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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

HEGEMONIA PRIMATA TAMBÉM EM MANAUS


Apenas uma delas deixou escapulir um súbito “Filho da Puta”, como desabafo contra o meliante que sorrindo cinicamente escafedeu-se entre a folhagem urbana.
Durante 10 minutos em que eu esperava o ônibus 112 que faz a linha do Santo Antônio, ocorreram 3 assaltos a 3 senhoras incautas que como ressalva ao ato de abandono social em que nossa gente vive, apenas uma delas deixou escapulir um súbito “Filho da Puta”, como desabafo contra o meliante que sorrindo cinicamente escafedeu-se entre a folhagem urbana da multidão que se acotovela no centro de nossa capital.
A senhora mais idosa, fula de raiva e atônita, praguejava: - todo o meu salário de aposentada estava na carteira!
Diante do cenário tumultuado em que continua vivendo a sociedade capitalista, lembro Steve Pinker criticando os empresários e os ricos, que controlam e mantém o statuo quo de uma sociedade decadente  afeiçoada abruptamente ao lucro, diz esse mestre  veuro cientista, que os ricos do mundo fizeram uma opção existencial na busca de suas  felicidades, eles chegam às metas sem medir expectativas, vão de qualquer jeito e vendem, até a mulher bonita nessa troca de valores.
Acontece que o antropóide fazia isso há  6 ou 8 mil de anos, escondendo  o filé e repartindo  apenas a carne de pescoço com os companheiros do grupo.
Hoje o capitalista, faz exatamente a mesma coisa, usa a parte cerebral do primata para concretizar seus instintos primevos do lucro. Porém esse ato condicionador e comportamental, o enclausura numa jaula comercial, esquecendo o mesmo de usar a parte frontal de seu cérebro onde se formula a justiça, a ética, a estética e o amor, ficando dessa forma todo ricaço condenado para sempre a ser em plena era espacial, um troglodita escabroso, cuja mente não tem portal para o infinito. O bicho continua vivendo como um macaco. Se condenou a si mesmo, pela falta de sensibilidade social e  civilizadora. Isso é justiça verdadeira, amigo Pinker.
O próprio sujeito pela sua pequenez de lógica e vida, condenou-se a si mesmo  a ser um primata inferior, embora os ricos vivam entre nós, trabalhadores, intelectuais, filósofos , cidadãos modestos, mas Sapiems.
O australpitecus é rico, tem iate, e avião a jato, pois é exatamente um milionário, um sujeito abastado mas sua pessoa pela opção capitalista, fria e calculista, tornou-se um ser abjeto e egoísta, que  usa extremamente a parte traseira  do cérebro, esquecendo de usar o lóbulo frontal onde está depositada  a verdadeira configuração do Homo Sapiens.
Coitados dos ricos, o Planeta dos Macacos existe, deles saiu uma prova disso.

Alexandre Otto,
é poeta e membro do
Clube da Madrugada.                                                                                                                                                                                                        
                                                

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

PÉ NA TÁBUA, PREFEITO.




Sob os aplausos da população manauara, o prefeito Arthur Neto, deslancha ações iniciais que cauterizam uma antiga ferida urbana que doía como ferrada de tucandeira na alma do povo, haja visto que  em ruas esburacadas caem o ônibus popular e o  carro da nossa sofrida gente, já cansada de esperar  um prefeito que solucione pelo menos os problemas  mais urgentes da municipalidade.
É bom lembrar que a buraqueira já derrotou Serafim Corrêa, e nessa permanência do engodo, também Amazonino saiu pela tangente, tal a tábua de pirulito em  que Manaus caminha há  apenas   menos de dois anos da Copa.
Já no quinto dia do ano, passando pelos Terminais, deparei com trabalhadores e máquinas, numa operação esmerada, tapando os enormes buracos deixados por pretéritos prefeitos insalubres, acostumados  a prometer para o povo em eleição e não cumprir a palavra dada. Notei sobranceiro, a maioria do povo balançando a cabeça em sinal de aprovação, coroada com uma exclamação de um velho ranzinza que falava: “Agora temos prefeito!”
Por toda a cidade de Manaus, garis e operários se exercitam no bom desempenho de realizar o trabalho eficaz dos 100 dias prometido, por Arthur, e aí relembro no dia da missa da posse, o Abel Alves me puxando para a igreja, quando o ex-bispo de Manaus, Dom Luis na sua simplicidade messiânica puxava a orelha do prefeito e do vice, relembrando o compromisso de trabalharem por um cidade que possui mais de dois milhões de habitantes. O bispo pedia no seu sermão seriedade e trabalho aos dois políticos  vitoriosos.
Arthur, como bom menino, aceitou as palavras do santo bispo, e prometeu seriedade em sua gestão que acredito que sertã revolucionaria, pois temos pela frente um evento de contorno mundial e não podemos  passar vergonha diante dos povos.
Por nisso esse meu primeiro artigo aplaude o prefeito emergente, aliás ele sempre foi assim o cara da hora certa, e ainda lembro  Arthur, Mario Frota, e Fabio Lucena, correndo pela Tapajós em socorro ao povo naquele insólito  incidente quando a pólicia deu um tiro dentro da igreja de São Sebastião. O Curupira de Fogo, que nesse tempo era senador foi preso com os manifestantes dentro do camburão.
Por isso acredito, Arthur que você fará uma grande administração dando solução  aos problemas  de nossa cidade, pé na tabua, companheiro!

