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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O SENHOR DOS ANÉIS NA CMM

A saga da trilogia cinematográfica ‘Senhor dos Anéis’, ganha corpo com a eleição da CMM, resta ver quem ganhará o pleito, isto é, ou um pau mandado e fantoche político.
A Sociedade do Anel municipal composta pelos bons vereadores de Manaus poderá ser surpreendida por algum neurótico Smigol, fisiologista, cuja performance era meter a mão no dinheiro público, usando a capa institucional do poder.
A mídia local, as pessoas de bem de nossa cidade, deveriam amolar suas espadas legais, e arremeter contra esses espertalhões contumazes em fraudar o erário através de suas artimanhas já conhecidas pela sociedade. Os ladrões do povo mudam apenas de máscara, pois são figuras ilícitas em qualquer direção.
Essa corja de bandidos é notória quando se trata de tomar o poder, fazendo manobras e negociatas que deixariam Scarface no chinelo, tão grande a periculosidade desses políticos profissionais em roubar e surrupiar as verbas municipais.
Vão tentar comprar a consciência dos vereadores, manipulando a votação em troca de favores. E isso será crime punível com a perda do mandato. Mas sempre o prefeito eleito colabora e subverte o poder institucional da Câmara, transformando a eleição em mensalão impróprio com os edis eleitos, todos, pessoas de bem, sem exceção. Isso até agora. Esperamos um resultado sobranceiro e que uma pessoa de estatura ilibada seja eleita, para o bem de Manaus e da população.
A saga da trilogia cinematográfica ‘Senhor dos Anéis’, ganha corpo com a eleição da CMM, resta ver quem ganhará o pleito, isto é, ou um pau mandado e fantoche político, ou um Aragon herdeiro da bravura do índio Aiuricaua, que preferiu lançar-se às águas do rio Negro do que ser conduzido algemado à Portugal.
Esperamos que o Smigol escorregue no quiabo e caia no vulcão com o anel do poder e que a Câmara Municipal de Manaus, que já possuiu presidentes ilustres, volte a ser dirigida por um edil cidadão comprometido com a causa pública e o zelo pelo dinheiro do povo.
Gostaria que a mídia local botasse a boca no trombone, fazendo fileiras por um vereador que tenha passado de luta e que não coma pela mão dos outros, pois o povo desta cidade já está cansado de ver uma instituição tão nobre como a CMM, ser dirigida por marionetes ou vacas de presépio que obedecem cegamente um manda-chuva político. Ora bolas, prefeito é prefeito, e presidente da Câmara é presidente da Câmara, e não célula tronco do Executivo. Queremos um presidente autêntico e não um lacaio do poder. Isso vem a calhar com a famosa frase do cantor Falcão, que é arquiteto  e foi marido da linda Débora Secco: “Homem é homem,menino é menino, ladrão é ladrão, e boiola é boiola”.
Calderaro, “você tá fazendo muita falta, seu colega”, como diria o nosso Bernardo Cabral.

Alexandre Otto,
É poeta,
E membro do Clube da Madrugada

Na Távola Municipal de Arthur tem que ter um Lancelot: Mário Frota.



