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segunda-feira, 16 de abril de 2012

PRIVADA EM FRENTE À CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS


PRIVADA DA FEIRA FICA EM FRENTE À ENTRADA PRINCIPAL DA CÂMARA
Até quando a Câmara Municipal de Manaus (CMM) vai ter que conviver com cloaca (fossa ou cano que recebe dejeções e imundícies, latrina; segundo o Aurélio), instalado na Feira do Santo Antônio, bem em frente à entrada principal do Poder Legislativo Municipal?
 
JEFFERSON PRAIA VISITA COMUNIDADES
O ex-senador Jefferson Praia (PSDB), continua intensificando suas visitas às comunidades. Neste domingo (15/04), foi visto na Feira do Lírio do Vale conversando com as bases
ABEL ALVES É PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO DE TEFÉ
Abel Alves intensifica seu trabalho em Tefé (AM) objetivando robustecer a sua pré-candidatura a prefeito do município nas próximas eleições.


JACINTO SE RECUPERA E RECARREGA AS BATERIAS
O vereador Raimundo Jacinto da Silva (PR), de Iranduba (AM), está hospitalizado, mas sente-se bem. Aos amigos que lhe visitaram no Hospital Adventista falou que vai aproveitar esse período de recuperação para renovar a bateria visando as eleições que estão à postos.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Imposto sindical: Centrais entram em rota de colisão.

SÃO PAULO e BRASÍLIA - A disputa por um bolo bilionário promete pôr as centrais sindicais em rota de colisão. Sindicalistas da Central Única dos Trabalhadores (CUT) vão nesta sexta-feira à Avenida Paulista ouvir a opinião dos trabalhadores sobre o imposto sindical. A ação é parte da campanha que a maior central sindical do país - com cerca de 22 milhões de filiados em 2.191 sindicatos - lançou no fim do mês passado para defender o fim do recolhimento do tributo. Ele é descontado todos os anos (sempre em março) dos salários dos contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), independentemente de o trabalhador ser associado ou não ao sindicato da categoria, e equivale a um dia de trabalho. Segundo o Ministério do Trabalho, no ano passado essa mordida compulsória chegou a R$ 2,4 bilhões.
A Força Sindical e a União Geral dos Trabalhadores (UGT), que representam juntas cerca de 18,5 milhões de sindicalizados, já se manifestaram contra a proposta da CUT, com o argumento de que o fim do desconto compulsório do tributo enfraqueceria os sindicatos e só interessaria às empresas.
- A campanha da CUT parece uma campanha patronal para enfraquecer os sindicatos. É óbvio que se eu perguntar ao trabalhador se ele preferiria não pagar o imposto sindical ele vai responder que sim - disse o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves.
A CUT se defende ainda das acusações que a defesa dessa proposta, neste momento, seja oportunista.
- Desde que foi criada, a CUT defende a autonomia e a liberdade sindical, que vão contra a existência de um imposto sindical que liga os sindicatos ao governo. Somos a favor que os trabalhadores votem a remuneração dos sindicatos em assembleia - disse Artur Henrique, presidente da CUT.
FAT deu às centrais R$ 370 milhões
Segundo a CUT, o fim do imposto sindical estava no acordo que foi estabelecido no Fórum do Trabalho, realizado no primeiro mandato do governo Lula. O documento, assinado por seis centrais sindicais, previa o reconhecimento das centrais, a distribuição dos recursos de acordo com a representatividade e, segundo Henrique, tinha em sua última cláusula o fim da cobrança obrigatória, que seria substituída por outra modalidade de cobrança.
- A CUT só aceitou porque o último item do acordo era que a contribuição obrigatória acabaria e, em seu lugar, haveria um outra cobrança. Depois de brigar muito e cobrar esse acordo no Congresso, vimos que esse item não seria cumprido. Por isso, resolvemos iniciar a campanha.
A consulta popular feita pela CUT vai até o fim deste mês. A partir de maio, a central vai começar a coletar assinaturas para um projeto de emenda à Constituição que acabe com o imposto sindical. A intenção do sindicato é aplicar a Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que garante autonomia aos sindicatos e prevê uma lei contra a prática antissindical, para coibir a ameaça de demissão de trabalhadores ligados ao sindicato.
- Temos uma longa luta pela frente. Nosso objetivo é chegar a agosto de 2013, mês em que a CUT completa 30 anos, com milhões de assinaturas para finalmente trazer a autonomia e liberdade aos sindicatos, sem ligação com o governo e empresas - disse.
Além de comprometer a autonomia do sindicato, Henrique acrescenta que a existência de uma cobrança sindical compulsória favoreceria a acomodação dos representantes sindicais.
- Tem muito sindicato fantasma que só existe para dar dinheiro ao sindicalista e não faz nada pelo trabalhador. Com o fim do imposto, o sindicato seria obrigado a atender melhor a base - afirmou ele
Embora seja conhecida pelas outras centrais, a campanha da CUT pelo fim do imposto sindical já suscitou protesto das rivais. A Força Sindical, entidade que representa 11 milhões de trabalhadores, é contra por entender que as negociações levadas a cabo pelo sindicato beneficiam a todos os trabalhadores e, por isso, devem ser remuneradas.
Para Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), que representa 7,5 milhões de trabalhadores, o imposto sindical permaneceu como a principal forma de remuneração dos sindicatos por tanto tempo porque é difícil de ser substituído.
- Não acreditamos que a proposta da CUT de que os próprios trabalhadores decidam em assembleia uma forma de cobrança dê certo. Essa cobrança pode sofrer a oposição de trabalhadores pressionados pelas empresas, que têm interesse em enfraquecer os sindicatos - atacou ele.
Nos últimos quatro anos, desde que passaram a receber uma fatia do imposto sindical obrigatório, as centrais sindicais abocanharam R$ 370,5 milhões, dinheiro que antes ia para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Para serem reconhecidas legalmente e passarem a ter direito a uma fatia do bolo arrecadado pelo imposto sindical obrigatório, as centrais sindicais comprometeram-se em apoiar o fim do tributo, em troca de uma contribuição negocial aprovada pelas assembleias de trabalhadores, mas passados quase cinco anos nada foi feito nesse sentido.
STF não tem data para dar parecer
O DEM contesta em ação no Supremo Tribunal Federal (STF) o direito dessas entidades de receber parte do imposto, mas não há data prevista para o assunto retornar à pauta da Corte. Em março de 2010, a ação começou a ser analisada pelos ministros do STF, mas quando a votação estava empatada, com três favoráveis e três contrários, o processo foi suspenso com pedido de vista do ministro Carlos Ayres Brito. No processo, o partido alega que as centrais são associações e não fazem parte do sistema sindical, formada por sindicatos, federações ou confederações.
A CUT, que defende o fim do imposto obrigatório, enviou carta ao presidente Cezar Peluso, pedindo agilidade no julgamento. Mas nessa luta a central está sozinha. A Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), por exemplo, iniciou em março campanha publicitária em todos os estados pela manutenção do tributo.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

