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quinta-feira, 5 de abril de 2012

UMA RODOVIÁRIA PARA A COPA DE 2014



A visão do bom prefeito de 30 anos atrás, José Fernandes, é claro que não alcançaria a Copa de jeito algum, só se ele fosse um vidente.
Quando as chuvas desabam sobre Manaus e as ruas transbordam gerando verdadeiros igarapés urbanos, a Estação Rodoviária de Manaus vira uma piscina.
Sem tirar os méritos do ex-prefeito, José Fernandes, que construiu essa obra, até hoje nenhum outro administrador fez nada para ampliar ou solucionar os evidentes problemas causados em época de chuva.
A Rodoviária continua com sua arquitetura original desde que foi construída, quando Manaus tinha pouco mais de 500 mil habitantes. E já se vão 30 anos de percurso temporal e coisa alguma foi acrescentada para suportar a demanda de usuários que praticamente triplicaram da capital para fora e vice-versa.
O problema é que temos uma Copa do Mundo a ser realizada em Manaus e a vinda de torcedores dos países vizinhos vai ser muito grande com o escoamento dessa logística, partindo da América Central, trazendo torcedores do Caribe pelo portal de trânsito de Boa Vista. Com isso, o tráfego será intenso, haja vista que a tarifa de ônibus é muito mais barata do que a de avião. E os ônibus que fazem atualmente esse percurso possuem toda uma infraestrutura cabível e confortável.
Aí perguntamos a quem de direito: E a Rodoviária como fica? Do jeito que está não suportará a demanda de passageiros com destino à Copa. Vai ser um Deus nos acuda, com as autoridades correndo da sala pra cozinha, tentando clonar paliativos incabíveis numa estação de logística como a Rodoviária de Manaus.
A visão do bom prefeito de 30 anos atrás, José Fernandes, é claro que não alcançaria a Copa de jeito algum, só se ele fosse um vidente como aquele da novela ‘O Astro’, para adivinhar que Manaus seria cidade sede da Copa de 2014.
Agora é preciso que o novo prefeito de Manaus faça um estudo de reengenharia de desenvolvimento para equacionar o problema que temos pela frente. Uma reforma adaptada ao tráfego interurbano de uma cidade de mais de dois milhões de habitantes, que hoje se transformou na 4ª cidade mais rica do país; a capital da Amazônia Ocidental e da Zona Franca, o maior pólo industrial de tecnologia de ponta da América do Sul. É mole, ou quer mais?
Então, vamos ao trabalho, minha gente, Manaus merece! (Equipe:blogdopaulonofre)
   

quarta-feira, 4 de abril de 2012

MUTIRÃO DE LIMPEZA DA SANTA CASA TERMINA EM FEIJOADA


Esse mutirão não é só da minha responsabilidade prática, mas de toda a população manauense que quer ver a Santa Casa voltar a funcionar para não terminar em pizza nas discussões teóricas.
O mutirão de limpeza realizado nas dependências da Santa Casa de Misericórdia de Manaus, comandado pelo vereador Mário Frota (PSDB), terminou neste sábado (31/03) com a retirada de 11 caminhões lotados com entulho e lixo.
O evento contou com a participação dos servidores do gabinete do vereador e de outros voluntários e contou com o apoio da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp), que disponibilizou, nos três dias do mutirão, uma média diária de 160 garis para a conclusão dos trabalhos.
Como forma de agradecimento a todos os participantes do mutirão, ao término dos trabalhos, Mário Frota ofereceu uma feijoada para 200 pessoas nas dependências da Santa Casa. Além dos voluntários, a participação da Semulsp foi fundamental e de extrema importância para a realização desse trabalho, afirma o vereador. “Quero agradecer ao secretário José Aparecido – que se encontrava em tratamento de saúde, fora de Manaus - que deu total liberdade para o subsecretário Túlio Caceres Kniphoff nos ajudar em mais essa tarefa, que não é só da minha responsabilidade prática, mas de toda a população manauara que quer ver a Santa Casa voltar a funcionar normalmente para não terminar em pizza nas discussões teóricas”, esclareceu Mário.
Gabinete do vereador Mário Frota 
Assessoria de Comunicação
Por: Roberto Pacheco (MTb 426)

