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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

AS FEZES DO LOBISOMEN MANAUARA



 Arthur e Omar, dois grandes gestores que devem encontrar uma solucão para as pizzas de bosta que se transformam em chuva de bactérias, que poluem os nossos alimentos.
O carros passam por cima desse mar de bosta urbana. Fazem a pizza macabra, cai a chuva e amiúda, vem o sol e o vento que sopra pra dentro das casas um oceano de bactérias que cai sobre os alimentos que são ingeridos pelos adultos e crianças.
Merda é assunto universal. Bocage escreveu um dos sonetos mais perfeito da língua portuguesa falando em bosta, o “Soneto da Dama Cagando” (vide abaixo), hoje com centenas de declamações na WEB, todas com sentido inebriante embota malcheiroso.
E sabendo que o ‘côcô’ é temática mundial de sucesso, hoje aproveito para vender o meu peixe, e não pensem que é a manjada piada – chuva de merda na China.
Ocorre que a UNESCO informa por meio de reportagem cientifica, que na cidade do México, na favela ‘Cabeça de Coiote’ - uma favela   do tamanho der Manaus - cuja população atinge dois milhões de habitantes, os cães  vadios depositam nas ruas 200 toneladas de merda de cachorro, agregada e fedorenta pra caralho, quem já pisou em merda de cachorro sabe do que estou falando.
O carros passam por cima desse mar de bosta urbana. Fazem a pizza macabra, cai a chuva e amiúda, vem o sol e o vento que sopra pra dentro das casas um oceano de bactérias que cai sobre os alimentos que são ingeridos pelos adultos e crianças. Lá foi feita uma providência sanitária que minimizou sobremaneira as doenças da população.
Em Manaus, com cerca de 300 toneladas de bosta de cachorro nas ruas, sim porque as domas e domos dos cachorros de nossa cidade, ainda levam seus cães para cagar na rua e às vezes em frente da casa de um vizinho adversário. O bugre urbano é muito mal educado. O cientista Steve Pinker tem razão, quando prova cientificamente que essa gente insalubre só usa para viver, a parte traseira do cérebro. É verdade! Sem usar a parte frontal do cérebro, que é a área do Homo Sapiens – ética, estética, valores, princípios, cultura, civilização etc. O pessoal, coitado, ainda vive circunstancialmente numa era anterior ao homo habilis e  erectus, isto é, são robôs biológicos, antropóides primitivos,que infelizmente aprenderam a pensar comercialmente, sem vôos maiores, é pena.
Seria bom o prefeito, os vereadores e o secretário de saúde ler este artigo, pra tirar pelo menos uma titica de galinha do assunto em questão, pois o povo manauara já está se acostumando a cheirar e pisar em merda de cachorro.
O lobisomem manauara ataca. Por favor, autoridades, façam Alguma coisa, pelo amor de Deus. Não fiquem aí, cagando  pra sorte do povo de Manaus. E tem mais uma – O Steve Pinker pegou vocês. KKKKKKKKKKKKKKKKKK !

Alexandre Otto,
é poeta e membro do
Clube da Madrugada,                                                                                                                                                     


SONETO DA DAMA CAGANDO

Cagando estava a dama mais formosa,
E nunca se viu cu de tanta alvura;
Porem o ver cagar a formosura
Mette nojo à vontade mais gulosa!

Ella a massa expulsou fedentinosa
Com algum custo, porque estava dura;
Uma charta d'amor de alimpadura
Serviu àquella parte malcheirosa:

Ora mandem à moça mais bonita
Um escripto d'amor que lisonjeiro
Affectos move, corações incita:

Para o ir ver servir de reposteiro
À porta, onde o fedor, e a trampa habita,
Do sombrio palacio do alcatreiro!

by Manuel Maria de Barbosa l'Hedois du Bocage (Da Boss)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