ERON CORTA E CURICA DE ALZIRA EM IRANDUBA


O adágio popular diz que em política não há nada definitivo, ‘o que é hoje, amanhã pode não ser’. Ontem pela manhã a vereadora Alzira encenou uma articulação de apoio à pré-candidatura de Liberman Moreno a prefeito de Iranduba, informando a todos que com ela, nesta empreitada, estavam os vereadores Antonio Alves, Francisco Elaime, Paulo Bandeira e Irapuan. Hoje, dia 12, o jornal Diário do Amazonas, na Coluna Claro & Escuro, divulga que o pré-candidato a prefeito de Iranduba, deputado Francisco Souza (PSC), saiu feliz, ontem, da sala do comandante do PCdoB, Eron Bezerra. Ele prometeu retirar o apoio da vereadora Alzira Barros (PCdoB), que seria candidata à vice, na chapa de Liberman, para dar apoiar a candidatura de Francisco Souza. É, companheiro, essa é a primeira pernada que foi dada nesta pré-campanha, ainda há muita coisa para acontecer.. (Por: Paulo Onofre)

Entenda como o FBI faz a lista dos seus dez mais procurados

BBC
  • FBI/EFE
    O FBI divulgou foto do ex-professor Eric Justin Toth, acusado de ter e produzir pornografia infantil O FBI divulgou foto do ex-professor Eric Justin Toth, acusado de ter e produzir pornografia infantil
Como o FBI decide quem entra na sua lista de suspeitos mais procurados? A pergunta veio à tona nesta semana, quando a polícia federal americana trocou Osama Bin Laden por um acusado de pornografia infantil em sua lista de dez fugitivos mais buscados.

Bin Laden, idealizador dos ataques de 11 de Setembro, era o extremista mais procurado no mundo até sua morte, em maio do ano passado, durante uma operação americana no Paquistão.

Já Eric Justin Toth, de 30 anos, não é acusado de matar ninguém, mas sim de "possuir e produzir pornografia infantil". O ex-professor está foragido desde 2008, quando foi indiciado em âmbito federal após material pornográfico ter sido encontrado em uma câmera de fotos que ele havia usado em sua escola.

O FBI buscou-o pelos Estados de Illinois, Indiana e Arizona, mas perdeu a trilha do suspeito. Por isso, na última terça-feira, adicionou Toth à lista de dez mais procurados, tirando dela Bin Laden.

"Sempre contamos com o apoio público para ajudar a capturar fugitivos e solucionar casos", disse em comunicado o porta-voz do FBI, Mike Kortan. "A inclusão de Eric Toth na lista de dez mais ilustra como é importante tirar esse indivíduo das ruas e prendê-lo."

"Mais durões"

O FBI começou a produzir a lista de Dez Mais Procurados em 1950, quando um repórter pediu ao organismo os nomes e as descrições dos "caras mais durões" que estavam foragidos.

