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sexta-feira, 21 de março de 2014

RODOVIÁRIOS FAZEM ASSEMBLÉIA

Josildo: “Queremos apenas o que é nosso direito”.

Josildo Oliveira, explicou que, entre as principais reivindicações a categoria busca 20% de aumento nos salários, o que elevaria o teto básico dos motoristas para R$ 2.174 contra os atuais R$ 1.812.
Quando se anuncia o começo das negociações salariais do Sindicato dos Rodoviários em busca de aumento em torno de 20%, todos nós, amazonenses, residentes em Manaus, ficamos sobressaltados porque, logo em seguida, vem o indicativo de greve.
O sindicato convocou uma Assembléia Geral para esta sexta feira (21/mar), em sua sede, localizada no bairro Nossa Senhora das Graças. A justificativa apontada pelos rodoviários é de que as negociações com os empresários não avançaram, desde o início do acordo coletivo há dois meses.
Alguns diretores da entidade não descartam uma possível paralisação, caso não cheguem um acordo. O vice presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Rodoviário de Manaus (STTRM), Josildo Oliveira, explicou que, entre as principais reivindicações a categoria busca 20% de aumento nos salários, o que elevaria o teto básico dos motoristas para R$ 2.174 contra os atuais R$ 1.812. Se for bem sucedido, o acordo entre patrões e empregados do sistema rodoviário vai beneficiar os cobradores que passarão a ganhar R$ 1.088,4 diante dos R$ 907 atualmente.
Os empresários vêm alinhando o discurso de que só podem dar esse aumento salarial se houver elevação da tarifa dos transportes. “Por isso até mudamos nossa data base para cinco meses depois do aumento da passagem, ocorrida no ano passado. Queremos apenas o que é nosso direito”, disse Josildo. (Por: Paulo Onofre).


quinta-feira, 20 de março de 2014

ELEITORES PARAENSES RESIDENTES EM MANAUS PODEM DICIDIR QUEM VAI SER O PRÓXIMO GOVERNADOR DO AMAZONAS.





Não sei, com certeza, se esta informação está correta, mas falam que o estado do Amazonas possui 320 mil eleitores paraenses, o que significa 15% do eleitorado amazonense. Fiquei a pensar com os meus botões: “se essa turma se unisse, decidiria na escolha do próximo governador do Amazonas”.
Como sou Paramazon, alguns hão de perguntar, que coisa é essa?  Explico: Sou paraense tenho 56 anos e moro em Manaus há 36 anos. Como amo o estado do Pará e principalmente o Amazonas, decidi então que sou Paramazon.
Faço parte daquele grupo migrantes, que vieram para Manaus nos anos 70, no Boom da Zona Franca, com objetivo de estudar e principalmente trabalhar, para ajudar meus familiares, que ficaram em  vários municípios do Oeste do Pará.
        Na  próxima reunião que terei com meus conterrâneos, vou sugerir a ideia de nossa comunidade escolher um candidato ao governo do estado, para ajudar a elegê-lo. (Por Paulo Onofre).

quarta-feira, 19 de março de 2014

ALE FAZ GASTANÇA DE DINHEIRO PÚBLICO EM PROPAGANDA





Ontem à noite, durante o intervalo do Jornal Nacional, assisti a propaganda da Assembleia Legislativa do Amazonas e fiquei a me indagar: quanto dinheiro está sendo gasto para divulgar essas inserções em horário nobre? Juro para vocês que nunca vi tanta propaganda de uma Casa Legislativa. Sinceramente não encontro motivos para essa gastança de dinheiro público.
Fiquei a conversar com os meus botões e a única resposta que encontrei foi a de que estamos vivendo em um período pré-eleitoral e os parlamentares precisam de visibilidade. Pensei em reclamar pra quem? Para o TCE? Mas lembrei que o comandante daquela instituição é pai do presidente da Assembleia. Então decidi ir dormir lembrando uma frase sempre dita por um amigo que mora em Óbidos: "ISSO MANO VELHO, ESTÁ NA CASA DO SEM JEITO". Parece que o estado do Amazonas está vivendo uma oligarquia. Cadê o grupo que faz oposição na Ale, será que comeu abiu? (Por: Paulo Onofre).

segunda-feira, 17 de março de 2014

MP PEDE CASSAÇÃO DA GOVERNADORA DO RN POR MANIPULAR ORÇAMENTO



 Rosalba Ciarlini, governador do RN, é acusada de manipular o orçamento
Sergio Lima/Folha
O MP-RN (Ministério Público do Rio Grande do Norte) ingressou com uma ação pedindo a cassação da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e do secretário estadual de Planejamento, Francisco Obery Rodrigues. Eles são acusados de manipular dados do orçamento para reduzir o repasse de verbas aos outros poderes do Estado.
Em julho de 2013, o governo estadual anunciou que, por conta da queda de receita, teria de reduzir em 10,7% os repasses previstos no orçamento para os tribunais de Contas e de Justiça, Ministério Público e Assembleia Legislativa. A medida abriu uma crise entre os poderes, que reclamaram da medida.
A ação ingressada pelo procurador-geral de Justiça, Rinaldo Reis Lima, na última sexta-feira (14), diz que a governadora e o secretário manipularam dados das contas públicas "sob o pretexto de [mostrar] uma suposta frustração na arrecadação da receita estipulada para o ano".
Segundo o MP-RN, após análise das contas, teria ficado provado que, no ano passado, o governo contou com um aumento "em todas as suas principais fontes de receitas", o que contraria o que o órgão chamou de "falacioso discurso de crise financeira."
"O decurso do tempo se encarregou de mostrar que tal índice nada mais era do que uma pura invenção da chefe do Poder Executivo e de seu secretário do Planejamento e das Finanças, um achado aleatório sem qualquer base fática", diz a ação.
O MP-RN acusa Ciarlini e Rodrigues de, com o corte nos repasses, fazer uma "série de graves ofensas à legislação orçamentária estadual e à Lei Complementar Federal n.º 101/2000."
O procurador alega ainda que o governo deixou de fazer sua parte ao não cortar gastos do Executivo. "Durante praticamente todos os meses do exercício de 2013, nomeou mais cargos comissionados do que exonerou".
À Justiça, o MP pede que os acusados percam a função pública, tenham os direitos políticos suspensos por três a cinco anos, paguem multa e fiquem proibidos por três anos de contratar o poder público e receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios.
O governo do Estado informou ao UOL que os acusados ainda não foram notificados da ação até esta segunda-feira (17) e só vão se pronunciar quando isso ocorrer.
Essa foi a segunda ação do MP por improbidade administrativa contra Ciarlini em menos de 30 dias. Em fevereiro, o MP processou a governadora por quadro 'caótico' em centros para internação de menores infratores no Estado.