MARIO FROTA, PARABÉNS PELO PALETÓ MORTO E PREPARE NOVA LEI DEFENDENDO O DINHEIRO DO POVO



Aliás, vou fazer um teste com cada vereador: vocês sabem o que é MUNICIPALIDADE? Ah!, mas não sabem mesmo, pois não a  praticam.
Poucos políticos nesse Brasil se preocupam com os gastos do dinheiro público. Mário Frota é essa boa exceção justamente  porque a farra  com o dinheiro do povo não tem limites para essa cambada de espertalhões contumazes em meter a mão na cumbuca do erário.
A luta do citado edil foi constante e sem trégua, parece até que esse vereador, seguindo o conselho dado por mim em outro artigo, já viu o filme Lincoln, de Spielberg, pelo menos umas três vezes, coisa que nenhum político caboclo fez até hoje e por toda a sua vida. Aliás, vou fazer um teste com cada vereador: vocês sabem o que é MUNICIPALIDADE? Ah!, mas não sabem mesmo, pois não a  praticam.
Talvez só o vereador Waldemir José e o Joãozinho, que vivem no meio do povo, entendem essas minhas palavras, o resto, se elege e se afasta. Tire a bunda do gabinete, autoridade, chegue perto da nossa gente. O povo sofre. Manaus é uma ilha de prosperidade cercada de favelas e miséria por todos os lados, essa é a realidade. O povo continua sozinho.
O auxilio paletó, já foi pra merda. Obrigado, Mário!
Agora se arme novamente com a impavidez de Emiliano Zapata, e lute para que a grana do povo que é dada aos grupos folclóricos e escolas de samba, para os mesmos apresentarem prestação de contas do dinheiro gasto. Tem que apresentar documento, pois essa grana é dinheiro do povo.
E tem mais, lá na terra do Lincoln, dinheiro do contribuinte é respeitado, e tome respeito nisso.
Lembro o governador de Ohio, sendo encarado pelo juiz que decretou: - O senhor está condenado, governador. A mídia informa – 10 anos de xaxado. Valeu, corte americana. O dito está mofando na cadeia. Parece até que o impávido negão do Supremo leu a reportagem. A turma do Valerioduto também dançou aqui no Brasil. A coisa está mudando, Mário Frota, continue dando o bom exemplo, amigo!
Alexandre Otto,
é poeta e membro do
Clube da Madrugada. 

DILÚVIO EM MANAUS



Não tem porra nenhuma, neguinha. As autoridades não movem um caneco de água para atender a população que está roendo beira de sino. Falta tudo na cidade “risonha”: não há gestor, nem práxis.
Parece até que o carnaval não acabou e a música “As águas vão rolar”, viram cotidiano chuvoso, pois as pancadas de água que acometem nossa cidade transformam o ruim no pior, diante do aguaceiro vigente transformando a vida do manauara num inferno aquático, que inunda bairros e covões onde a nossa gente mais humilde habita.
Chuvas torrenciais caem direto de ponta a ponta dessa urbe construída a toque de caixa, sem nenhum planejamento urbano científico. O resultado está aí, uma cidade que inchou para todos os lados, agregando invasões e outras escaramuças do povo que quer ter um pedaço de chão para morar.
A cada pé d’água, quem mora nos baixões, sofre mais que guabiru em terra de gato estripador, é verdade, o povo sofre e nunca goza ao contrário do que pensa o jornalista Macaco Simão.  Aliás, além do abandono das autoridades e políticos, agora o povo também está apanhando da natureza, mesmo a gente sabendo que aqui é o trópico úmido e, segundo o nosso amazonólogo e eterno senador Evandro Carreira, o único que chegou e entrou em harmonia com a homeostase da floresta foi o índio, que chegou nu e na ponta dos pés.
Mas já que estamos aqui, o governo deveria fazer uma alternativa de providências para as épocas de chuva pesada.
O povo sofre muito com o aguaceiro caindo do céu, e o que deveria ser uma benção, vira uma tragédia com a água chegando e levando a vida da nossa gente num demoinho circunstancial, de angústia e sofrimento, saindo pelo ladrão, como se Manaus vivesse um dilúvio cotidiano e nós não temos uma Arca de Noé providencial para nos salvar de sermos afogados pelo abandono político e pelo descaso das autoridades que não movem nem um caneco de água para atender as reivindicações da população que está roendo beira de sino, pois na nossa cidade “risonha”, falta tudo, não há gestor, nem conceito, nem práxis, ora bolas, então não tem porra nenhuma, neguinha.
Alexandre Otto,
é poeta e membro do
Clube da Madrugada.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

