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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Barroncas: Caminhando contra o vento, com carteira da OAB e outros documentos.


Barroncas com sua indumentária de cooper, na Vila Olímpica de Santo Antonio
De peito aberto contra o vento, aqui da janela da Câmara Municipal, flagro Oliveira Barroncas, advogado primoroso, e político incansável da legalidade, militante histórico do PT, fazendo seu cooper alegre, certamente se preparando fisicamente, para o embate eleitoral de 2012, que já se aproxima de nossa Manaus.
Sobranceiro, ele vem pisando forte e tranqüilo como todo e bom cidadão, deixando a ver que é uma pessoa de consciência limpa que não deve nada a ninguém, pela sua integridade e postura social exemplar.
Lembro dele, ainda muito jovem quando participava na Igreja de São Jorge, chamado JAC – Jovem Alegre com Cristo, naquela época era um líder entre a moçada, e quando palmilhou como leigo religioso nas vocações apostólicas, sempre procurando servir da melhor maneira o postulado cristão e os ensinamentos da igreja romana, que nesse tempo tinha o Papa João Paulo II, como exemplo de conciliação, e o Cristo como caminho.
E o tenho acompanhado a continuada luta política deste guerreiro, que ergue destemido a bandeira do PT ideológico, por uma sociedade mais justa e por um país melhor onde a justiça social seja uma constante, meta primordial dos verdadeiros petistas históricos. O Barroncas é um deles.
É bem verdade que nessas três décadas de messiânica dedicação partidária, esse companheiro velho de guerra, nunca ganhou uma eleição no sufrágio do voto, mas ganhou de todos nós os louros da admiração e respeito, por nunca ter se negado a concorrer, mesmo enfrentado os medalhões da política local.
É verdade Barroncas, o candidato a senador tem que esperar até que o povo    amadureça, e possa reconhecer as qualidades intrínsecas do legislador necessário para o momento certo num tempo certo.
Um dia, não só você, como tantos outros políticos que se candidatam e não ganham, ganharão alguma coisa em resposta cidadã pelo muito que fizeram pela democracia em nosso estado porque não dizer em nosso ps, não deixando a peteca cair completamente nas mãos de políticos aproveitadores que são eleitos pelo povo, e logo em seguida passam a legislar em causa própria, esquecendo os compromissos assumidos com a população.
Aliás, às vezes fico a pensar que o povo parece que gosta de sofrer nas mãos de políticos fisiologistas. O que é uma pena, relembrar com galhardia aquela frase surreal de uma eleição passada quando afirmava a plenos pulmões: “Canalha vota em canalha e cidadão vota em cidadão”. É verdade, Barroncas, pessoas como você são difíceis de ser esquecidas pela estatura moral, enquanto tem muito gogoboy que ganha a eleição, e depois como era de esperar, não faz nada pelo povo.
Você Barroncas, político e advogado, o Almir Fonseca, médico cirurgião, o Marcus Barros, professor e cientista, e tantos outros companheiros de valor, ainda não cruzaram a reta da chegada de um pleito vitorioso, mas de uma coisa tenham certeza, vocês são pessoas de bem, são paradigmas para os nossos jovens e para a sociedade amazonenses, e merecem o respeito aqui deste blogueiro e deste povo descendente de Ajuricaba.
Por: Paulo Onofre
Jornalista (MTb 467)
Analista Político e Social