Desde então, a lista se tornou um sucesso de publicidade, dizem policiais.

Dos 495 homens e mulheres que figuraram na compilação nas últimas seis décadas, 465 foram capturados ou localizados. Desses, 153 foram presos a partir de pistas dadas por pessoas comuns, diz o FBI.

É importante lembrar que os dez indivíduos listados não estão ordenados por grau de periculosidade - a lista não é um ranking.

Ameaça à sociedade

Para ser incluído na lista, é preciso que haja um mandado de prisão federal para o indivíduo e que este seja considerado uma ameaça à sociedade - alguém com a suposta capacidade de provocar danos se continuar foragido.

O homem ou a mulher da lista tem de ser considerado "mau" o suficiente para valer uma recompensa de centenas de milhares de dólares por pistas de seu paradeiro.

Também é preciso que os agentes encarregados da busca tenha exaurido outras pistas e acreditem que a publicidade vai ajudar a encontrar o fugitivo (há casos em que fugitivos não são adicionados à lista porque as autoridades creem que a publicidade pode fazê-los se esconderem ainda mais).

A lista é compilada com sugestões de agentes de campo e com a análise dos casos mais proeminentes - o material então vai para o topo da cadeia de comando do FBI, até os nomes da lista receberem a aprovação do diretor do órgão, Robert Mueller.

"Ao longo do tempo, a lista espelhou, de alguma forma, os interesses das investigações criminais do FBI", explica o historiador oficial do órgão, John Fox.

Nos anos 1960 e 70, por exemplo, figuraram na lista radicais antiguerra do Vietnã adeptos da violência, como Bernardine Dohrn, Katherine Power e Leo Burt. Nos anos 1990, a compilação passou a contar com extremistas internacionais. E nos anos 2000 foi a vez de acusados de pedofilia e pornografia infantil serem listados.

"É claro que isso não engloba todas as prioridades do FBI", diz Fox. "Contrainteligência (por exemplo, operações sigilosas) não é um tema investigativo que se adeque à lista dos Dez Mais Procurados."

Os fugitivos saem da lista quando são capturados, mortos ou se deixam de ser considerados uma ameaça à sociedade.

Ao longo dos anos, seis procurados se encaixaram nessa última categoria - por exemplo, os ativistas antiguerra do Vietnã que eram acusados de atos violentos e conseguiram escapar até chegarem à meia-idade.

Com tanto a ser levado em conta, é longo e burocrático o processo de acrescentar ou tirar um fugitivo da lista.

O FBI demorou 11 meses para substituir Bin Laden. E, até esta quinta-feira, o acusado de assassinato James "Whitey" Bulger ainda figurava na lista, apesar de ter sido capturado em junho.
FONTE:UOL

Câmara aprova multa mais alta e ampliação de provas válidas pela Lei Seca

A Câmara dos Deputados aprovou, em votação simbólica na noite desta quarta-feira (11), a ampliação das provas válidas pela Lei Seca que comprovam a embriaguez de motoristas. O projeto segue para análise no Senado. A nova proposta também dobra a multa para o condutor flagrado sob a influência de álcool ou de substância psicoativa que determine dependência. Ela passaria de R$ 957,70 para R$ 1.915,40. Esse valor seria dobrado em caso de reincidência no período de 12 meses.

Você concorda com o endurecimento da lei seca?

O projeto de lei proposto pelo deputado Hugo Leal (PSC-RJ), autor da Lei Seca, autoriza o uso de testemunhas, exame clínico, imagens e vídeos como meios de prova do estado de embriaguez de motoristas. Hoje, para comprovar a embriaguez do motorista são válidos como prova o teste do bafômetro e exame de sangue.

Em março, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que apenas os resultados obtidos por meio de bafômetro e exame de sangue podem ser aceitos como prova de embriaguez no trânsito para desencadear uma ação penal, com possibilidade de detenção de seis meses a três anos. A limitação do STJ enfraqueceu a lei, já que o motorista pode se recusar a se submeter ao teste ou ao exame, amparado pelo princípio constitucional de que ninguém é obrigado a produzir provas contra si próprio.
FONTE:UOL

ACORDOS VISANDO AS ELEIÇÔES ESTÃO TOMANDO CONTORNO EM IRANDUBA


ACORDOS VISANDO AS PRÒXIMAS ELEIÇÔES ESTÃO TOMANDO CONTORNO EM IRANDUBA

      Ontem dia 10, vereadores de Iranduba, Paulo Bandeira, Irapuam, Antonio Alves, Francisco Elaime e Alzira, reuniram-se com o pré-candidato a prefeito Liberman Moreno,  quando lhe afirmaram apoio a candidatura do ex-deputado.
     Fontes fidedigna de credito morador naquele município, informam que a vereadora Alzira, será candidata a vice-prefeita na chapa encabeçada por Liberman.
    Agora, as cartas estão sendo colocadas na mesa,  com diz o senador Evandro Carreira, daqui pra frente, "Vamos ver quem ama quem, e quem odeia quem".