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terça-feira, 20 de março de 2012

IRANDUBA: CIDADE SEM LEI RECHEADA DE DENÚNCIAS


Não há um final de semana em que visite este município e não tenha uma novidade, sempre de forma negativa, contra Nonato Lopes.
No último sábado, como costumeiramente faço, visitei o município de Iranduba, onde comprei um terreno e estou construindo uma casa. Chego sempre de manhã cedo por volta das 06h. Neste final de semana fui à feira coberta da cidade, onde fiz várias amizades na banca do café da manhã, que é sempre recheada de informações sobre os acontecimentos políticos da semana. Ao entrar no local, fui interpelado pelo Frederico (nome fictício) que, de pronto, me disse: “Esta semana, seu Paulo, o bicho pegou aqui no município com a fiscalização do TCE (Tribunal de Contas do Estado). Foi um corre-corre dos diabos na Prefeitura depois de uma denúncia de nepotismo. Dizem, eu não sei se é verdade, mas  foi constatado que há um Secretário que tem o pai, mãe, mulher, filho e cunhada, recebendo em várias secretarias da prefeitura, sem trabalhar”.
Depois de alguns goles de cafezinho com tapioca, se aproximou o Lúcio (nome fictício), que estava sentado em uma mesa ao nosso lado, e me disse que o pessoal do Exército Brasileiro esteve na cidade, na última sexta feira (16), para fazer uma visita ao prefeito Nonato Lopes. “Parece que o negócio que está pegando contra o Nonato é aquela construção da quadra da comunidade de Janauarilândia. Dizem que a prefeitura recebeu os recursos do Projeto Calha Norte para sua construção e a obra não foi concluída. Viche Maria, Cruz Credo! Parece que o bicho vai pegar”, disse Lúcio.
Antes de se despedir, porém, o Lúcio me falou ainda que a Secretaria de Saúde alugou um prédio, localizado na Av. Solimões, próximo da OI, de propriedade do pai da vereador licenciada Sueli Dias, atual secretária da Ação Social. Isso é o que podemos chamar de “Ação Entre Amigos”, com o dinheiro público, pois os recursos utilizado para o pagamento do aluguel tem como fonte o Ministério da Saúde. Segundo comentários na cidade, este é o segundo imóvel que o pai da Secretária aluga para o município por meio da Secretaria de Saúde.
Após encerrar a conversa com meus amigos conclui que não há um final de semana em que visite este município e não tenha uma novidade, sempre de forma negativa, contra Nonato Lopes. A Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal ainda não chegaram no município, que se transformou numa cidade sem Lei, recheada de denúncias. Quem cala...
Nada contra o prefeito, secretários ou qualquer outra pessoa do município. Este blog está aberto e dá espaço para o direito de resposta para os acusados se defenderm de quaisquer denúncias. (Por: Paulo Onofre)                     

segunda-feira, 19 de março de 2012

PREFEITO DE IRANDUBA RECEBE VISITA DE OFICIAIS DO EXÉRCITO



A verba para a construção da quadra foi liberada em sua totalidade há mais de 1 ano e até o momento a obra não foi concluída.
Na sexta-feira passada (16), o prefeito do município de Iranduba, Nonato Lopes, recebeu a visita de oficiais do Exército que foram conferir as obras da quadra de esportes que a prefeitura está construindo na comunidade de Janauarilândia. Os recursos para a construção do complexo esportivo teve como fonte de recursos o Projeto Calha Norte, programa do Exército Brasileiro, que tem a finalidade de ocupar 6,5 mil km de fronteiras, representando 1,2 milhão de Km2, 1/4 da Amazônia legal, quase 15% da área total do país. Nessa faixa vivem 1,6 milhão de pessoas.
A verba para a construção foi liberada em sua totalidade há mais de 1 ano, e até o momento a obra não foi concluída. Há então de haver uma explicação para o atraso na entrega da quadra. Provavelmente é esta explicação que os oficiais do Exército estejam à procura. Com a palavra, Nonato Lopes. (Por: Paulo Onofre)