PLANETÁRIO UM SONHO A SER REALIZADO


Tenho acompanhado a luta do vereador Mário Frota, para aprovar emenda na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que assegura a construção do Planetário de Manaus. Em 2009, quando o projeto foi apresentado pela primeira vez, foi rejeitado pela administração Amazonino Mendes. Como estávamos saindo de uma eleição, acreditei que o prefeito deveria estar arrumando a casa e o melhor seria aguardar o ano seguinte. No ano passado Mário apresentou novamente o seu projeto, mas ele foi novamente rejeitado.
Em 2011, o edil mudou de estratégia e decidiu realizar o I Seminário para Criação e Instalação do Planetário do Amazonas, que aconteceu no plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM) no último dia 27 de maio. Para o evento foram convidados o vereador Nadir Neves, autor do projeto que deu origem ao Planetário Sebastião Sodré da Gama, de Belém (PA); o professor Manoel Reinaldo Elias Filho, diretor do Planetário do Pará; e o Vereador Raimundo Castro, Presidente da Câmara Municipal de Belém (CMB). De Manaus participaram representantes do Governo do Estado do Amazonas, Prefeitura Municipal de Manaus (PMM), Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade Estadual do Amazonas (UEA), ULBRA, UNINORTE, ESBAM, UNINILTONLINS, FAMETRO, FIEAM, SEBRAE dentre outras autoridades.
O vereador acreditava que para aprovar a emenda havia uma condição que era de conscientizar os vereadores de Manaus, através de seminário para esclarecer da necessidade de se instalar em nossa capital um Planetário, que nada mais é que um Centro de Estudos e Pesquisas nas mais diversas áreas como: Astronomia, Matemática, Física, Astronáutica, Educação Ambiental, e que aquele espaço também serviria de apoio à comunidade escolar, contribuindo para a melhoria da educação formal, despertando o interesse da população geral por ciência e suas influências na sociedade, possibilitando o despertar de vocações pela carreira cientifica.
Para se ter uma dimensão da visitação no Planetário instalado em Belém, capital vizinha do Estado do Pará, nestes últimos dez anos teve mais de 500 mil visitantes, entre estudantes das diversas unidades universitárias, de Cursos de Graduação a Pós-Graduação, com objetiva da pesquisa científica e a difusão desse conhecimento, unindo a comunidade docente, discente e externa.
Ao final do Seminário o vereador Mario Frota, foi efusivamente aplaudido pelos participantes que agradeceram a iniciativa do edil, que dava como quase certa a aprovação da emenda em plenário, somente não contava com a falta de sensibilidade dos vereadores que compõe a base aliada do prefeito Amazonino, como diz o caboclo: “tratoraram sem pestanejar, não aprovaram uma emenda sequer nem dos aliados do mandatário do município”.
Após o final da reunião que votou a LDO, recebi uma ligação do ex-Senador Evandro Carreira, que acompanhou a Sessão Planária através da Tv Câmara, e assistiu o desenrolar da votação que me disse: “olha meu amigo, fala ao Mário que sou solidário nessa luta porque essa derrota não é somente dele e sim do povo amazonense que perdeu a oportunidade de ter um centro de pesquisas moderno, meu filho”.

Também esperar o quê desses vereadores, vai ver muitos deles não sabe sequer o que é Planetário, talvez pensem que é uma cápsula espacial para mandar pessoas para o espaço, se assim fosse, os primeiros que  deveriam fazer esta viagem deveriam ser os nobre vereadores, de preferência sem direito a retorno.
Enfim, quero me solidarizar com Mário e pedir que continue sua luta. Ele continua sendo uma referência entre esses políticos e se preocupa verdadeiramente com a população. Apresenta  projetos de relevância para a sociedade, quanto aos demais vereadores é melhor não tecer comentários, seria perder tempo, agora resta somente aguardar o próximo ano quando  haverá  eleição e seu projeto seja incluído entre aqueles que serão aprovados.
Na saída da Câmara Municipal após a votação da LDO, encontrei um líder comunitário que me interpelou perguntando o que aconteceu: “porque não foi aprovado uma Emenda sequer, isso me deixa muito desestimulado pois fiz reunião na comunidade, verifiquei os pleitos encaminhei-os a um  vereador que na última eleição foi o mais votado em meu bairro, para transformar em emenda a LDO, e na hora de votar os projetos, como o prefeito tem a maioria na Casa, seus aliados por determinação deste, não aprovaram um emenda”.
“Agora, me responda”, continuou o líder comunitário, “para que serviu todo o meu trabalho? E chego a conclusão que foi perda de tempo vir a Câmara. Agora, vou começar a andar para a prefeitura para ver se marco uma audiência com o ‘Mazoca’ como é conhecido Amazonino, e vou levar direto os pleitos da comunidade à Deus, não vou mais falar com Santo”, e seguiu caminhando e resmungando palavras impublicáveis.
Por: Paulo Onofre
Jornalista (MTb 467)
Analista Político e Social





sexta-feira, 1 de julho de 2011

IMAGEM DE SANT’ANA ESTÁ EM MANAUS PARA REALIZAÇÃO DE MISSA




  Como parte da peregrinação da imagem de Sant’Ana, a comunidade obidense convida a população em geral para uma missa em ação de graças que será realizada na igreja de Nossa Senhora da Conceição (Matriz), no próximo dia 2 de julho (sábado), às 18:30h.


