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sábado, 16 de novembro de 2013

PROJETO JARAQUI CONVIDA POLÍTICOS, EMPRESÁRIOS E AMBIENTALISTAS PARA DISCUTIREM A PAVIMENTAÇÃO DA BR 319




Por: Ademir Ramos
 Da discussão e das tratativas entre as partes em conflito deverá sair uma agenda de mobilização com propósito de formar um bloco atuante tanto em Manaus como em Brasília.
A discussão na Praça do Jaraqui é um chamamento geral que tem por objetivo agregar e mobilizar os agentes públicos, privados e representantes do movimento social para iniciar uma ampla discussão nos meios de comunicação, no parlamento municipal, estadual e nacional para que o governo federal assegure a pavimentação da BR -319 como principal modal de escoamento do Polo Industrial de Manaus. Depois não diga que não foi convidado.
A direção do Projeto Jaraqui toma a frente do movimento de rua convocando publicamente para este sábado (16) políticos, empresários, ambientalistas , assim como também, lideranças indígenas e outros atores sociais que queiram discutir a pavimentação da BR-319 (Manaus/Porto Velho), examinando os entraves e a falta de compromisso do governo Dilma Rousseff pelo não Planejamento Estratégico nas Políticas de Infraestrutura de Transporte da Amazônia.
O Jaraqui tem como plataforma de mobilização, os encontros que realiza todos os sábados na Praça da Polícia, na República Livre do Pina, no centro histórico de Manaus. A pauta deste sábado vai discutir o Plano Nacional de Logística de Transporte (PNLT), do Ministério dos Transportes, onde consta a construção de sete projetos de hidrovias na região amazônica, somando 5.838 quilômetros com investimentos na ordem de R$ 1,55 bilhão. No entanto, nenhuma destas obras está na lista de prioridades do Governo Federal.
A defesa da Zona Franca e a sua prorrogação é inquestionável pelo seu valor estratégico militar e ambientalmente correto para o desenvolvimento regional e nacional credenciando o Brasil no fórum das nações. Mesmo assim, o governo Dilma Rousseff tem feito pouco caso à matéria, contando com a conveniência da claudicante bancada do Amazonas no Congresso Nacional. A permanência e a continuidade do Projeto Zona Franca de Manaus requer, sobretudo, a consolidação dos modais, em particular, da BR-319, que integra o Amazonas a malha Rodoviária Nacional.
A discussão na Praça do Jaraqui é um chamamento geral que tem por objetivo agregar e mobilizar os agentes públicos, privados e representantes do movimento social para iniciar uma ampla discussão nos meios de comunicação, no parlamento municipal, estadual e nacional para que o governo federal assegure a pavimentação da BR -319 como principal modal de escoamento do Polo Industrial de Manaus.
Além dos debates com os ambientalistas, empresários, políticos e agentes públicos, o Jaraqui deverá definir em Praça Pública estratégia de mobilização, visando se manifestar publicamente na chegada da Presidenta Dilma Rousseff, em sua visita a Manaus nos próximos dias de novembro, articulando força junto a Federação da Indústria do Estada, da classe trabalhadora, dos profissionais liberais, socialmente responsáveis, e demais forças que queiram lutar pela Pavimentação da BR-319 articulada com o crescimento econômico do Polo Industrial de Manaus seguido de prosperidade e responsabilidade social das corporações empresariais em favor dos beneficiários diretos que são os trabalhadores e seus familiares. 
Da discussão e das tratativas entre as partes em conflito deverá sair uma agenda de mobilização com propósito de formar um bloco atuante tanto em Manaus como em Brasília. E se você se sente parte do problema venha para o Jaraqui e manifeste suas considerações, protestos e indignação numa perspectiva de assegurar a integração, o desenvolvimento e prosperidade do nosso Amazonas.

Esclarecimento: (9984-1256).



quinta-feira, 14 de novembro de 2013

DILMA VETA INTEGRALMENTE PROJETO QUE CRIARIA NOVOS MUNICÍPIOS





Brasília – A presidenta Dilma Rousseff vetou, integralmente, o Projeto de Lei 98/2002 que criava, incorporava, fundia e desmembrava municípios.
No despacho presidencial ao Congresso, publicado hoje (14), em edição extra no Diário Oficial da União, Dilma diz que a proposta de lei devolvida ao Congresso, contraria “o interesse público”.
A matéria foi devolvida hoje ao presidente do Legislativo, Renan Calheiros (PMDB-AL) que terá que colocar o veto para a análise dos deputados e senadores.
Segundo o despacho presidencial, o Ministério da Fazenda ponderou que a medida expandiria “a expansão expressiva do número de municípios” o que acarretaria no aumento das despesas do Estado com a manutenção da estrutura administrativa e representativa.
O ministério ponderou, ainda, que o crescimento de despesas não será acompanhado por receitas que permitam a cobertura dos novos gastos, “o que impactará negativamente a sustentabilidade fiscal e a estabilidade macroeconômica”.
Além disso, os técnicos da área econômica destacaram que, com o crescimento de municípios brasileiros, haveria uma “pulverização” na repartição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Isso, acrescentam na justificativa para o veto presidencial, acarretaria em prejuízos para as cidades menores, além de maiores dificuldades financeiras.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

