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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

FIQUEM DE OLHO NA VENDA DA CIGÁS


 Cadê o Gás de Coari?
A população deve ficar atenta para a venda CIGÁS, para não ser entregue por uma bagatela, temos exemplos do passado, quando foram vendidas a COSAMA e o BEA.
A pergunta que não quer calar é a seguinte: ‘Governador Omar, cadê o nosso Gás? O Governo Federal gastou R$ 5,5 bilhões para trazer o gasoduto de Coari a Manaus. Os objetivos desse investimento seria transformar a matriz energética de Manaus para baixar os custos da energia elétrica nas residências, comércio e indústria, além de implantar o Gás Natural Veicular (GNV), em todos os taxis da cidade.
Anos depois, de uma frota com aproximadamente 6 mil táxis, temos apenas 500, que foram modificados para usar o GNV e o mais agravante é que na cidade há somente dois postos para abastecer esses veículos.
Taxistas informam que a redução do custo mensal com a utilização do gás, seria de aproximadamente 40% menor do que é gasto com gasolina, mas eles se sentem temerosos em fazer a mudança em virtude de em Manaus ter apenas duas alternativas de abastecimento, em virtude disso formam-se filas quilométricas para abastecer o GNV, que redunda em uma perda de tempo e prejuízo para o motorista.
         Circulam notícias que a Cigás, empresa criada pelo Governo do Estado para administrar a distribuição de GNV, será vendida para um grupo baiano. Vou sugerir aos nossos companheiros do Projeto Jaraqui, que coloquemos na pauta este assunto para discussão.
A venda da CIGÁS tem sido pouco divulgada pela imprensa, mas o processo está em curso e, quando a população for informada, a venda esta já terá sido efetivada, sem qualquer discussão com a sociedade civil organizada, que deveria ser a principal interessada que é composta pelos contribuintes que pagam seus impostos.
A população deve ficar atenta para a venda CIGÁS, para não ser vendida por uma bagatela, temos exemplos do passado, quando foram vendidas a COSAMA e o BEA, duas empresas que pertenciam ao Governo do Estado, e até hoje ninguém sabe onde, ou em quê, o dinheiro foi aplicado. (Por: Paulo Onofre).

POR CAUSA DE DENÚNCIAS CONTRA XINAIK BANABÉS DE IRANDUBA QUASE VÃO ÀS VIAS DO FATO NA SALA DO SECRETÁRIO




O início da sessão foi muito tenso e todos esperavam o pronunciamento de Kennedy Maia, foi quando o presidente da Casa, Francisco Elaime, sem motivos plausíveis e não atendendo o Regimento Interno, deu por encerrada a sessão.
Ontem à noite, na sala do Secretário de Finanças de Iranduba, David Queiroz, houve um bate boca e ameaças entre dois BARNABÉS (funcionário público de baixo nível hierárquico - um efetivo e outro cargo de confiança), que por pouco não chegaram às vias do fato. De acordo com a fonte, o episódio foi testemunhado pelo professor Israel, que estava no local da zorra.
Durante o arranca rabo, ‘a turma do deixa disso’ chegou e os ânimos foram acalmados. O acirramento das discussões entre os barnabés é consequência do dia tenso vivido ontem na Câmara Municipal de Iranduba (CMI), face as denúncias que iriam ser feitas pelo Sr. Kennedy, que acabou terminando de forma melancólica. Alguns falam em pizzas; outros mais mordazes afirmam ser  macarronada.
O certo é que o ex coordenador da Defesa Civil Do Município de Iranduba esteve ontem na CMI aguardando o momento para fazer um pronunciamento no qual faria graves denúncias contra o prefeito Xinaik.
O início da sessão foi muito tenso e todos esperavam o pronunciamento de Kennedy Maia, foi quando o presidente da Casa, Francisco Elaime, sem motivos plausíveis e não atendendo o Regimento Interno, deu por encerrada a sessão, frustrando não somente ao Kennedy, como também as pessoas que se postaram desde cedo na Galeria da Câmara, ansiosas para ouvir as denúncias. A atitude do vereador Elaime, desencadeou uma insatisfação generalizada do povo que lotava a galeria daquela Casa Legislativa.   
Um morador da cidade, que esteve presente na Sessão Plenária, me afiançou que os vereadores pediam a todo momento que o presidente encerrasse a sessão, uma vez que a pressão popular era muito grande.
Agora resta somente ao ex coordenador da Defesa Civil dar entrada em suas denuncias no Ministério Público. (Por: Paulo Onofre).