Mário Frota é o nome maior da CMM atual, pela sua história política. Isso o aproxima do campeão inglês Lancelot, que era o cavaleiro principal do Rei Arthur, na Távola Redonda.
Postulado histórico do povo manauara, a eleição de Arthur Neto, prefeito, foi esmagadora e revolucionária, pois o mesmo derrotou com um golpe de Excalibur eleitoral, além de  Vanessa, também Lula, Dilma e Eduardo Braga, apoiadores da combativa senadora.
Nessa dimensão de conquistas éticas e indômitas, a eleição de qualquer um outro para presidência da Câmara Municipal de Manaus, que não seja  Mário Frota, destoa do paralelismo de conquistas democráticas e idôneas, pois Mário além de ser o  decano dos edis da Casa, é preponderantemente ético e honrado, para exercer tal cargo institucional  de monta, pois a CMM não pode ter   como mandante alguém que manche o áureo pano sagrado da casa da legislação manauara.
Congressista combativo contra a ditadura militar, e vereador aguerrido contra a corrupção, Mário Frota é o nome maior da CMM atual, pela sua história política e pelo desassombro de enfrentar os inimigos do povo e os donos do poder, sempre priorizando a verdade no bom combate e na defesa dos fracos e oprimidos. Isso o aproxima do campeão inglês Lancelot, que era o cavaleiro principal do Rei Arthur, na Távola Redonda.
Essa conexão nominal vem a calhar aqui em Manaus, uma cidade tão próxima da Inglaterra, daí o Rodway, e outras realizações britânicas que nos aproximam do fleuma londrino, pois Manaus já foi metrópole de perfil europeu, prova disso é o nosso Teatro Amazonas.
Então, Arthur, por que não lutar por Mário presidente da Câmara? Por que não buscar um aliado do povo e da ética para comandar a instituição municipal?
Talvez seja esse um momento de reflexão histórica, quando Manaus poderá ter um prefeito digno e competente, e um presidente da Câmara, honesto e fiel ao povo, pois sempre se posiciona ao lado da população, atacando de maneira veemente os corruptos enganadores do povo  manauara.
Forças ocultas já estão arremessando um bunker de sepulcros caiados para tomar o poder da mão do povo, manipulando a presidência da Câmara Municipal de Manaus, para transformá-la em mesa alcaponiana de negociações sombrias, maleita que não cabe no perfil dessa áurea Casa.
Cuidado Arthur! Mário é honrado, e a CMM é o templo da liberdade e da lei. E sob esse teto, não poderá jamais medrar negociatas espúrias, nem banquetes com a carne sofrida do povo.
A CMM precisa de um presidente que não voe tão alto como um Albatroz, mas de um homem bravo que defenda a integridade do povo de Manaus.

Alexandre Otto,
é poeta e membro
do Clube da Madrugada.                                                                       
                           
 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

XINAIKI VAI COMEÇAR COM O PÉ DIREITO EM IRANDUBA



A nomeação de Frank Lopes é uma salutar decisão política de Xinaik, pois o jovem empresário vai correr como um relâmpago atrás do progresso de Iranduba.
Projetando um governo emergente voltado ao sucesso de uma gestão possivelmente singular na história política de Iranduba, segundo comentário popular, o prefeito eleito Xinaiki Medeiros (PTB), vai colocar no comando da Secretaria de Indústria e Comércio, o executivo e empresário oleiro, Frank Lopes. O futuro secretário é presidente da ACERAM e ‘macaco velho’ do empresariado local ceramista, apesar de ser ainda jovem, mas ambicioso pelo progresso do nosso município.
Franck tem vasto conhecimento sobre a realidade interiorana industrial e comercial, como também, diálogo com os empresários que compõem o setor, por isso mesmo foi sondado e vê seu nome ser ventilado por todos para comandar o segmento. Além do mais, Iranduba precisa de alguém competente para deslanchar o comércio e a indústria do município vizinho que agora faz parte da Região Metropolitana de Manaus.
Especialmente agora que a evidência do linhão de Tucuruí permitirá a implantação de novas indústrias no local, temos a possível nomeação de Frank Lopes como uma salutar decisão política de Xinaik, pois o jovem empresário ceramista, que nem calango no terreiro, vai correr como um relâmpago atrás do progresso de Iranduba.
Isso vai gerar emprego, com a ampliação do comércio e a implantação de novas indústrias, pois o projeto da SUFRAMA, também atinge benefícios para o interior do Amazonas.
A eleição de Xinaiki quebra o paradigma do atraso e avança na perspectiva geopolítica da Amazônia, colocando alguém com conhecimento de causa na Secretaria de Indústria e Comércio, uma pessoa de visão e competência como Frank Lopes. Apenas achamos que essa escolha do citado executivo não seja apenas boato.