quinta-feira, 29 de março de 2012

 A“Maldição das Formigas” continua em Novo Airão
As formigas políticas continuam saqueando o erário público na bela cidade de Novo Airão, que pelo seu traçado urbano mais parece Brasília com suas largas avenidas.
Para quem não sabe, foram as formigas que ex pulsaram o povo da velha Airão, daí a criação da nova sede do município, onde a população airãoense, leva a sua pacata vida, pessoas cumprimentam as outras com um amanhecido Bom Dia, demonstrando dessa forma, os valores civilizatórios da gente boa do interior.
Isso foi ontem. E quem não lembra da tertúlia inóspita da eleição de Wílton Santos prefeito, que foi interceptado inúmeras vezes por Areosa, caso que virou uma novela diante de tantas liminares emitidas, uma coisa triste abonada pela legalidade. Mais de uma dezena de liminares, e o povo não sabendo quem era o verdadeiro prefeito, se era o eleito, ou se o derrotado no pleito. Uma brincadeira em nome da justiça, demonstrando dessa forma que Novo Airão era o fim do mundo.
Quatro anos se passaram, e o WÍlton e o Areosa se revezaram no poder municipal. O povo ficou a ver navios, pois ninguém mais trabalhava. Mal um prefeito chegava, uma outra liminar chegava e o outro assumia. Parecia até uma brincadeira de cabra cega de crianças espertas se revezando no poder.
Revoltado com tamanho constrangimento político, o ordeiro povo de Novo Airão, resolveu através do voto, eleger um rapaz simplório que se escondia modestamente detrás de sua alcunha de “Gordo do Campinho”. A emenda foi pior que o soneto, e a catita suprimida pela vontade do povo se tornou um guabiru gordo e peludo, igual aqueles moradores do esgoto de Nova Iorque, filme cuja trilha era aquela musica lindíssima do inesquecível Michael Jacson.
É verdade, o doce Gordo do Campinho, virou uma baleia insaciável, uma orca assassina a devorar a carne do povo,  atrasando o salário dos funcionários e deixando de pagar os fornecedores da prefeitura.
Hoje esse  glutão do erário airãoense, está com um enorme barco de ferro num estaleiro de Manaus, com dinheiro que ele nunca teve antes de ser prefeito. Nessa linha grotesca, um vendedor  Lá da feira, exclama democraticamente: “Ele é um cururu goeludo, e se agente não botar a boca no trombone, o bicho vai cantar mais que o cururu de madeira que o nosso pessoal faz por aqui”.
Por  isso, este Blog recomenda ao promotor e ao juiz, fazerem alguma coisa em defesa do perseguido povo de Novo Airão.
Recomendamos também, que se a legalidade nada fizer, que o povo se reúna nas praças e proteste contra a maldição das formigas, antes que o Gordo do Campinho coma a grana municipal, e ainda dê um pontapé na bunda da nossa boa gente, seguindo o exemplo  daquele bosta burocrata francês, que aconselhou a FIFA a dar um pontapé no traseiro do Brasil.
Fora, Gordo do Campinho, a maldição vai virar pra cima de ti, e a tua casa de Ali Baba vai ser carregada por  tucandeiras  e giquitaias. Toma. 
Por:Paulo Onofre               

segunda-feira, 26 de março de 2012

NOMEAÇÕES NA PREFEITURA DE IRANDUBA CONTINUAM



As nomeações para a Prefeitura de Iranduba continuam, hoje, sexta-feira (que não é 13), mas a data ficará gravada na memória da filha adotiva do Vereador Francisco Elaime. Neste dia ela foi nomeada para trabalhar no grupo Escolar Ana Barbosa de Castro, que fica no Bairro Alto, na rua Alpes, na sede do município.
A filha do vereador, tal qual sua mãe, foi aprovada no último concurso realizado pela Prefeitura de Iranduba e ambas exercerão a função de Auxiliar de Serviços Gerais. A filha do vereador mora em Manaus e terá que se descolar diariamente para aquele município. A pergunta que fazemos é a seguinte: o salário que a mesma irá ganhar será suficiente para pagar o transporte mensal para o trabalho? Assim sendo esta senhora demonstra o seu espírito altruístico e amor pelo município. (Por: Paulo Onofre)

