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terça-feira, 25 de março de 2014

XINAIK “MADURO” QUER CALAR A VICE PREFEITA




Em campanha Xinaik, disse que, a sua Vice Prefeita, Madalena, a Madá, será uma grande parceira, onde a dupla pretende atender todas às necessidades das comunidades de Iranduba.


Será que o prefeito está querendo imitar o ditador Nicolas Maduro, da Venezuela? Lá, no país vizinho, o Nicolas já está maduro e a qualquer momento, pode cair.
Fala-se a boca pequena, nas feiras e mercados de Iranduba, que há uma ordem um tanto quanto esdrúxula de lideres do prefeito de Iranduba, Xinaik Medeiros, orientando que nas solenidades do município evitem franquear a palavra para a vice-prefeita MADA, pois segundo eles “quando ela abre a boca fala somente besteira”.
Conversando com alguns amigos de Iranduba, sobre o assunto, eles foram enfáticos em dizer que não é isso que acontece. “A MADA, sabe o que fala, acontece que a turma do prefeito tem medo da vice, pois quando ela abre a boca não mede palavras”, argumentam. O que motivou o descontentamento geral é porque ela tem batido de frente com o prefeito e, em algumas situações, tem puxado a orelha dele.
Se isto está realmente acontecendo no município, é um caso de atentado à democracia e atropela o Estado de Direito. Será que o prefeito está querendo imitar o ditador Nicolas Maduro, da Venezuela? Lá, no país vizinho, o Nicolas já está maduro e a qualquer momento, pode cair. (Por Paulo Onofre).

segunda-feira, 24 de março de 2014

CUT VAI ÀS RUAS CONTRA O 'NÃO VAI TER COPA'




Convocada pelo governo federal para ajudar no diálogo com movimentos contrários à realização da Copa do Mundo no Brasil, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), promete ir às ruas para defender o Mundial. Segundo o presidente da entidade, Vagner Freitas, o evento vai beneficiar os trabalhadores e os protestos contra a Copa são "eleitoreiros".
"A CUT é um movimento de massas que nunca se omitiu diante dos grandes eventos nacionais. No caso da Copa do Mundo não será diferente", disse o presidente da central.
Diante das ameaças de manifestações contra o torneio, a Secretaria-Geral da Presidência da República tem enviado emissários para conversar com lideranças de diversas áreas nas cidades sede da Copa, incluindo dirigentes estaduais da CUT. O governo quer aproveitar as boas relações da central para se aproximar de movimentos contrários ao campeonato.
No início deste mês o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, visitou a sede nacional da CUT, em São Paulo e deu uma entrevista ao site da entidade na internet. A partir daquele encontro, a central iniciou um levantamento sobre os gastos em estádios, infraestrutura, impacto econômico e criação de empregos relacionados ao Mundial.
O estudo deve ficar pronto nas próximas semanas e servirá de subsídio para a Executiva Nacional da CUT deliberar sobre uma estratégia de mobilização.
O presidente da central, no entanto, já faz uma leitura positiva dos efeitos do Mundial no Brasil. De acordo com Freitas, o motivo para a CUT ir às ruas em defesa da Copa são as vantagens que o evento deve trazer para os trabalhadores. "A Copa gera emprego, renda e benefícios duradouros para toda a população. Não é à toa que vários países disputam o direito de sediar o evento", argumentou.
O sindicalista não esconde, no entanto, que a mobilização está associada à eleição presidencial de outubro. "Estas manifestações do 'não vai ter Copa' são eleitoreiras, são manipuladas pela oposição e pela direita elitista que não se conforma com o fato de o governo Lula ter conseguido trazer os eventos para o Brasil", disse.
Na verdade, movimentos sociais agrupados nos Comitês Populares da Copa, alguns ligados à CUT e ao PT, também têm se posicionado contra o evento.
Atrasos. Segundo Freitas, a possibilidade de atrasos nas obras viárias relacionadas ao evento não é impedimento para o apoio. "Se atrasar é ruim para o governo e para a Fifa. Para a população o importante é que fique pronto, não interessa se em junho, outubro ou no começo do ano que vem", afirmou.
As manifestações contra a Copa preocupam o governo e a cúpula da pré-campanha de Dilma Rousseff à reeleição desde o ano passado. O temor de prejuízos eleitorais, porém, se intensificou recentemente, após a divulgação de pesquisas que mostram o crescimento do número de pessoas contrárias ao evento.
Pesquisa do Datafolha divulgada no final de fevereiro indicou que o total de brasileiros favoráveis à realização do evento caiu de 79% em 2008, um ano depois do anúncio de que o Brasil sediaria a Copa, para 52%. O levantamento foi tema de reunião da coordenação da pré-campanha de Dilma, na qual os participantes concluíram que existe muita "ignorância" em relação ao evento - e decidiram melhorar a política de comunicação.
No ano passado um projeto de propaganda voltado para a Copa foi apresentado à então ministra da Comunicação Social, Helena Chagas, que o engavetou. Com a troca de Helena por Thomas Traumann no ministério, petistas favoráveis à campanha voltaram a pressionar o governo. Procurado para falar sobre o assunto, o ministro não se manifestou.
Por determinação de Dilma, o diálogo com os manifestantes, com o intuito de conter suas ações, está concentrado na Secretaria-Geral da Presidência. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte:UOL

sexta-feira, 21 de março de 2014

RODOVIÁRIOS FAZEM ASSEMBLÉIA

Josildo: “Queremos apenas o que é nosso direito”.

Josildo Oliveira, explicou que, entre as principais reivindicações a categoria busca 20% de aumento nos salários, o que elevaria o teto básico dos motoristas para R$ 2.174 contra os atuais R$ 1.812.
Quando se anuncia o começo das negociações salariais do Sindicato dos Rodoviários em busca de aumento em torno de 20%, todos nós, amazonenses, residentes em Manaus, ficamos sobressaltados porque, logo em seguida, vem o indicativo de greve.
O sindicato convocou uma Assembléia Geral para esta sexta feira (21/mar), em sua sede, localizada no bairro Nossa Senhora das Graças. A justificativa apontada pelos rodoviários é de que as negociações com os empresários não avançaram, desde o início do acordo coletivo há dois meses.
Alguns diretores da entidade não descartam uma possível paralisação, caso não cheguem um acordo. O vice presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Rodoviário de Manaus (STTRM), Josildo Oliveira, explicou que, entre as principais reivindicações a categoria busca 20% de aumento nos salários, o que elevaria o teto básico dos motoristas para R$ 2.174 contra os atuais R$ 1.812. Se for bem sucedido, o acordo entre patrões e empregados do sistema rodoviário vai beneficiar os cobradores que passarão a ganhar R$ 1.088,4 diante dos R$ 907 atualmente.
Os empresários vêm alinhando o discurso de que só podem dar esse aumento salarial se houver elevação da tarifa dos transportes. “Por isso até mudamos nossa data base para cinco meses depois do aumento da passagem, ocorrida no ano passado. Queremos apenas o que é nosso direito”, disse Josildo. (Por: Paulo Onofre).