A imagem de Nossa Senhora de Sant’Ana, padroeira do município de Óbidos (PA) está em Manaus, como acontece tradicionalmente todos os anos, percorrendo alguns bairros da cidade para levar bênçãos aos fiéis. A imagem da santa é levada às residências de pessoas, principalmente as que têm problemas de saúde, onde um grupo religioso faz orações com pedidos de pronto restabelecimento ao paciente.
Para Paulo Onofre, um dos coordenadores do evento, a presença da imagem da santa é uma forma de aproximar os católicos - devotos de Sant’Ana - e a comunidade paraense radicada no estado. “Só em Manaus existem mais de 220 mil paraenses, dentre os quais, 15 mil obidenses e essa é uma forma de mantermos e divulgarmos as nossas tradições e costumes”, salienta.
Como parte da peregrinação da imagem de Sant’Ana, a comunidade obidense convida a população em geral para uma missa em ação de graças que será realizada na igreja de Nossa Senhora da Conceição (Matriz), no próximo dia 2 de julho (sábado), às 18:30h.
Sant'Ana, cujo nome em hebraico significa graça, pertencia à família do sacerdote Aarão e seu marido, São Joaquim, pertencia à família real de Davi. Seu marido, São Joaquim, homem pio fora censurado pelo sacerdote Rúben por não ter filhos. Mas Sant’Ana já era idosa e estéril. Confiando no poder divino, São Joaquim retirou-se ao deserto para rezar e fazer penitência. Ali um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, algum tempo depois Sant’Ana ficou grávida. A paciência e a resignação com que sofriam a esterilidade levaram-lhes ao prêmio de ter por filha aquela que havia de ser a Mãe de Jesus.

Fonte: Roberto Pacheco (MTb 426)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Festas Juninas em Belém