NONATO LOPES NÃO CUMPRE ACORDO E DÁ OUTRA PERNADA EM EMPRESÁRIO


Na última segunda-feira (12), veiculamos neste blog a matéria “IRANDUBA TEM AS MELHORES OBRAS SÓ PARA ‘PEIXES’” que criou um grande rebuliço no município. No dia seguinte o empresário Izau, do qual se referia a reportagem, recebeu um telefonema do prefeito Nonato Lopes, pedindo-lhe que participasse de uma reunião na prefeitura com objetivo de resolver o impasse da ‘FALTA DE PAGAMENTO’. 
Durante a reunião o prefeito enfatizou os laços de amizade com Izau e tentou dar uma reprimenda no empresário, dizendo que não se fazia necessário trazer a público o débito que a prefeitura tem com sua empresa. Izau rebateu Nonato lembrando que faz mais de ano que a prefeitura não lhe paga nenhum centavo. “Que diabo de amizade é essa que você tem comigo e não me paga o que deve?, reclamou Izau.
Após muita embromação Nonato Lopes se comprometeu a pagar Izau em várias parcelas. A primeira seria paga na última sexta-feira (16). Tudo acertado com o prefeito, que é um “cabra de palavra”, Izaú passou o pau a ligar para seus fornecedores, avisando que, enfim, chegara a um acordo com Nonato Lopes e que, a partir daquela data, pagaria parte do que estava devendo na praça, para poder reaver seu crédito.
No dia e hora acordado o empresário dirigiu-se a prefeitura para receber a primeira parcela prometida por Nonato Lopes. Ele esperou das 9 horas da manhã, até as 2 da tarde, à base de cafezinho e água e nada do prefeito recebê-lo ou autorizar seu pagamento. Vendo que ainda não seria dessa vez que receberia parte de suas faturas, decidiu ir embora juntamente com outros empresários que esperavam receber seus créditos.
“É mais fácil as grandes massas do povo se tornarem vítimas de uma grande mentira do que de uma mentira pequena” disse o ditador alemão nazista Adolf Hitler.
É tempo de eleições, de reflexões. Chegou o momento do povo de Iranduba refletir na hora de votar e não cair em outro engodo. Para o político russo Vladimir Lênin “uma mentira repetida com suficiente freqüência torna-se verdade”. Portanto, não devemos acreditar mais em político que não fala a verdade. Urna neles! (Por: Paulo Onofre)

sexta-feira, 16 de março de 2012

MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE UM CORRUPTO



-Por Júlio Lázaro Torma*
Um corrupto, após passar meses de cama doente, acaba falecendo e logo vai ao juízo final, enquanto espirava via passar pela sua mente toda a sua vida, a sua concepção, os meses em que ficou no aconchego da barriga de sua mãe, nascimento, os primeiros passos, infância, juventude, amadurecimento, velhice e morte.
Lembrou dos momentos de incertezas, felizes, tristezas e de como conseguiu a construir um império.
Chega na sala e encontra um senhor idoso, de cabelos e barba branca, com uma chave e todo sorridente, acompanhado por um anjo, com uma lança, que lhe conduzem até uma cadeira e pedem para que se apresente e contar a sua história de vida.
Ele fala o seu nome, idade e começa a se lembrar de sua história e de como construiu um império de barro.
"Eu iniciei a trabalhar de caixa num bazar, o dono do bazar tinha toda a confiança em mim, eu era o caixa, fazia o trabalho de banco. No fim do expediente eu pegava algumas notas do caixa, pegava algumas mercadorias e vendia por fora, o dinheiro do banco pegava um pouco e falava para o patrão que paguei, com juros, correção monetária as contas que mandava pagar no banco.
Ia na casa dos devedores e cobrava o dobro, com a desculpa de que a inflação aumentava os juros, a metade era minha e a outra era do dono do bazar.
Comprei uma lambreta verde e como o patrão, já estava desconfiado pedi demissão e com o dinheiro guardado no banco e com o seguro desemprego, resolvi montar um negócio próprio.
Como trabalhei de pedreiro, carpinteiro, resolvi trabalhar por conta própria e tive que contratar empregados, a lambreta troquei por uma Brasília amarela, mas logo comecei a trabalhar para gente rica e vi uma forma e oportunidade de ficar rico como eles, pois como disse o outro o " mundo é dos espertos e não dos trouxas".
Comprei casas e comecei alugá-las, terrenos e depois comecei a vender, fiz amizade com políticos e funcionários públicos de alto gabarito.

ELES COMEÇARAM A ME AJUDAR, FAZENDO COM QUE EU GANHASSE AS LICITAÇÕES PÚBLICAS PARA CONSTRUIR ESCOLAS, CRECHES E POSTOS DE SAÚDE.