sexta-feira, 23 de março de 2012

CAUTELA, AMAZONINO, ANTES QUE A PORCA TORÇA O RABO


Os frangos, que ao verem o galo tarado correndo atrás de seus colegas, gritou para a turma: “Bunda na parede, rapaziada”!
Este Blog avalia a astúcia do político Amazonino Mendes, quando o mesmo declarou ostensivamente na mídia local que não era candidato ao pleito de 2012. Com isso, o dito afastou todas as miras de sua direção, que por sua vez iriam desencadear um tiroteio ininterrupto entre os pretensos candidatos à prefeito de Manaus.
Tal gesto do atual prefeito foi assiduamente louvado pelos formadores de opinião, que viram nessa estratégia, uma maneira de tirar o corpo de banda, deixando para seus adversários, a granada viva de todo pleito majoritário, quer dizer, sem o Negão no páreo, seus adversários iriam ter que atirar em outro saco de pancadas.
Acontece, que já corre em boca pequena que Amazonino só está ganhando tempo, para fugir das eventuais facadas, como também para dizer a manjada frase: “O povo me convocou, por isso sou candidato”.
Não caia nessa, Prefeito, observe sua rejeição, ela está acima de 68%, e isso na Zona Leste, seu reduto, imagine na classe média, que é reduto do Serafim. Mazoca, reflita, termine seu mandato com brilho, aí sim, a coisa pode mudar, porque do jeito que está o ex-grande líder não vai nem  para o segundo turno das eleições.
Trabalhe até dezembro, faça do trabalho que é sua marca, o grande cabo eleitoral para a eleição de 2014. E ainda tem uma coisa curta e grossa: o Eduardo pode vir pra governador, e o cara tem voto, pense nisso.
Por isso reflita muito, antes que a coisa seja tarde, e não entre em conversa de assessor ‘lua preta’, que dá opinião estapafúrdia jogando o político num beco sem saída, e depois da merda feita, o ‘aspone’ incompetente cai fora, deixando seu chefe a ver navios. Observe, prefeito, isso já aconteceu com o Alfredo, que em 2.000 derrotou o campeão de votos Eduardo Braga, e agora não se elege no Amazonas, nem pra vice de prefeito do interior.
Amazonino, tenha o buchada como exemplo e ponha a sua barba de molho.
Termine seu mandato trabalhando, e depois o povo lhe dará a chance de retornar a vida pública, mas agora não dá, a rejeição está muito grande camarada marxista, e você é cobra criada. Seja prudente, e faça como aquela piada dos frangos, que ao verem o galo tarado correndo atrás de seus colegas já cansados, gritou para a turma: “Bunda na parede, rapaziada”! (Por: Paulo Onofre)    

quinta-feira, 22 de março de 2012

Lembrete para o “favorito” Chico Doido

O filme eleitoral da vida política de Chico Doido, nós já vimos acentuadamente. Sua candidatura, no início da campanha, sempre dispara nas pesquisas, mas quando chega a hora de a onça beber água - na reta final - parece que acontece algo inexplicável que a campanha não deslancha na fase conclusiva.
Foi o que aconteceu nas últimas eleições em que o Chico era favorito, mas o Nonato Lopes levou a melhor e o povo de Iranduba a pior, nessa desastrosa administração atual.
Por isso sugerimos ao candidato favorito nas pesquisas que ponha as barbas de molho e não se precipite; não subestime seus adversários por mais franco que eles possam parecer; tenha o povo como seu maior aliado e procure partilhar com eles suas dificuldades de pré-campanha. Não esqueça que o povo vem sempre em primeiro lugar.
A premissa é de que o candidato a candidato se assessore de profissionais competentes, especialistas no assunto de marketing eleitoral. Profissional que tenha um currículo de vitórias pra mostrar e não fazer como aquele marqueteiro de um candidato a governador do Amazonas que quando lhe perguntaram se ele já tinha provado um jacuba ou se já tinha pescado um delicioso bararuá, respondeu: “jacuba não, mas polenta eu já comi - e muito - com leite de cabra”. Ora, ora, é o mesmo que oferecer chimarrão para um morador lá do Xiborena.
Para coordenar sua campanha, Chico Doido deve se cercar de pessoas que batalhe em Iranduba, que conheça os problemas do município e que fale a linguagem do povo.
Sugerimos que, no momento certo, monte seu comitê partidário, pois o partido o qual é filiado pode fazer política social partidária. É bom lembrar que o coxo acorda cedo. Os pré candidatos Liberman, Francisco Souza, Xinaiqui, e outros, estão de olho no Chico Doido porque ele lidera as pesquisas e será alvo de criticas de todos eles. É bom abrir os olhos.
O candidato, líder nas pesquisas, deve visitar as comunidades com objetivo de buscar embasamento para elaboração de um plano de governo. Como diria o saudoso Ulisses Guimarães; “escute as vozes roucas das ruas”. Chico já está atrasado, pois estamos em ano eleitoral e agora o alvo é o voto. É bom não esquecer que nas próximas eleições terão migrado para o Iranduba, possivelmente, 5 mil eleitores que não conhecem os candidatos e seus votos serão decisivos no próximo pleito.
Chico sofreu a derrota para o Nonato Lopes na retal final. Ele fez como o Barrichello que teve que frear para o Schummaker passar e ganhar a corrida.
Acredito que se o Chico trabalhar certo, essa será a sua vez de administrar Iranduba, mas ele precisa ter cautela. Ele deve se afastar do Nonato e de pessoas ligadas a ele. Para o povo Chico representa a mudança, e como justificar para essa gente uma aliança com o prefeito? É bom observar que Nonato virou o Rei Midas às avessas, isto é, tudo em que o Rei tocava virava ouro, e tudo o que o atual prefeito de Iranduba toca vira sabe Deus o quê. Nonato se tornou epidêmico, uma aproximação com ele será o início de uma derrocada.
É bom o Chico aprontar a sua baladeira, porque os pára-quedistas (oportunistas) já começam a saltar em Iranduba, de malas e cuias, com propostas mirabolantes para a campanha, que asseguram a vitória de qualquer candidato. Isso me faz lembrar a invasão dos aliados na Normandia.
A defesa do povo de Iranduba deve ser feita de forma intransigente. Caso se eleja, Chico deve colocar em Cida da sua mesa os “doze mandamentos do administrador público” que o senador Jeferson Peres, tanto falava e que descrevo abaixo:
                   
