algumas exceções, preocupam-se em cuidar de Manaus, mas são a minoria, os demais estão preocupados em fazer conchavos com o Prefeito objetivando garantir suas reeleições. Sugerimos fazerem um curso ‘mobralino’ (uma alusão ao antigo Mobral) de ‘arqueopáleosocioantropológia’ (um pouco de arqueologia, paleontologia, sociologia e antropologia), para terem conteúdo estrutural urbano, e poderem tornar-se legisladores. Aliás, a maioria destes mentecaptos políticos, investem na política com o objetivo ficar rico. A maioria não sabe o que é municipalidade. Pois se soubessem, não deixariam Manaus sem memória. Ou eles, que ainda são tão jovens, devem estar sofrendo do Mal de Alzheimer.
Por: Paulo Onofre Lopes de Castro
Jornalista (MTb 467)

Cieps municipais para a cidade de Manaus

Cieps (Centros Integrados de Educação Pública)...
...do pedetista Leonel Brizola quando governador do Rio

Inspirado nos Cieps (Centros Integrados de Educação Pública) do pedetista Leonel Brizola quando governador do Rio, idéia oriunda do cientista social Darci Ribeiro, intelectual mundialmente reconhecido, é que faço aqui, neste Blog comedor de jacaré, um solicitação a quem de direito, para a implementação dos citados, nas escolas da rede municipal de Manaus.

A idéia será apropriada porque a fome ainda grasna nesta cidade, sede da Copa de 2014. É notório que criança que não come, não desenvolve o cérebro dentro das possibilidades do Homo Sapiens. É bom saber, amigos internautas, que se não tivéssemos uma boa alimentação de carne e legumes cozidos, nós ainda estaríamos saltando de galho em galho no alto das árvores, como ainda fazem nossos primos símios, digo parente, exatamente porque querendo ou não querendo, nós humanos somos também primatas, diz a zoologia.

Explico: o alimento cozido, tanto a carne como outros alimentos, de mais fácil digestão, o estômago e intestinos não precisam de tanto sangue para digerir o bolo alimentar, sobrando desse modo mais sangue que alimenta o cérebro permitindo a potencialização dos neurônios. Foi assim que nasceu o Homem de Crô Magnon, o Homo Afarensis, etc.

Daí a importância e urgência dos Cieps Municipais, levando às crianças pobres de Manaus, o ensino, mas também o pão de cada dia, principalmente para os milhares de menores excluídos, que mal têm o que comer.

A sugestão é que os Cieps sejam inicialmente implementados para atender preferencialmente crianças que estudem nas escolas municipais do 1º ao 4º ano (antigo primário), e que os bairros a serem beneficiados se localizem na Zona Leste, onde se concentra a população mais pobre de nossa capital, socorrendo essas nossas crianças que já roem o pão que o diabo amassou.

Estas escolas funcionariam como um chapéu protetor para as crianças, que hoje estudam pela manhã ou à tarde, durante o período em que ficam ociosas perambulando pelas ruas do bairro onde moram e passam a ser uma presa fácil dos aliciadores de menores. O município se mostra omisso ao problema porque ainda não criou mecanismos para solucionar este problema que tanto aflige as famílias de baixa renda em nossa capital.

Esses mártires infantis são tão pequenos para carregar o pesado fardo do abandono de uma sociedade de terceiro mundo - onde o contribuinte paga imposto de primeiro mundo - e quase nada recebe em troca, haja vista que o Estado é ausente, oferecendo péssimos serviços de segurança, saúde, educação, etc. O governo estadual já está fazendo a sua parte com a implementação de oito escolas, salvo engano, de tempo integral.

Como diria o Américo Madrugada frequentador do bar do Armando e de outros botecos da velha Manaus, “Mazoca, entra para história desta cidade sendo o primeiro Prefeito a implementar escolas em tempo integral para as nossas crianças!”.

E tem mais, o Cieps não é paliativo, é solução. Alô Prefeito. Vamos educar e alimentar nossas crianças, evitando assim que no futuro quando adultas sem perspectivas, face à baixa escolaridade, tenham que invadir terrenos às margens dos igarapés ou encostas e ter que ouvir de outro governante exaltado ruminar seu ódio pelos pobres pedindo que eles MORRAM. Isto não faz lembrar o personagem dos programas humorísticos do Chico Anísio, o Deputado corrupto Justo Veríssimo que quando lhe perguntavam sobre os pobres ele respondia de pronto: “quero que eles se explodam”.