EM IRANDUBA LIXEIRA À CÉU ABERTO POLUI NASCENTES DE IGARAPÉS



A merda, literalmente, era aproveitada como adubo para tornar o chão chinês fértil e ninguém ousaria cantar aquela canção do Chico Buarque.
Quando da gestão do prefeito Nonato Lopes, fizemos várias denúncias por meio deste blog, que defende a coisa pública e o povo Irandubense. Numa ocasião denunciamos a poluição das nascentes dos igarapés e a lixeira à céu aberto, instaladas no perímetro urbano da cidade, mas a prefeitura do município, na época, parece que resolveu piorar a coisa que já era ruim e ficou pior quando mandou aterrar o lixo sem os critérios recomendados pelos órgãos que regulamentam as questões do meio ambiente.
O prefeito e o secretário de Meio Ambiente do Município de Iranduba à época, sabiam que lixo não é pó para ser aterrado, teria que ter tratamento adequado. O Brasil e demais países em desenvolvimento (que antes chamávamos de países do terceiro mundo), perde anualmente bilhões de dólares por falta da reciclagem do lixo. Nos países desenvolvidos o lixo é uma fonte de renda e fator gerador de emprego e renda, no Brasil a burrice e incompetência desses pseudos técnicos e governantes não lhes permitem enxergar um palmo diante do nariz.
Na China, há décadas, durante o governo de Mao Tsé-Tung, se faziam nas comunas o aproveitamento das fezes das cloacas coletivas nas comunidades rurais. A merda, literalmente, era aproveitada como adubo para tornar o chão chinês fértil e ninguém ousaria cantar aquela canção do Chico Buarque que dizia: “joga bosta na Geni”, justamente porque a merda dos chineses estava valendo ouro.
Agora, os fãs do Chico estão com uma vontade imensa de jogar a bosta de qualquer Geni, no ex-gestor irandubenses que mandou aterrar o lixo, criando uma lixeira poluente e um risco de contaminação do lençol freático e o do igarapé que passa nas proximidades do lixão.
O exemplo mais gritante que tivemos em Manaus foi o balneário da Ponte da Bolívia que há alguns anos era um ponto turístico e após a instalação de uma lixeira nas proximidades, o igarapé se transformou em um esgoto a céu aberto. 
A nova lixeira de Iranduba, se não for tratada adequadamente, vai se tornar um criatório de ratos, baratas, urubus, insetos, doenças e com aumento do êxodo de pessoas para aquele município, com a inauguração da ponte, sem sombra de dúvidas surgirá vários bolsões de miséria. A tendência disso, será inevitável o surgimento de pessoas à cata de alimentos naquele local, como já acontece em outras cidades.
Sugerimos ao prefeito Xinaik Medeiros que elabore uma campanha educativa com o objetivo de conscientizar a população a coletar o lixo de forma seletiva, tendo como alvo principal os alunos da rede educacional do município, pois a reciclagem do lixo pode vir a ser uma fonte de renda, além de preservar o meio ambiente.
A inoperância do poder público municipal de Iranduba sempre foi gritante tanto que a Praça dos Três Poderes, bem ali no nariz do prefeito, ficou mais de seis anos, sem receber nenhuma reforma. Na sede do município você caminhava na gestão de Nonato Lopes, por alguns bairros da periferia e logo se deparava com monturos de lixo onde ratos e baratas faziam a festa.
A eleição passou e o prefeito é o Xinaik, esperamos que a meta a ser perseguida por esse gestor, seja o trabalho visando a preservação do meio ambiente, para que  o povo que vai jogar a bosta na Geni, o penico não seja derramado em cima dos políticos, que porventura ousarem em abandonar o povo irandubense. Aí sim, é como aquela música que vai ser cantada ao contrário: “Chuva de merda que cai sem parar...” e o alvo será a cabeça dos maus políticos irandubenses.
Por Paulo Onofre         
Jornal Tribuna do Iranduba