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segunda-feira, 16 de abril de 2012

PREFEITO DE CODAJÁS AMEAÇA BLOGUEIRO



”Quero dizer que você é um filho da P***”, e nesse momento em diante ele começa a me ameaçar e ainda diz que vai acertar as contas comigo e que ele queria mesmo era me encher de porrada e acabar comigo.
Gostaria de explicar o motivo desse boletim, nesse fim de semana, eu estava em Codajás- Am, fui até o município na qual eu sou natural, ver a festa em comemoração aos seus 74 anos. Por volta das 2:00 da manhã, eu vi alguns amigos reunidos na frente ao camarote do suposto agressor"' AGNALDO DA PAZ DANTAS'', Prefeito do município, até então, tudo bem...chegando lá. conversei com alguns amigos e depois de alguns minutos o agressor chega onde estou e pergunta se sou JOILTON, eu respondo que sim, então ele diz; Eu sou Agnaldo, eu respondo; Muito prazer...E ele olha pra mim e diz; Quero dizer que você é um filho da P***, e nesse momento em diante ele começa a me ameaçar e ainda diz que vai acertar as contas comigo e que ele queria mesmo era me encher de porrada e acabar comigo, eu simplesmente só ria da situação...Enfim, o Prefeito de Codajás quer que eu pare de postar as verdades sobre sua administração e pra isso ele teve que em público me ameaçar e querer me espancar, usando a violência e seus seguranças pra me intimidar. Eu quero dar minha resposta, ao Sr Prefeito e não ao cidadão Agnaldo Dantas:
Sr Prefeito, se o mesmo se sente ofendido ou até difamado, procure o promotor de justiça, pois é no mesmo que temos a esperança de justiça, agora não preste esse papelão que o Senhor fez, faça como eu, que sou honesto e não tenho medo da justiça e fui procurar meus direitos de cidadão, se o mesmo fosse honesto, seguiria meu conselho. O Sr prefeito, precisa equilibrar suas emoções e agir com racionalidade, pois ficou muito claro pra todos os habitantes daquela pequena cidade, que o Prefeito é um desequilibrado, e que seu slogan de mandato que é " Administração Democrática ", é uma farsa, pois ele, abusa do poder e ainda impedir qualquer cidadão de ter uma ideia formada sobre seu mandato, que na minha opinião é ditatório. Hoje quem vai a Codajás, ver uma cidade abandonada, suas ruas estão todas em sua maioria deterioradas, seus prédios ostentam marcas de abandono, e a cada dia o povo fica desacreditado na politica, justamente com homens dessa estirpe é perdemos a esperança de termos dias melhores. O Sr prefeito, não sabe o mal que causa naquela cidade, não sabe a desgraça e miséria que trouxe. Eu estou criticando o prefeito e não o cidadão Agnaldo Dantas, e o mesmo quer me impedir de postar fatos que os desmoralizam... Se sua reputação foi tão boa, como o mesmo diz, porque tanta preocupação comigo? Se é mentira que é em 2009 foram rejeitadas suas contas porque não conseguiu prestar esclarecimentos de 8 milhões e respectivamente em 2010, foram rejeitadas por 18 Milhões pelo mesmo motivo, se é mentira, porque o Sr Prefeito, não me processa por esses dados que vem do TCE. Eu gostaria de postar coisas boas sobre Codajás, mas é impossível com essa administração, que além de corrupta é ditatória, e apesar, disso tudo que mostrei, ainda vai ter alguns que vai querer defender o mesmo...Só quero que pensem, aonde iremos parar com prefeitos como este ???
Por: Jailton Rodrigues Duarte

PRIVADA EM FRENTE À CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS


PRIVADA DA FEIRA FICA EM FRENTE À ENTRADA PRINCIPAL DA CÂMARA
Até quando a Câmara Municipal de Manaus (CMM) vai ter que conviver com cloaca (fossa ou cano que recebe dejeções e imundícies, latrina; segundo o Aurélio), instalado na Feira do Santo Antônio, bem em frente à entrada principal do Poder Legislativo Municipal?
 
JEFFERSON PRAIA VISITA COMUNIDADES
O ex-senador Jefferson Praia (PSDB), continua intensificando suas visitas às comunidades. Neste domingo (15/04), foi visto na Feira do Lírio do Vale conversando com as bases
ABEL ALVES É PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO DE TEFÉ
Abel Alves intensifica seu trabalho em Tefé (AM) objetivando robustecer a sua pré-candidatura a prefeito do município nas próximas eleições.


JACINTO SE RECUPERA E RECARREGA AS BATERIAS
O vereador Raimundo Jacinto da Silva (PR), de Iranduba (AM), está hospitalizado, mas sente-se bem. Aos amigos que lhe visitaram no Hospital Adventista falou que vai aproveitar esse período de recuperação para renovar a bateria visando as eleições que estão à postos.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Imposto sindical: Centrais entram em rota de colisão.

