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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

PROJETO JARAQUI FAZ HOMENAGEM AO CLUBE DA MADRUGADA




Mena Barreto cumprimenta o ex-senador Evandro Carreira, decano do Clube da Madrugada.




Mena Barreto fala da importância do Clube da Madrugada, incentivando os jovens poetas.



Grupo seleto de intelectuais escutam o pronunciamento do prof. Ademir Ramos.
  
 
Evandro Carreira declamou o poema de Farias de Carvalho: “Meu Canto Novo”.



Evandro Carreira no momento da entrega da Placa, em homenagem aos 58 anos de fundação do Clube da Madrugada, ao poeta Elson Farias, imortal da Academia Amazonense de Letras.
  

Cristóvam Luiz enaltece os membros do Clube da Madrugada.




Mena Barreto, Elson Farias, Ademir Ramos, Paulo Onofre e o sindicalista José Ferreira Lima Evandro Carreira declamou o poema de Farias de Carvalho: “Meu Canto Novo”.
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A universitária de jornalismo Camila Castro, iniciando suas atividades como cinegrafista do Projeto Jaraqui. Na foto ela está sendo orientada por Elson Melo.




O poeta Elson Farias, faz emocionado discurso e fala da importância do Clube da Madrugada.
  



Paulo Onofre, Elson Farias e Ademir Ramos durante a homenagem aos 58 anos do Clube da Madrugada.
 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

CACIQUES IMAGINÁRIOS BATEM TAMBOR PARA AJUDAR O CORPO DE BOMBEIROS



Somos filhos da decadência, da corrupção e ainda somos o segundo lugar em injustiça social, só perdemos para Botsuana, mas somos campeões mundiais de miséria. Que vergonha!
Lembro o incidente trágico do World Trade Center, quando os corajosos bombeiros novaiorquinos arriscando a própria vida, se arvoravam no interior das duas torres gêmeas para salvar vidas, e  muitos perderam a própria nesse afã inesquecível de solidariedade humana.
 em Manaus também o nosso intrépido Corpo de Bombeiros, no incêndio que devastou inúmeras casas no bairro de São Jorge, fez jus a nomenclatura corporativa, também se dedicando com bravura ao mister de cuidar do próximo como a si mesmo.
Acontece que não há hidrantes naquele trecho, como Manaus possui no Centro, daí a dificuldade de apagar o escaldante fato.
Que o Estado e a Prefeitura, observem isso, na prevenção de outro incêndio arrasador, especialmente pelos bairros de nossa cidade, que carecem de infraestrutura. Lembramos que Arthur quando prefeito na primeira vez iniciou um belo trabalho de sistema de esgotos, coisa que prefeito nenhum até hoje lembrou de fazer.
Se o bairro onde se registrou o terrível incêndio, tivesse hidrantes, as perdas seriam minimizadas, e os moradores vitimados não estariam sofrendo tantas alimárias cortantes. Isso nos remete ao comentário de um cientista francês em visita ao nosso país: “No Terceiro Mundo o Estado é ausente”. É verdade, amigos, um dia desses o impostômetro registrou um trilhão de reais, e o resultado nacional é esse: Péssima Educação, Saúde deplorável, segurança não existe, e tome corrupção – é verdade, somos filhos da decadência e da corrupção, por isso apesar do governo Dilma receber os aplausos das nações, ainda somos o segundo lugar em injustiça social, só perdemos para Botsuana, mas somos campeões mundiais de miséria. Que vergonha!
Mas para debelar essa falta de vergonha pública. O poder deveria dar mais apoio logístico e tecnológico ao nosso  preciso Corpo de Bombeiro, pois a rapaziada merece, aliás quem mete a mão no fogo pelo outro, mercê toda a nossa consideração. Salve Jorge!
Quantos aos caciques imaginários, eles bateram tanto tambor que, no dia seguinte do incêndio, foi um chuveiro dos infernos. É mole! 

Alexandre Otto, é poeta e membro do Clube da Madrugada.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        
                                                                             