         Tenho um amigo de diz que quanto mais o homem vai ficando velho a saudade da infância e adolescência aflora como uma ventania difícil de controlar.
         Falo isso porque um dia destes, meado do mês de junho, saía do trabalho e fui surpreendido com uma ligação telefônica de minha filha Jamile, que tem cinco anos que me pedia insistentemente para comprar uma caixa com foguetes que em minha infância conhecíamos como catolé, respondi de pronto que compraria.
        Passei então na loja comprei além do pedido que fora feito, um chapéu de palha e um CD com músicas juninas antigas que foram grandes sucessos nas décadas de sessenta e setenta, ao ouvi-las foi como se tivesse fazendo uma viagem de retorno a Belém do Pará.
        Da Cidade das mangueiras guardo lembranças maravilhosas quando era jovem e no mês de junho exatamente no dia 24, quando e comemorado o dia de São João, na rua em que morávamos fechávamos o quarteirão e enfeitávamos com palha de açaizeiro, coqueiro, bandeirola e tudo aquilo que pudesse colorir o ambiente.
        A partir da primeira quinzena daquele mês a garotada começava a ensaiar as várias danças que seriam apresentadas no evento. Aguardávamos aquela noite com ansiedade. Enquanto isso, as famílias se reuniam à noite para organizar e dividir as tarefas e se cotizavam para contratar o som, via de regra conseguimos trazer o melhor da época o FLAMENGO. A festa adentrava pela madrugada e naquela não havia o controle de decibéis. Quero esclarecer que quando se fala de tecnobrega parece que é algo recente, mas asseguro que não, talvez para os jovens da era da informática que não viveram os anos dourados, mas para a minha geração esse som não é novidade, e para os cinqüentões, meus contemporâneos, que o digam.
        No dia da festa passávamos o dia inteiro fazendo a ornamentação do local, ao final da jornada de trabalho estávamos cansados, mas prontos para a grande noite. Nas barracas seriam distribuídas as iguarias como aluá, tacacá, mingau de milho, sem esquecermos as várias fogueiras que eram feitas naquela rua.
        Era um evento esperado com ansiedade pelos moradores do bairro onde as famílias se confraternizavam, sem esquecermos que antes de começar o as festividades o Padre Inardo, pároco da Igreja dos Capuchinhos, celebrava a missa em homenagem ao Santo Casamenteiro, somente após o encerramento os grupos de danças iniciavam as apresentações.
Este ano, na noite de São João, reuni os vizinhos para tomarmos tacacá e comermos comidas típicas da época, mas para minha decepção poucos compareceram.
A maioria justificaram a ausência com as mais variadas formas. O certo é que conseguimos reunir um pequeno punhado de pessoas, que ao final agradeceram a minha iniciativa e ficamos programados para o próximo ano.
 É, meus amigos, para ser sincero fiquei um pouco decepcionado, pois a nossa festa não chegou nem de perto àquela de minha infância, mais fiz mea-culpa dizendo que devidos os meus afazeres deixei de lado algo que meu Pai dizia que é muito importante os amigos do bairro onde você mora.
 No próximo ano faremos, com certeza, em nossa rua uma grande festa em homenagem a Santo Antonio, procurarei estimular meus vizinhos e conscientizá-los o quanto e importante não deixarmos morrer essa cultura popular, e que também é uma oportunidade para nossas famílias se reuniram.       
Por: Paulo Onofre
Jornalista (MTb 467)
Analista Político e Social

Nova Estação Hidroviária: por que não lá na Siderama?



O Ministro Alfredo Nascimento, postula um projeto de porto fluvial com abrangência na Manaus Moderna, o que seria uma temeridade

O atual porto fluvial de Manaus, construído pelos ingleses, já não atende a demanda logística que cresceu assustadoramente nesses anos de Zona Franca, com a população do interior vindo para a capital em busca de melhores condições de vida.

Com saídas e entradas pelo Rodway e outros pontos espalhados pelo beiradão do rio Negro e igarapés que cortam a cidade, o tráfego de barcos tornou-se um caos sem qualquer organização plausível para aportar ou sair, causando prejuízos ao usuário do sistema.

O Ministro Alfredo Nascimento, postula um projeto de porto fluvial com abrangência na Manaus Moderna, o que seria uma temeridade como foi a obra do Expresso, pois não há escoamento de entrada e saída para essa localidade central, as vias de acesso já são por si só um constante engarrafamento, e dessa maneira a situação factível do porto seria um desastre logístico, um trauma de trânsito congestionando ainda mais o tráfego do centro da cidade.

É preciso que essas incautas autoridades saibam pelo menos uma coisa: entram em nossa praça, mais de 3.600 carros por mês, por isso o caos constante criado por tal demanda sem controle, e o que é pior, de difícil solução, pois daqui há 10 anos, teremos quase meio milhão de veículos novos circulando por uma cidade que não tem mais para onde crescer aleatoriamente. Nessa fratura equivocada, o porto idealizado para o centro de nossa capital seria mais um monstrengo inóspito que a população teria que carregar nas costas, isto é, o governante idealiza a obra sem um plano de reengenharia viável, a coisa nasce atrofiada, e o povo tem que engolir e conviver com o alien urbano intolerável e incômodo.

Uma coisa é certa: o político não tem visão científica de sua proposta, e mete goela abaixo da população a sua demência incidental, criando em vez de solução, mais um aperreio para o povo, como diz o velho Fagundes, morador do Sovaco da Cobra lá no bairro da Alvorada:“Se a tia dele viesse morar aqui, ele (o político) não faria mais uma besteira dessa”.