FIQUEM DE OLHO NA VENDA DA CIGÁS


 Cadê o Gás de Coari?
A população deve ficar atenta para a venda CIGÁS, para não ser entregue por uma bagatela, temos exemplos do passado, quando foram vendidas a COSAMA e o BEA.
A pergunta que não quer calar é a seguinte: ‘Governador Omar, cadê o nosso Gás? O Governo Federal gastou R$ 5,5 bilhões para trazer o gasoduto de Coari a Manaus. Os objetivos desse investimento seria transformar a matriz energética de Manaus para baixar os custos da energia elétrica nas residências, comércio e indústria, além de implantar o Gás Natural Veicular (GNV), em todos os taxis da cidade.
Anos depois, de uma frota com aproximadamente 6 mil táxis, temos apenas 500, que foram modificados para usar o GNV e o mais agravante é que na cidade há somente dois postos para abastecer esses veículos.
Taxistas informam que a redução do custo mensal com a utilização do gás, seria de aproximadamente 40% menor do que é gasto com gasolina, mas eles se sentem temerosos em fazer a mudança em virtude de em Manaus ter apenas duas alternativas de abastecimento, em virtude disso formam-se filas quilométricas para abastecer o GNV, que redunda em uma perda de tempo e prejuízo para o motorista.
         Circulam notícias que a Cigás, empresa criada pelo Governo do Estado para administrar a distribuição de GNV, será vendida para um grupo baiano. Vou sugerir aos nossos companheiros do Projeto Jaraqui, que coloquemos na pauta este assunto para discussão.
A venda da CIGÁS tem sido pouco divulgada pela imprensa, mas o processo está em curso e, quando a população for informada, a venda esta já terá sido efetivada, sem qualquer discussão com a sociedade civil organizada, que deveria ser a principal interessada que é composta pelos contribuintes que pagam seus impostos.
A população deve ficar atenta para a venda CIGÁS, para não ser vendida por uma bagatela, temos exemplos do passado, quando foram vendidas a COSAMA e o BEA, duas empresas que pertenciam ao Governo do Estado, e até hoje ninguém sabe onde, ou em quê, o dinheiro foi aplicado. (Por: Paulo Onofre).

POR CAUSA DE DENÚNCIAS CONTRA XINAIK BANABÉS DE IRANDUBA QUASE VÃO ÀS VIAS DO FATO NA SALA DO SECRETÁRIO




O início da sessão foi muito tenso e todos esperavam o pronunciamento de Kennedy Maia, foi quando o presidente da Casa, Francisco Elaime, sem motivos plausíveis e não atendendo o Regimento Interno, deu por encerrada a sessão.
Ontem à noite, na sala do Secretário de Finanças de Iranduba, David Queiroz, houve um bate boca e ameaças entre dois BARNABÉS (funcionário público de baixo nível hierárquico - um efetivo e outro cargo de confiança), que por pouco não chegaram às vias do fato. De acordo com a fonte, o episódio foi testemunhado pelo professor Israel, que estava no local da zorra.
Durante o arranca rabo, ‘a turma do deixa disso’ chegou e os ânimos foram acalmados. O acirramento das discussões entre os barnabés é consequência do dia tenso vivido ontem na Câmara Municipal de Iranduba (CMI), face as denúncias que iriam ser feitas pelo Sr. Kennedy, que acabou terminando de forma melancólica. Alguns falam em pizzas; outros mais mordazes afirmam ser  macarronada.
O certo é que o ex coordenador da Defesa Civil Do Município de Iranduba esteve ontem na CMI aguardando o momento para fazer um pronunciamento no qual faria graves denúncias contra o prefeito Xinaik.
O início da sessão foi muito tenso e todos esperavam o pronunciamento de Kennedy Maia, foi quando o presidente da Casa, Francisco Elaime, sem motivos plausíveis e não atendendo o Regimento Interno, deu por encerrada a sessão, frustrando não somente ao Kennedy, como também as pessoas que se postaram desde cedo na Galeria da Câmara, ansiosas para ouvir as denúncias. A atitude do vereador Elaime, desencadeou uma insatisfação generalizada do povo que lotava a galeria daquela Casa Legislativa.   
Um morador da cidade, que esteve presente na Sessão Plenária, me afiançou que os vereadores pediam a todo momento que o presidente encerrasse a sessão, uma vez que a pressão popular era muito grande.
Agora resta somente ao ex coordenador da Defesa Civil dar entrada em suas denuncias no Ministério Público. (Por: Paulo Onofre).