                   MANADAMENTOS DE UM (BOM) GOVERNANTE
1-   Colocar o interesse público acima de todas as coisas. O governo não deve jamais, ser um condomínio de parentes, amigos, correligionários ou apaniguados.
2-   Honrar o juramento de cumprir A Constituição e as leis. O governante não está acima da Lei. Ao contrário, deve ser o primeiro a cumpri-la, para dar exemplo.
3-   Não roubar e nem deixar roubar. Tolerância zero para todos os atos de corrupção, grandes e pequenos, sem a mínima transigência.
4-   Ter a mente aberta a sugestões e criticas que ajudam, e fechada para a bajulação, que cega.
5-   Nomear ministros ou secretários pelo critério de competência e probidade. Querê-los ativos, não sabujos, e dar-lhe liberdade de ação, mas sendo implacável na cobrança de resultados.
6-   Ser humilde para reconhecer os erros. Nunca procurar justificá-los, mas admitindo-os, imediatamente mandar corrigi-los, e pedir perdão por haver cometido.
7-   Ser absolutamente transparente. Todos os atos de governos devem ser públicos e levados amplamente ao conhecimento da população.
8-   Não fazer propaganda do governo e nem promoção pessoal do governante. Toda a verba de publicidade deve ser gasta em campanhas educativas.
9-   Tratar bem a todos. Ninguém tem o direito de dar patadas, muito menos um governante. Grosseria humilha a quem recebe a quem recebe, e diminui a quem pratica. A arrogância e os atributos dos tolos, não dos sábios.
10-              Dar atenção a todos. Mesmo que se tenha que mobilizar uma equipe de assessores para isso. Pessoas humildes, muitas vezes, procuram o governante para uma súplica, em desespero. Merecem ao menos atenção.
11-              Cumprir compromissos com pontualidade. Parece pouca coisa, mas não é. Governante que aplica o chá de cadeira, revela duas deficiências: falta de competência para organizar o seu tempo e falta de respeito pelos os outros.
12-              Não perder a postura jamais. O governante deve ser simples, não vulgar, por não e um cidadão qualquer, mas representa uma instituição.
Artigo de autoria do ex-senador Jefferson Peres, veiculado no jornal A Critica de 19 de Outubro de 2003.        
Alguns me perguntam se acredito mesmo que, na vida real, algum político é capaz de cumprir estes mandamentos. Respondo que, certamente, não, dada a imperfeição da natureza humana. Mas o ponto não é esse. O que distingue o bom do mal governante é que o mal as descumpre deliberadamente e sistematicamente, ao passo que o bom faz um esforço sincero para cumpri-los, embora nem sempre consiga. Esta é a diferença fundamental entre um e outro.
*Artigo de autoria do ex-senador Jefferson Peres, veiculado no jornal A Critica de 19 de Outubro de 2003.        
Por: Paulo Onofre