Total de Visitas

sábado, 24 de dezembro de 2011

JOSÉ MELO É O MEDIADOR DE CONFLITO ENTRE CANDIDATOS A PREFEITO DE IRANDUBA


O professor José Melo, vice-governador do Estado, foi escolhido para ser o mediador do conflito entre os pré-candidatos a  prefeito de Iranduba, fez uma reunião ontem (22) com o grupo composto pelo deputado estadual Francisco Souza, o ex-deputado Liberman Moreno, o secretário de Saúde de Iranduba, Hermes Maramaldo, a vereadora Suely Dias, presidente da Câmara daquele município, Paulo Bandeira, e o ex-prefeito José Maria Muniz.
Ao  final do encontro não chegaram a um consenso. Outro encontro foi marcado para tentar definir o rumo do grupo e escolher dentre esses nomes o candidato do grupo que, ao que parece, será difícil de um acordo. Todos sem exceção não querem abrir mão da candidatura ao cargo maior daquele município.
Por falar em candidato, onde anda o Chico Doido que tomou um chá de sumiço das bases. A pergunta que não quer calar: quem faz parte do grupo político desse candidato? Alguns já o chamam de ‘cavalo paraguaio’ - animal que nas corridas nos pampas tem uma excelente arrancada mais nunca chega à  reta final. Segundo os observadores políticos falta assessoria para o candidato. Vamos aguardar para ver.
Por: Paulo Onofre
Jornal Tribuna do Iranduba

ATÉ QUANDO IRANDUBA VAI CONTINUAR ELEGENDO PREFEITOS ALIENÍGENAS?



 Agora temos como candidato a prefeito de Iranduba nas próximas eleições o ex-deputado Liberman Moreno, que nunca foi morador município, mas agora aparece como pretenso candidato.
 Iranduba está se notabilizando por ser um dos  o municípios do estado do Amazonas que mais elegeu prefeitos em final de vida pública, senão vejamos: depois de não conseguir se reeleger como deputado estadual, o atual prefeito de Iranduba tentou por três vezes ser eleito mandatário daquele município até que na última vez conseguiu atingir seu objetivo chegando a ser reeleito.
Agora temos como candidato a prefeito de Iranduba nas próximas eleições o ex-deputado Liberman Moreno, que nunca foi morador daquele município, mas agora aparece como pretenso candidato ao pleito vindouro. Liberman não conhece sequer os problemas que afligem as comunidades, mais se roga em candidatar-se. Falam a boca pequena nas feiras e botequins do município que o Liberaman vem candidato com o apoio de Amazonino e Nonato Lopes, seus velhos amigos e aliado.
O povo de Iranduba tem que dar, nas urnas, uma resposta a políticos profissionais que migram tipos aves em época de arribada, via de regra, não sendo eleitos na capital, mudam-se de malas e cuias para cidades do interior. Durante a campanha política fazem promessas mil aos eleitores incautos, depois de eleitos pouco ou nada fazem pela população que os elegeu. Está chegando a hora do povo trabalhador e ordeiro de Iranduba eleger um autêntico irandubense - uma prata da casa. Temos certeza que entre os moradores há várias pessoas aptas a exercer o cargo.
Por: Paulo Onofre          
Jornalista (MTb 467)
Jornal Tribuna de Iranduba

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

RIO PRETO DA EVA VIROU ASSOMBRAÇÃO


Pedimos providências porque o honrado povo de Rio Preto da Eva não merece sofrer um atentado ‘esculhambatório’ desses. A cidade não tem prefeito; a ausência do Poder Público é latente