Alexandre Otto,
é poeta e membro do
Clube da Madrugada.       
                     
       


PÉ NA TÁBUA, PREFEITO.




Sob os aplausos da população manauara, o prefeito Arthur Neto, deslancha ações iniciais que cauterizam uma antiga ferida urbana que doía como ferrada de tucandeira na alma do povo, haja visto que  em ruas esburacadas caem o ônibus popular e o  carro da nossa sofrida gente, já cansada de esperar  um prefeito que solucione pelo menos os problemas  mais urgentes da municipalidade.
É bom lembrar que a buraqueira já derrotou Serafim Corrêa, e nessa permanência do engodo, também Amazonino saiu pela tangente, tal a tábua de pirulito em  que Manaus caminha há  apenas   menos de dois anos da Copa.
Já no quinto dia do ano, passando pelos Terminais, deparei com trabalhadores e máquinas, numa operação esmerada, tapando os enormes buracos deixados por pretéritos prefeitos insalubres, acostumados  a prometer para o povo em eleição e não cumprir a palavra dada. Notei sobranceiro, a maioria do povo balançando a cabeça em sinal de aprovação, coroada com uma exclamação de um velho ranzinza que falava: “Agora temos prefeito!”
Por toda a cidade de Manaus, garis e operários se exercitam no bom desempenho de realizar o trabalho eficaz dos 100 dias prometido, por Arthur, e aí relembro no dia da missa da posse, o Abel Alves me puxando para a igreja, quando o ex-bispo de Manaus, Dom Luis na sua simplicidade messiânica puxava a orelha do prefeito e do vice, relembrando o compromisso de trabalharem por um cidade que possui mais de dois milhões de habitantes. O bispo pedia no seu sermão seriedade e trabalho aos dois políticos  vitoriosos.
Arthur, como bom menino, aceitou as palavras do santo bispo, e prometeu seriedade em sua gestão que acredito que sertã revolucionaria, pois temos pela frente um evento de contorno mundial e não podemos  passar vergonha diante dos povos.
Por nisso esse meu primeiro artigo aplaude o prefeito emergente, aliás ele sempre foi assim o cara da hora certa, e ainda lembro  Arthur, Mario Frota, e Fabio Lucena, correndo pela Tapajós em socorro ao povo naquele insólito  incidente quando a pólicia deu um tiro dentro da igreja de São Sebastião. O Curupira de Fogo, que nesse tempo era senador foi preso com os manifestantes dentro do camburão.
Por isso acredito, Arthur que você fará uma grande administração dando solução  aos problemas  de nossa cidade, pé na tabua, companheiro!

Alexandre Otto,
é poeta e membro do
Clube da Madrugada.       
                     
       


PÉ NA TÁBUA, PREFEITO.




Sob os aplausos da população manauara, o prefeito Arthur Neto, deslancha ações iniciais que cauterizam uma antiga ferida urbana que doía como ferrada de tucandeira na alma do povo, haja visto que  em ruas esburacadas caem o ônibus popular e o  carro da nossa sofrida gente, já cansada de esperar  um prefeito que solucione pelo menos os problemas  mais urgentes da municipalidade.
É bom lembrar que a buraqueira já derrotou Serafim Corrêa, e nessa permanência do engodo, também Amazonino saiu pela tangente, tal a tábua de pirulito em  que Manaus caminha há  apenas   menos de dois anos da Copa.
Já no quinto dia do ano, passando pelos Terminais, deparei com trabalhadores e máquinas, numa operação esmerada, tapando os enormes buracos deixados por pretéritos prefeitos insalubres, acostumados  a prometer para o povo em eleição e não cumprir a palavra dada. Notei sobranceiro, a maioria do povo balançando a cabeça em sinal de aprovação, coroada com uma exclamação de um velho ranzinza que falava: “Agora temos prefeito!”
Por toda a cidade de Manaus, garis e operários se exercitam no bom desempenho de realizar o trabalho eficaz dos 100 dias prometido, por Arthur, e aí relembro no dia da missa da posse, o Abel Alves me puxando para a igreja, quando o ex-bispo de Manaus, Dom Luis na sua simplicidade messiânica puxava a orelha do prefeito e do vice, relembrando o compromisso de trabalharem por um cidade que possui mais de dois milhões de habitantes. O bispo pedia no seu sermão seriedade e trabalho aos dois políticos  vitoriosos.
Arthur, como bom menino, aceitou as palavras do santo bispo, e prometeu seriedade em sua gestão que acredito que sertã revolucionaria, pois temos pela frente um evento de contorno mundial e não podemos  passar vergonha diante dos povos.
Por nisso esse meu primeiro artigo aplaude o prefeito emergente, aliás ele sempre foi assim o cara da hora certa, e ainda lembro  Arthur, Mario Frota, e Fabio Lucena, correndo pela Tapajós em socorro ao povo naquele insólito  incidente quando a pólicia deu um tiro dentro da igreja de São Sebastião. O Curupira de Fogo, que nesse tempo era senador foi preso com os manifestantes dentro do camburão.
Por isso acredito, Arthur que você fará uma grande administração dando solução  aos problemas  de nossa cidade, pé na tabua, companheiro!

Alexandre Otto,
é poeta e membro do
Clube da Madrugada.