Por isso recomendamos: vamos fazer uma Estação Hidroviária Sistêmica lá na área da Siderama, um módulo central com 1 módulo menor, aproveitando o Porto de São Raimundo, que após a desativação da ponte ficará obsoleto como os nossos irmãos paraenses fizeram lá em Belém, cinco pequenos portos para atender a demanda dos barcos que vem capital e vão para o interior.
Por: Paulo Onofre
Jornalista (MTb 467)
Analista Político e Social
                       

terça-feira, 28 de junho de 2011

IRANDUBA É O MAIOR PREDADOR FLORESTAL DO AMAZONAS


 
Alguns atribuem o fato às olarias que, ao longo destes mais de trinta anos, desmataram para retirar lenha que foram utilizados em seus fornos.

A região Metropolitana de Manaus é formada pelos municípios de Iranduba, Novo Airão, Manacapuru, Careiro, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva e Itacoatiara, que à médio prazo terão ingredientes capazes de torná-los áreas de conflitos com grandes desmatamentos para futuro loteamento.
Não esqueçamos que quase 60% da área que compõe a região metropolitana pertencem à União, que é aproximadamente 53.231 quilômetros quadrados; 31,41% pertencem ao Estado, uma área de 28.290 quilômetros quadrados e 15,69% de áreas sem destinação, o equivalente a 14.133 quilômetros quadrados segundo o último senso do IBGE. Caso específico do município de Iranduba, que tem uma área destinada à unidade de conservação que perfaz o total 35% do município.
Agora, a pergunta que fazemos: Como fica o cidadão que comprou terrenos nos vários loteamentos existentes nas proximidades daquela cidade, uma vez que há uma imensa área pública que não pode ser comercializada, o que é que o poder público está fazendo para coibir que empresários inescrupulosos passem a lotear terrenos em áreas proibidas?
Moro trinta e cinco anos em Manaus, e ao longo destes anos tenho assistido em nossa capital, centenas de invasões, a maioria delas aconteceram com apoio de políticos principalmente em época de eleições, bairros se formaram sem a menor infraestrutura e a preocupação que temos é que o município vizinho transforme-se em uma  grande favela, tal qual se transformou parte de  nossa capital.
Alguns moradores de Manaus pretendem mudar-se para Iranduba, em busca da tranqüilidade que reina naquele local. Espero que este sonho de mudança não se torne um pesadelo, uma vez que fluxo migratório para aquela cidade será algo assombroso. Estima-se que nos próximos dez anos, aquele município passará de algo em torno de 30.000 para 140.000 habitantes.
Segundo dados do Governo do Estado, o Iranduba, ultrapassou o limite máximo de desmatamento e foi o primeiro a superar no Amazonas o limite de 20% de desmate permitido pelo Código Florestal. Alguns atribuem o fato às olarias que ao longo destes mais de trinta anos, desmataram para retirar lenha que foram utilizados em seus fornos. Hoje a situação é mais preocupante do que naquelas cidades localizados no Sul do Amazonas, que no passado foram denunciados como campeões em desmatamento. O fato é que elas ainda atingiram esse percentual.
Então senhor Prefeito Nonato Lopes, que seja intensificado um trabalho de conscientização e fiscalização na área ambiental daquele município. Com a chegada da ponte, esse processo de desmatamento para loteamento tende a aumentar e tornar-se sem controle.     
Agora, o prefeito precisa fazer alguma coisa para modificar esse estupro ecológico, pois Iranduba passou a perna em Humaitá, agora é o 1º lugar no Amazonas em desmatamento florestal. Senhor prefeito, quase em final de mandato Vossa Excelência recebe o laurel macabro de comandar o município que é o Predador Florestal de nosso Estado.  Abre o olho, Nonato, senão entrarás para história da pior forma possível.
Quanto aos empresários do ramo de cerâmica procure viabilizar com eles projetos de cunho social como forma repararem de alguma maneira o mau que fizeram ao meio ambiente.
Entre em ação, e não deixe mais essa gente derrubar a nossa floresta, a persistir crime ecológico as nascente de novos igarapés estarão com os dias contados nessas bandas verdejantes do nosso querido Iranduba.
Por: Paulo Onofre
Jornalista (MTb 467)
Analista Político e Social