Alexandre Otto, profissional de Marketing e poeta.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

ENTRE PIAÇOCAS E ROLINHAS, UM CASO DE AMOR À POESIA

Dos trinta anos de carreira artística do Celdo Braga, 25 foi ao lado do grupo Raízes Caboclas e cinco compondo “música orgânica” ao lado do grupo Imbaúba.
Ellza Souza (*)
 Na sexta-feira (23) à noite fui ao Teatro Amazonas. E fui comemorar com um público que lotou o teatro, os trinta anos de um poeta. Muita gente ficou de fora, reclamou e saiu chateado mas recebeu um pedido de desculpa e promessa de mais música e poesia pela frente. Dos trinta anos de carreira artística do Celdo Braga, músico, professor, empreendedor, cantor e principalmente poeta pois tudo que fala transforma em beleza, em harmonia, em poesia, 25 foi ao lado do grupo Raízes Caboclas e cinco compondo “música orgânica” ao lado do grupo Imbaúba.
A parceria do Celdo com o Imbaúba é um trabalho inovador. A sonoridade empregada nos poemas remete aos ouvintes e encanta. O show já começou com um barulhinho de água e falando de rio, canoa e floresta. Depois vieram outras belas citações de passarinho, boto sonso, pérola azulada. Me senti em casa como qualquer amazônida e naquele momento amei mais ainda a minha terra e rezei para que aquelas palavras fizessem eco na mente das pessoas principalmente em relação a poluição dos nossos igarapés.
Fiquei encantada com o cenário e lembrei da festa dos 20 anos, ali mesmo, quando o palco foi bem mais decorado. Agora valeu a simplicidade da competência, da maturidade, do envolvimento. Apenas um fundo preto onde se destacava um grande paneiro pendurado. Foi a primeira coisa que notei quando abriram as cortinas. Nada de efeitos visuais apenas poesia, poesia e mais poesia, acompanhada dos músicos, cantores e percussão. E isso foi marcante na noite de aniversário, para mim e toda a platéia que não paravam de aplaudir e se encantar.
Não vou citar nomes mas todos os que estiveram no palco foram vitais na composição do espetáculo. Todos sem tirar nem por como dizia a minha avó. Vozes lindas entoaram verdadeiros hinos à natureza, cantando e recitando beleza e harmonia. Um grupo de alunos jovens fez sua homenagem teatralizando e dançando ao rebojo da música, no banzeiro da melodia. Às vezes eu fechava os olhos e me deixava envolver por aqueles sons e palavras. Me sentia num mundo que poderia ser real. Imaginava cenas do rio escorrendo, a árvore crescendo, o rouxinol assobiando, o chap chap na canoa, os igarapés de Manaus todos vivinhos e limpos.
Não é fácil ser um artista assim. Primeiro tem que ter o talento, a vocação, o carisma e depois a determinação de aproveitar o primeiro empurrão dado pelo Negão lá na longínqua Benjamim Constant. E pesquisar muito. O amigo sanhaçu veio de longe abrir o espetáculo com palavras como sempre bem ditas de amizade, sinceridade e meiguice.
Para encerrar nada mais emocionante do que a entrada do grupo Raízes Caboclas e num gesto de união como demonstrava o paneiro ali colocado, cantaram juntos como irmãos que sempre foram. Músicas antigas fizeram da noite um momento inesquecível na minha vida. Também não sei os nomes mas o que importa é que saí dali com mais uma lição de vida e de amor proferida na canção: “A lição que o paneiro ensina como é bela a união”. E todos cantaram despertando paz, amizade e orgulho de sermos cabocos sempre e cada vez mais. Parabéns a todos que se apresentaram nessa noite.  Parabéns ao Raízes, sempre Caboclas. Parabéns ao Imbaúba. Parabéns ao Celdo Braga. Parabéns à vida. Parabéns à natureza.

(*) É escritora, jornalista e articulista do NCPAM/UFAM.