O prédio abandonado da prefeitura do município de Rio Preto da Eva (AM), que estava em construção, até parece um daqueles filmes sombrios de Tim Burton, tal o abandono e a transformação do mesmo em motel pelos desocupados que teimam fazer amor em suas dependências, mesmo cercados de ratos, baratas, caranguejeiras, lacraias, escorpiões e outras figuras que sempre aparecem nos filmes de terror clássico estrelados por Bela Lugosi e outros atores famosos. Certa vez uma dessas incautas moças, apaixonada, olhando na cara do namorado, posta assim de enviés contra a lua cheia, disse para o mesmo: “Amor, tu tá parecendo o Blade”.
O povo de Rio Preto está irritado com o descaso público. O prédio abandonado, onde será instalada a nova sede do Poder Municipal, virou motel e local de usuários de drogas, isso tudo no nariz das autoridades, pois tudo acontece  próximo ao centro comercial  daquela cidade.  
O Prefeito Fúlvio deve deixar de tirar uma soneca após o almoço e fazer alguma coisa contra o abandono do prédio que foi custeado com dinheiro público federal. Chegou o momento do prefeito de Rio Preto da Eva arregaçar as mangas e começar a trabalhar, pois foi para isso que ele foi eleito e, segundo informações, o povo anda insatisfeito com sua administração. O prefeito sabe que está caminhando para o último ano de seu mandato, o tempo urge, portanto deve trabalhar mais para poder ser lembrado, no futuro, como empreendedor e não por omissão com as causas públicas. Tenha santa paciência, mas assim também já é demais, pois deixar o dinheiro do povo entregue às baratas é um absurdo, e isso dá cassação de mandato.
Alô, Câmara Municipal de Rio Preto da Eva! Cadê os vereadores que também não dizem nada? Dona Ninoca, moradora de um ramal do Km 13, me disse: “seu menino não tem um vereador que fale nada. Também pudera! Os nove representantes do povo, na Câmara de Rio Preto, são aliados do prefeito, agora só nos resta esperar as próximas eleições para tirar esses vereadores que foram eleitos pelo povo e que, depois de empossados, se transformaram em inimigos da gente que confiou neles dando-lhes o nosso voto”.
O Ministério Público deve tomar uma atitude e denunciar esse imbróglio; a coisa não tem solução, mas se não houver pressão o prédio vai continuar abandonado, é uma pena.
Este Blog vai convocar uma turma da pesada de exorcistas para: 1º tirar a mandinga da inoperância do prefeito; 2º afastar os demônios da devassidão que transformam o prédio abandonado da prefeitura num oásis da maconha, sabá, missa negra e o sacambau; 3º passar cipó língua de vaca nos vereadores que recebem seus salários pagos pelo povo e nada fazem por ele e; 4º afugentar o Satanás que, em forma de cobra, vive oferecendo maçã para Eva cair em pecado sado masoquista isto é, esculhambação total.
Agora pedimos providências porque o honrado povo de Rio Preto da Eva não merece sofrer um atentado ‘esculhambatório’ desses. A cidade não tem prefeito; a ausência do Poder Público é latente e o prédio da prefeitura parece com o filme “A lenda do Cavaleiro sem Cabeça”, estrelado pelo excelente ator Johnny Dep que, Capra nós,  já  deveria  ter  ganho  um  Oscar  pela  interpretação  de “Edward Mãos de Tesoura”, uma outra assombração. Pois é, chega de assombro, Ministério Público Federal neles!
Por: Paulo Onofre
Jornalista (MTb 467)
Jornal Tribuna do Iranduba
  

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Feiras e Mercados: privatização virou pesadelo


          Domingo acordei por volta de 5:00h como faço costumeiramente e fui ao mercado da Manaus-Moderna, o dia estava clareando quando cheguei naquele local onde trabalham vários obidenses, entre eles os filhos do Chagas que ficou conhecido em Óbidos por fazer a melhor linguiça da cidade.
         Os barcos que chegavam do Oeste do Pará aportaram e os passageiros desciam vagarosamente depois de uma longa e cansativa viagem, junto aos transeuntes as mercadorias começam a ser descarregadas. Fico sempre fascinado ao ver o amanhecer às margens do rio Negro que é algo indescritível, em seguida caminhei lentamente até o mercado Adolpho Lisboa, que há mais de oito anos está fechado para restauração. Na parte externa do prédio histórico foram construídas pequenas barracas em madeira onde os comerciantes do antigo mercado foram alocados a espera uma quase interminável reconstrução do centenário prédio.
           Nesses quase quarenta anos que moro em Manaus, pelo menos há trinta anos freqüento aquele local onde fiz muitos amigos, alguns deles herdaram seus pontos comercias de seus pais que herdaram de seus avós, e aí tem toda uma história que envolve uma tradição familiar.
          Em setembro o prefeito Amazonino Mendes encaminhou projeto à Câmara Municipal de Manaus (CMM) (aprovado pela maioria situacionista) para privatizar as feiras e mercados de Manaus. Trocando em miúdos: haverá uma licitação na qual será escolhida uma empresa que nos próximo vinte anos terá o direito de alugar, arrendar áreas comerciais em mercado e feiras de nossa capital.
           A preocupação dos feirantes de Manaus - entre eles os permissionários do Adolfo Lisboa - é de como ficará a situação deles após a privatização. De acordo com o seu Mário, comerciante do velho mercado, que trabalha no local há mais de 50 anos, “como se não bastasse essa obra de restauração, que caminha para uma década, fomos obrigados a trabalhar de forma quase desumana nesse cubículo que você está vendo. Para completar, agora vem o Amazonino com essa tal de privatização. Realmente passamos por uma situação desesperadora, não conseguimos ver a luz no fim do túnel”, desabafou o feirante.
         Constatei durante a manhã que estive na Manaus Moderna, um misto de apreensão onde feirantes vivem dias de incerteza, um deles, que encontrei nos corredores estreitos da feira improvisada, respondeu de forma triste, quase melancólica, quando lhe perguntei como iria ficar a situação deles após a privatização: “de pronto não sei, semana passada  completei 70 anos, não tenho idade para  recomeçar em outro local, minha vida toda trabalhei aqui, nunca tive outro trabalho. Este vai ser o pior natal que vou passar em minha vida desde que me entendo por gente” concluiu o permissionário que saiu caminhando vagarosamente para seu box.