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O SENHOR DOS ANÉIS NA CMM

A saga da trilogia cinematográfica ‘Senhor dos Anéis’, ganha corpo com a eleição da CMM, resta ver quem ganhará o pleito, isto é, ou um pau mandado e fantoche político.
A Sociedade do Anel municipal composta pelos bons vereadores de Manaus poderá ser surpreendida por algum neurótico Smigol, fisiologista, cuja performance era meter a mão no dinheiro público, usando a capa institucional do poder.
A mídia local, as pessoas de bem de nossa cidade, deveriam amolar suas espadas legais, e arremeter contra esses espertalhões contumazes em fraudar o erário através de suas artimanhas já conhecidas pela sociedade. Os ladrões do povo mudam apenas de máscara, pois são figuras ilícitas em qualquer direção.
Essa corja de bandidos é notória quando se trata de tomar o poder, fazendo manobras e negociatas que deixariam Scarface no chinelo, tão grande a periculosidade desses políticos profissionais em roubar e surrupiar as verbas municipais.
Vão tentar comprar a consciência dos vereadores, manipulando a votação em troca de favores. E isso será crime punível com a perda do mandato. Mas sempre o prefeito eleito colabora e subverte o poder institucional da Câmara, transformando a eleição em mensalão impróprio com os edis eleitos, todos, pessoas de bem, sem exceção. Isso até agora. Esperamos um resultado sobranceiro e que uma pessoa de estatura ilibada seja eleita, para o bem de Manaus e da população.
A saga da trilogia cinematográfica ‘Senhor dos Anéis’, ganha corpo com a eleição da CMM, resta ver quem ganhará o pleito, isto é, ou um pau mandado e fantoche político, ou um Aragon herdeiro da bravura do índio Aiuricaua, que preferiu lançar-se às águas do rio Negro do que ser conduzido algemado à Portugal.
Esperamos que o Smigol escorregue no quiabo e caia no vulcão com o anel do poder e que a Câmara Municipal de Manaus, que já possuiu presidentes ilustres, volte a ser dirigida por um edil cidadão comprometido com a causa pública e o zelo pelo dinheiro do povo.
Gostaria que a mídia local botasse a boca no trombone, fazendo fileiras por um vereador que tenha passado de luta e que não coma pela mão dos outros, pois o povo desta cidade já está cansado de ver uma instituição tão nobre como a CMM, ser dirigida por marionetes ou vacas de presépio que obedecem cegamente um manda-chuva político. Ora bolas, prefeito é prefeito, e presidente da Câmara é presidente da Câmara, e não célula tronco do Executivo. Queremos um presidente autêntico e não um lacaio do poder. Isso vem a calhar com a famosa frase do cantor Falcão, que é arquiteto  e foi marido da linda Débora Secco: “Homem é homem,menino é menino, ladrão é ladrão, e boiola é boiola”.
Calderaro, “você tá fazendo muita falta, seu colega”, como diria o nosso Bernardo Cabral.

Alexandre Otto,
É poeta,
E membro do Clube da Madrugada

Na Távola Municipal de Arthur tem que ter um Lancelot: Mário Frota.



Mário Frota é o nome maior da CMM atual, pela sua história política. Isso o aproxima do campeão inglês Lancelot, que era o cavaleiro principal do Rei Arthur, na Távola Redonda.
Postulado histórico do povo manauara, a eleição de Arthur Neto, prefeito, foi esmagadora e revolucionária, pois o mesmo derrotou com um golpe de Excalibur eleitoral, além de  Vanessa, também Lula, Dilma e Eduardo Braga, apoiadores da combativa senadora.
Nessa dimensão de conquistas éticas e indômitas, a eleição de qualquer um outro para presidência da Câmara Municipal de Manaus, que não seja  Mário Frota, destoa do paralelismo de conquistas democráticas e idôneas, pois Mário além de ser o  decano dos edis da Casa, é preponderantemente ético e honrado, para exercer tal cargo institucional  de monta, pois a CMM não pode ter   como mandante alguém que manche o áureo pano sagrado da casa da legislação manauara.
Congressista combativo contra a ditadura militar, e vereador aguerrido contra a corrupção, Mário Frota é o nome maior da CMM atual, pela sua história política e pelo desassombro de enfrentar os inimigos do povo e os donos do poder, sempre priorizando a verdade no bom combate e na defesa dos fracos e oprimidos. Isso o aproxima do campeão inglês Lancelot, que era o cavaleiro principal do Rei Arthur, na Távola Redonda.
Essa conexão nominal vem a calhar aqui em Manaus, uma cidade tão próxima da Inglaterra, daí o Rodway, e outras realizações britânicas que nos aproximam do fleuma londrino, pois Manaus já foi metrópole de perfil europeu, prova disso é o nosso Teatro Amazonas.
Então, Arthur, por que não lutar por Mário presidente da Câmara? Por que não buscar um aliado do povo e da ética para comandar a instituição municipal?
Talvez seja esse um momento de reflexão histórica, quando Manaus poderá ter um prefeito digno e competente, e um presidente da Câmara, honesto e fiel ao povo, pois sempre se posiciona ao lado da população, atacando de maneira veemente os corruptos enganadores do povo  manauara.
Forças ocultas já estão arremessando um bunker de sepulcros caiados para tomar o poder da mão do povo, manipulando a presidência da Câmara Municipal de Manaus, para transformá-la em mesa alcaponiana de negociações sombrias, maleita que não cabe no perfil dessa áurea Casa.
Cuidado Arthur! Mário é honrado, e a CMM é o templo da liberdade e da lei. E sob esse teto, não poderá jamais medrar negociatas espúrias, nem banquetes com a carne sofrida do povo.
A CMM precisa de um presidente que não voe tão alto como um Albatroz, mas de um homem bravo que defenda a integridade do povo de Manaus.

Alexandre Otto,
é poeta e membro
do Clube da Madrugada.