Se na obra era preciso 15 sacos de cimento eu pedia trinta sacos, três caçambas de areia, pedia seis, se o valor da obra era Y eu lhes pedia X, e assim fiquei rico e construí um império.
Para pagar políticos, funcionários público, advogados para liberarem as plantas das obras e financiava campanhas eleitorais, tinha um candidato ruim de voto, todas as eleições pedia apoio e dinheiro para a sua candidatura, pagava pois sabia que não ia jamais ganhar uma vaga, até que desistiu da idéia.
Morei numa casa confortáveis, com piscina, três carros na garagem, tinha amante, onde eu a bancava, ela tinha um apartamento do bom e do melhor da city.
Meus filhos tinham uma obediência cega, um começou a se drogar e acabou falecendo, outro se separou da esposa por minha causa e depois me abandonou, amigos de verdade nunca os tive, só o amor pelo meu dinheiro, os bajuladores na volta, adoeci e eles me abandonaram".
O velho de barba branca após escutar com atenção, o relato lhe pergunta:
-"Eras FELIZ COM O QUE TINHAS?, Lhe responde:
-"Não Senhor, agora que morri, lhe respondo que na verdade eu nunca tinha nada, nunca fui feliz, mesmo tendo tudo".
*Membro da Pastoral Operária do Rio Grande do Sul

Dilma quer Brizola Neto no Trabalho. Lupi, não


O Ministério do Trabalho deverá ter um novo comandante nos próximos dias. Se depender da presidente Dilma Rousseff, o ministro será o deputado federal Brizola Neto (RJ). O problema é que Carlos Lupi, presidente do PDT, é desafeto de Brizola Neto e resiste a referendar o nome do deputado para o cargo que já foi seu.
Brizola Neto integra uma lista com três nomes apresentada pelo partido a Dilma. Além dele, aparecem como candidatos o deputado Vieira da Cunha (RS) e o secretário-geral do PDT, Manoel Dias. Dilma deve bater o martelo depois de uma conversa com Carlos Lupi. O ex-ministro, demitido em dezembro por causa de denúncias de corrupção, ajudará a escolher o sucessor do tapa-buracos Paulo Roberto dos Santos Pinto.
(Gabriel Castro, de Brasília)

quinta-feira, 15 de março de 2012

DEPUTADO SOLICITA CRIAÇÃO UMA LEI DE REPOSIÇÃO FLORESTAL PARA ESTADO‏



Orlando: “Dezenas de empresas com suas caldeiras precisam de resíduos provenientes da madeira para produzir riquezas”
Na manhã de hoje, o deputado estadual Orlando Cidade (PTN) apresentou, na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), um projeto de lei relacionado à reposição florestal em território amazonense. A iniciativa do parlamentar, que é presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Pesca, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPPADR) da Casa, visa criar uma norma específica relacionada ao assunto para o Estado.
De acordo com Cidade, o Amazonas está entre os Estados da Federação que não possui norma sobre a reposição florestal em seu território, o que segundo ele é um contra-senso por conta de estar localizada em território amazonense a maior floresta tropical do planeta. “Diante das nossas condições é fundamental que haja uma legislação que crie, com critérios, medidas de reflorestamento”, destacou.
Ainda segundo o deputado, a proposta tem como objetivo também que o assunto seja discutido para que uma lei seja elaborada e aprovada para proteger o meio ambiente, mas com garantias de que sejam criadas oportunidades de desenvolvimento de alguns setores vitais nos municípios amazonenses.  O parlamentar observou ainda que com a criação de uma lei específica, polo cerâmico e empresas responsáveis pela geração de energia instaladas no interior teriam melhores condições para operarem.
“Dezenas de olaria, indústrias cerâmicas e centenas de empresas com suas caldeiras precisam de resíduos provenientes de madeira para produzir riquezas, mas, com a rígida legislação, que não é favorável ao Estado, ficam impossibilitadas de utilizar o material que muitas vezes apodrece”, relatou o parlamentar, ao citar que resíduos descartados segmento da construção civil e os galhos, tocos e árvores derrubadas nas áreas da edificação do Linhão do Tucuruí poderiam destinados para o processo de queima nessas indústrias com a criação da lei ambiental própria para o Amazonas.
O projeto de lei apresentado pelo deputado será apreciado pelos demais parlamentares da Aleam e, caso tenha parecer favorável, seguirá para apreciação do governador do Amazonas, Omar Aziz.
Assessoria de Comunicação Deputado Orlando Cidade
Jornalista: Richard Rodrigues 
DRT/AM: 0000494