           Lembrei-me de avisar aos feirantes, que a administração das feiras e mercados será de responsabilidade da empresa PIU INVEST EMPREENDIMENTOS E INCORPORAÇÕES S/A, ou UAI Shopping, que foi a vencedora da concorrência, conforme informa o Diário Oficial do Município de Manaus, datado de 2 de dezembro de 2011. É a mesma empresa que vai administrar quiosques, bares e restaurantes localizados no Parque da Ponta Negra.
          Despedi-me de meus amigos e caminhei até o meu carro e no trajeto tentava encontrar uma alternativa que amenizasse a aflição por que passava aquela gente. A única conclusão que cheguei é que esses trabalhadores, que são em torno de 20 mil em toda Manaus, devem se organizar e apoiar um candidato a prefeito que  se comprometa, se eleito, revogar esta fatídica lei.
Por: Paulo Onofre
Jornalista (MTb 467)
Jornal Tribuna do Iranduba

  


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Camelódromo. Ou faz ou a Copa vai pra Belém



O problema é que o prefeito Amazonino Mendes já estava com grande parte das obras do Camelódromo em andamento, quando foi embargada a obra que iria beneficiar os camelôs, e o embargo agora é o responsável pelo caos que será criado podendo até coroar-se na fuga do evento da Copa ir para o Estado vizinho.
O jornal A Crítica volta a destacar o Ministério Público Federal como a cunha que adentra a carne de nossa cidade, ferindo de morte as obras da Copa, isto é, sem Manaus ser cidade sede desse maior evento esportivo mundial, botaremos culpa na Lei e no Fiscal da Lei, que aturdiu o desempenho dessa realização.
As autoridades precisam saber que o povo brasileiro, é maior que a Constituição, o Direito, e a própria Justiça, pois todo poder emana dele e de seu bem estar.
Pois bem. O bem estar do povo do Amazonas vai pras cucuias, sem o evento da Copa, pois não poderemos receber os torcedores turistas com esse mercado persa que transforma a capital do Amazonas, num gueto subsaariano, pois o panorama atual do centro da cidade é um insólito cartão postal de 5° mundo, coisa absurda e feia, que não existe em nenhuma capital no mundo. 
Ali corre tudo, do tráfico de droga à prostituição, do roubo ao comércio informal de guloseimas, bolinhos, churrasco de gato, etc. Um negócio dantesco, onde os humildes camelôs sobrevivem vendendo os seus produtos, situados no último limite social, na última fronteira entre a marginalidade e a cidadania, os camelôs esperam não ser despejados do seu ganha pão, pois são pessoas livres e merecem o nosso apoio e respeito pois são micro-empresários.
Seria bom que o representante do IPHAN, o Procurador Geral do M.P.F., e o prefeito de Manaus, fossem ao governo Dilma buscando uma solução para o impasse da construção do Camelódromo, pois sem o mesmo Manaus dança, e a Copa vai para Belém, pois lá eles estão torcendo para que a gente continue com a ‘lesera baré’, de por entrave em tudo o que bom pra nós mesmos.
É como dizia a minha madrinha Joana Galante: “Meu filho, quem é filho de santo não vacila!” Eparrei Amazonino, compra o CD do Zeca Pagodinho, e escuta o samba Ogum, pois o prefeito tem que ter santo forte, para passar na encruzilhada de uma esparrela dessas. Onde já se viu, botar ventilador na farofa do povo. Salve, São Jorge, meu santo Guerreiro!

Alexandre Otto.
É escritor, membro do
Clube da Madrugada.