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

POLÍTICOS 'FICHAS-SUJAS' APOSTAM EM PARENTES PARA MANTER O PODER



O governador cassado da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB) (Foto: Fabio Pozzebom/Agência Brasil)
PATRÍCIA BRITTO
DE SÃO PAULO
Impedidos de disputar as eleições no próximo ano, políticos enquadrados na Lei da Ficha Limpa têm um plano B: muitos deles tentarão eleger parentes e afilhados ao Legislativo em 2014.
       Até quem diz que estará na disputa -todos ainda poderão brigar na Justiça para participar do pleito- já prepara algum herdeiro para o caso de ter a candidatura barrada.
Em geral, os sucessores são jovens e disputarão a primeira eleição. Formado em direito, Pedro Cunha Lima, 25, filho do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), tentará vaga na Câmara dos Deputados.
"Sempre cultivei o sonho de me tornar professor, mas percebi que posso contribuir com a Paraíba", disse Pedro.
Cássio Cunha Lima foi cassado quando era governador da Paraíba e está inelegível até o próximo ano. Eleito senador em 2010, só foi empossado no ano seguinte após o Supremo Tribunal Federal definir que a Lei da Ficha Limpa não teve validade para aquela eleição.
A regra que torna os políticos "fichas-sujas" inelegíveis começou a valer nas eleições municipais de 2012 e será aplicada pela primeira vez em 2014 nas disputas para presidente, governadores, deputados e senadores.
Pela lei, não podem se candidatar políticos condenados em decisão final, quando não cabem recursos, ou colegiada -mais de um juiz. Também fica impedido quem teve contas rejeitadas, mandato cassado ou renunciou para escapar de cassação.
A legislação não impede que parentes de "fichas-sujas" participem das eleições. Em 2012, alguns desses políticos que elegeram afilhados acabaram integrando as gestões ou mesmo exercendo os mandatos na prática.
"Seria um grande avanço se essas pessoas [com ficha suja] fossem proibidas de participar da administração", diz o juiz Márlon Reis, um dos autores da Lei da Ficha Limpa.
Em Rondônia, parentes do deputado Natan Donadon (ex-PMDB) e do senador Ivo Cassol (PP) preparam-se para seguir os padrinhos, que tiveram mandato preservado mesmo após condenados pelo STF, mas estão inelegíveis.
Preso há cinco meses, Donadon espera eleger o sobrinho Junior, 36, deputado federal. Donadon foi condenado a mais de 13 anos de prisão por desvio de recursos do Legislativo estadual.
Cassol, condenado a mais de quatro anos em regime semiaberto por fraude em licitações, quer ver a filha Karine, 23, na Assembleia de RO.
GERAÇÕES
Condenado no julgamento do mensalão, o ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE) prepara a volta do filho Fábio Corrêa Neto, 41. Advogado afastado da vida pública desde 2000, quando foi deputado estadual, Fábio poderá disputar para deputado federal.
Também trabalham para eleger sucessores o deputado federal João Pizzolatti (PP-SC) e o estadual José Riva (PSD-MT), ambos condenados por improbidade administrativa, e o ex-senador Expedito Júnior (PSDB-RO), cassado por compra de votos, mas com esperança de reverter a decisão.
"É lógico que sou candidato, não há nada que possa impedir. Mas estou preparando meu filho para o Congresso, caso haja impedimento para a gente", disse Expedito.

Colaboraram: FRANCISCO COSTA, de Porto Velho, WILLIAM DE LUCCA, de João Pessoa, e RODRIGO VARGAS