Por: Paulo Onofre Lopes de Castro

Jornalista (MTb 467)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Informamos que as lideranças das comunidades paraenses residentes em Manaus, farão uma reunião dia 24.02 do corrente às 20:00 horas no restaurante Canto do Peixe, à rua Ferreira Pena c/ com a Japurá, para discutir sobre a ação judicial que esses marajoaras irão impetrar contra o prefeito Amazonino Mendes, que além de agredir com palavras mortíferas a uma pobre mãe moradora da área de risco de desabamento, com expressões desequilibradas e insólitas, exatamente: “ Então, morra, morra!”, também agrediu o vizinho Estado do Pará e sua boa gente paraense.

O disparate proferido pelo prefeito de Manaus Amazonino Mendes, contra essa migrante paraense, atingiu também seus conterraneos aqui radicados (e são quase 300.000 pessoas). No próximo dia 05.03,2011 (sábado) ás 10:00 horas na Av. Eduardo Ribeiro com a Av. Sete de Setembro, será realizado um ato publico contra este ditador de barranco. Para este evento foi convidada a Senadora Marinor Brito, PSOL/PA.

Paulo Onofre

e-mail: paulo onofre53@hotmail.com
www.blogpaulonofre.blogspot.com
(92)9615-1175

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Manifesto de repúdio ao prefeito Amazonino


Em toda a história universal, nem tiranos déspotas como Nero, Calígula, Cômodo, Napoleão, ou figuras mais recentes tidas como psicopatas, dentre os quais Idi Amim Dada, Papa Doc e Bokassa, tiveram entre as suas mais absurdas proezas esquizofrênicas, coragem para desafiar e enxovalhar a população, isto é, seus súditos. Nunca nenhum político, teve coragem para enfrentar o povo, nem um seu representante, pois dele é que emana todo o poder, como assim diz a Constituição.

A história da humanidade ensina que só duas figuras insólitas e acéfalas, tiveram torpe coragem de fazer isso: Fernando Collor de Melo e Amazonino Mendes. O primeiro quando bloqueou e confiscou o dinheiro do povo brasileiro, e o segundo quando inospitamente desejou a morte de uma sofrida mãe de família paraense. Fato insólito publicado na mídia impressa e televisionada onde, em destaque, irrompe a ira do prefeito praguejando contra uma mãezinha natural do vizinho Estado do Pará, a expressão débil: “Então morra, morra”.

Não é assim, prefeito, que se trata uma cidadã mãe de família, que é tão importante para a sociedade, como a presidente Dilma é importante para o novo Brasil que está nascendo potência emergente.

Caia em si. Reflita. Vossa Excelência errou, e errou feio. Além do mais, o prefeito de Manaus, superou em idiossincrasia e desequilíbrio, os citados tiranos acima. Peça desculpas em público a esta senhora e a todas as mães amazonenses, paraenses..., aliás, os nossos vizinhos irmãos, possuem elevado amor cívico às coisas da bela terra marajoara.

Amazonino feriu de morte, a Constituição Federal que estabelece no Art. 3º - inciso 4º, que são objetivos da República Federativa do Brasil ‘promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade ou qualquer outra forma de discriminação’.

Num gesto de misericórdia, pedimos à Câmara Municipal de Manaus (CMM), que vote pelo seu impeachment, porque Vossa Excelência necessita de tratamento neural intensivo, e o povo manauara não pode ser cobaia de um governante explicitamente desequilibrado.

Que os vereadores, fiscais baluartes da legalidade e dos bons costumes, votem contra o senil comportamento do prefeito de Manaus, que além de ser agressor do povo manauara, também redondamente bizarro agrediu o altaneiro povo do Pará, e os mais de 300 mil paraenses que moram em Manaus.

Paulo Onofre Lopes de Castro

Membro da Comissão Executiva do PDT no Amazonas.

e-mail: paulo.onofre53@hotmail.com

www.blogpaulonofre.blogspot.com

(92) 9615-1175