SÃO PAULO e BRASÍLIA - A disputa por um bolo bilionário promete pôr as centrais sindicais em rota de colisão. Sindicalistas da Central Única dos Trabalhadores (CUT) vão nesta sexta-feira à Avenida Paulista ouvir a opinião dos trabalhadores sobre o imposto sindical. A ação é parte da campanha que a maior central sindical do país - com cerca de 22 milhões de filiados em 2.191 sindicatos - lançou no fim do mês passado para defender o fim do recolhimento do tributo. Ele é descontado todos os anos (sempre em março) dos salários dos contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), independentemente de o trabalhador ser associado ou não ao sindicato da categoria, e equivale a um dia de trabalho. Segundo o Ministério do Trabalho, no ano passado essa mordida compulsória chegou a R$ 2,4 bilhões.
A Força Sindical e a União Geral dos Trabalhadores (UGT), que representam juntas cerca de 18,5 milhões de sindicalizados, já se manifestaram contra a proposta da CUT, com o argumento de que o fim do desconto compulsório do tributo enfraqueceria os sindicatos e só interessaria às empresas.
- A campanha da CUT parece uma campanha patronal para enfraquecer os sindicatos. É óbvio que se eu perguntar ao trabalhador se ele preferiria não pagar o imposto sindical ele vai responder que sim - disse o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves.
A CUT se defende ainda das acusações que a defesa dessa proposta, neste momento, seja oportunista.
- Desde que foi criada, a CUT defende a autonomia e a liberdade sindical, que vão contra a existência de um imposto sindical que liga os sindicatos ao governo. Somos a favor que os trabalhadores votem a remuneração dos sindicatos em assembleia - disse Artur Henrique, presidente da CUT.
FAT deu às centrais R$ 370 milhões
Segundo a CUT, o fim do imposto sindical estava no acordo que foi estabelecido no Fórum do Trabalho, realizado no primeiro mandato do governo Lula. O documento, assinado por seis centrais sindicais, previa o reconhecimento das centrais, a distribuição dos recursos de acordo com a representatividade e, segundo Henrique, tinha em sua última cláusula o fim da cobrança obrigatória, que seria substituída por outra modalidade de cobrança.
- A CUT só aceitou porque o último item do acordo era que a contribuição obrigatória acabaria e, em seu lugar, haveria um outra cobrança. Depois de brigar muito e cobrar esse acordo no Congresso, vimos que esse item não seria cumprido. Por isso, resolvemos iniciar a campanha.
A consulta popular feita pela CUT vai até o fim deste mês. A partir de maio, a central vai começar a coletar assinaturas para um projeto de emenda à Constituição que acabe com o imposto sindical. A intenção do sindicato é aplicar a Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que garante autonomia aos sindicatos e prevê uma lei contra a prática antissindical, para coibir a ameaça de demissão de trabalhadores ligados ao sindicato.
- Temos uma longa luta pela frente. Nosso objetivo é chegar a agosto de 2013, mês em que a CUT completa 30 anos, com milhões de assinaturas para finalmente trazer a autonomia e liberdade aos sindicatos, sem ligação com o governo e empresas - disse.
Além de comprometer a autonomia do sindicato, Henrique acrescenta que a existência de uma cobrança sindical compulsória favoreceria a acomodação dos representantes sindicais.
- Tem muito sindicato fantasma que só existe para dar dinheiro ao sindicalista e não faz nada pelo trabalhador. Com o fim do imposto, o sindicato seria obrigado a atender melhor a base - afirmou ele
Embora seja conhecida pelas outras centrais, a campanha da CUT pelo fim do imposto sindical já suscitou protesto das rivais. A Força Sindical, entidade que representa 11 milhões de trabalhadores, é contra por entender que as negociações levadas a cabo pelo sindicato beneficiam a todos os trabalhadores e, por isso, devem ser remuneradas.
Para Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), que representa 7,5 milhões de trabalhadores, o imposto sindical permaneceu como a principal forma de remuneração dos sindicatos por tanto tempo porque é difícil de ser substituído.
- Não acreditamos que a proposta da CUT de que os próprios trabalhadores decidam em assembleia uma forma de cobrança dê certo. Essa cobrança pode sofrer a oposição de trabalhadores pressionados pelas empresas, que têm interesse em enfraquecer os sindicatos - atacou ele.
Nos últimos quatro anos, desde que passaram a receber uma fatia do imposto sindical obrigatório, as centrais sindicais abocanharam R$ 370,5 milhões, dinheiro que antes ia para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Para serem reconhecidas legalmente e passarem a ter direito a uma fatia do bolo arrecadado pelo imposto sindical obrigatório, as centrais sindicais comprometeram-se em apoiar o fim do tributo, em troca de uma contribuição negocial aprovada pelas assembleias de trabalhadores, mas passados quase cinco anos nada foi feito nesse sentido.
STF não tem data para dar parecer
O DEM contesta em ação no Supremo Tribunal Federal (STF) o direito dessas entidades de receber parte do imposto, mas não há data prevista para o assunto retornar à pauta da Corte. Em março de 2010, a ação começou a ser analisada pelos ministros do STF, mas quando a votação estava empatada, com três favoráveis e três contrários, o processo foi suspenso com pedido de vista do ministro Carlos Ayres Brito. No processo, o partido alega que as centrais são associações e não fazem parte do sistema sindical, formada por sindicatos, federações ou confederações.
A CUT, que defende o fim do imposto obrigatório, enviou carta ao presidente Cezar Peluso, pedindo agilidade no julgamento. Mas nessa luta a central está sozinha. A Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), por exemplo, iniciou em março campanha publicitária em todos os estados pela manutenção do tributo.