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segunda-feira, 22 de abril de 2013

NOVO AYRÃO CIDADE PACATA E ESQUECIDA POR POLÍTICAS PÚBLICAS



Lá, tivemos a triste surpresa de constatar o pouco interesse da população em participar do encontro. Esse desinteresse bate certa frustração, uma vez que viajarmos em cerca de 360 km para debatermos as problemáticas do município.
Diferentemente do que as pessoas pensam, que sou um blogueiro que fica somente em frente do computador, largando o malho em políticos corruptos, este quase sexagenário visita, constantemente cidades do interior do estado, com objetivo de vivenciar 'IN LOCO' seus problemas. Ontem, por exemplo, estive em Novo Ayrão, onde a última visita que havia feito, foi há cerca de dois anos.
Neste período pouco, ou nada, mudou naquela cidade, onde as pessoas com quem conversei, objetivando conseguir informações, foram unânimes em dizer que a estagnação desta cidade, deve-se às três últimas administrações municipais.
Durante o retorno a Manaus me fiz estas perguntas: ‘Afinal, quem escolhe o prefeito, não é povo? Porque essa gente tem que esperar quatro anos para tirar o prefeito, se existe indícios de malversação, do dinheiro público’?
A conclusão que chego é que, se em Manaus, o índice de politização é baixo, agora imaginem nas cidades do interior do Amazonas. Ontem, eu, e alguns amigos ligados a movimentos sociais de Manaus, fomos participar de uma TRIBUNA POPULAR na cidade de NOVO AYRÃO, para debatermos os problemas que afligem a população local. Lá, tivemos a triste surpresa de constatar o pouco interesse da população em participar do encontro. Esse desinteresse bate certa frustração, uma vez que viajarmos em cerca de 360 km, percurso de ida e volta, para debatermos as problemáticas do município, e os moradores do local, não demonstrarem quase nenhum interesse.
Ao longo dos anos, o nosso grupo ficou calejado com as dificuldades, e, com certeza brevemente estaremos de volta aquele município, pois acreditamos no adágio popular, de que ‘água mole, em pedra dura, tanto bate até que fura’. (Por: Paulo Onofre).

TARADOS SEVICIAM ANIMAIS EM IRANDUBA




Esse é o tipo de noticia, que não deveria ser divulgado pela imprensa local, em meu entendimento, elas não contribuem em nada com o município, pelo contrário, os munícipes correm o risco de ser alvo de gozação.
Hoje pela manhã voltava de um sítio localizado em Iranduba, onde fui passar o fim de semana, no caminho de retorno a Manaus, na tentativa de manter-me atento na estrada, liguei o rádio no Jornal da Manhã, da Rádio Difusora, no momento em que o correspondente da emissora, J. Ray relatava fatos esdrúxulos que aconteceram nestes primeiros meses deste ano na terra dos sítios arque lógicos, onde munícipes cometeram atos lidibinosos com animais.
 Vejamos:
1º - Salvo engano, em janeiro, um ancião de 76 anos, foi encontrado mantendo relações sexuais, com uma cadela PIT BULL, fato amplamente divulgado pela imprensa amazonense;
2º - Em fevereiro outro fato insólito voltou a acontecer naquele município, desta vez foi um jovem de aproximadamente 22 anos, que foi flagrado pela sua avó, mantendo relações com uma galinha;
3º - Em março aconteceu outra sandice, quando um desocupado bêbado, transtornado pelo excesso de álcool, decidiu morder a jugular de um pobre gatinho, fato outra vez divulgado pela mídia amazonense;
4º - Até ontem, uma família que mora na rua Abacaxis, Bairro Alto em Iranduba, procurava um gato de estimação conhecido por “Bello” (não confundir com o cantor), o bichano estava desaparecido desde a semana passada. Na manhã de ontem, o animal, apareceu no quintal da residência, com vários hematomas e com indícios de que foi seviciado;  
O radialista J. Ray pediu que órgãos de proteção aos animais do município, comecem um trabalho de conscientização da população. Cá com os meus botões, fiquei a imaginar como será a chamada da propaganda para conscientizar o povo a não maltratar animais. Seria por exemplo: “NÃO COMA A GALINHA”, “NÃO COMA O PIT BULL”  e por fim “NÃO COMA O GATO”.
Esse é o tipo de noticia, que não deveria ser divulgado pela imprensa local, em meu entendimento, elas não contribuem em nada com o município, pelo contrário, os munícipes correm o risco de |ser alvo de gozação. (Por: Paulo Onofre).

sexta-feira, 19 de abril de 2013

MAIS UM: MOTO-TAXISTA MORRE EM ACIDENTE EM IRANDUBA



"Entes de inauguração da ponte postei um artigo neste blog, no qual previa o aumento dos índices de acidentes naquela estrada".
A falta de segurança na Estrada Manuel Urbano, contabiliza mais uma vítima que entrará para a triste estatística de mortos naquela estrada, desta vez foi o moto-taxista de Cacau Pirêra José Almeida. O desastre  ocorreu próximo à pista de arrancada quando um motorista não identificado que dirigia um carro marca Fiat Mille, colidiu com a moto Yamaha dirigida por José. Moradores do local dizem que os motivos que levaram o acidente, provavelmente foi pista molhada, alta velocidade e falta de sinalização.
Enquanto os acidentes fatais acontecem naquela via de acesso à Manacapuru, a duplicação da estrada está paralisada por falta de licenciamento ambiental.
Entes de inauguração da ponte, postei um artigo neste blog, no qual previa o aumento dos índices de acidentes naquela estrada pois a mesma não tem condições de receber o fluxo de carros que iriam para Iranduba, Manacapuru e Novo Ayrão.

Por: Paulo Onofre                      
Tribuna de Iranduba

quinta-feira, 18 de abril de 2013

NO BRASIL FLANELA É SINÔNIMO DE EXTORSÃO




Ellza Souza (*)

Esse negócio de “reparar carro” no espaço público é algo que foi surgindo à medida que as cidades foram explodindo demograficamente. Muita gente veio do interior à procura de trabalho que não tem pra todo mundo. Então inventaram isso. O “negócio” foi crescendo. Crianças, jovens e adultos, sem estudo e sem vontade de trabalhar se aperfeiçoaram e a coisa foi prosperando. Hoje é uma atividade que ninguém tolera, como os camelôs, mas ninguém consegue organizar para que essas pessoas se enquadrem como trabalhadores e ganhem seu salário dignamente sem precisar constranger, extorquir, ameaçar. Aliás tudo que se relaciona a público: verba pública, espaço público, o próprio público, é tratado com desprezo pelas autoridades. Temos tudo e não temos nada. E vai-se criando esses grupos “de trabalhadores” que sabemos fazem de tudo, menos trabalhar.
Nesse mundo ao relento aprende-se de um tudo. Juntam-se aos bem intencionados, os maus, os que chegam cheios de ideias para manipular essas pessoas abandonadas pelo poder “público”. Formam-se verdadeiras quadrilhas na rua que ficam entulhadas de vendedores, flanelas e o “diabo a quatro”, tomando calçadas, ruas, meio-fio. Tornam-se os donos do espaço do público. Os governantes das cidades não têm tempo pra tratar disso. Estão ocupados com negócios mais ousados. Flanelinha? Algo tão meigo, inofensivo. Extorsão? Corrupção? Já nos acostumamos com isso. Uma reclamação aqui, outra ali, nada que incomode. Estamos vivendo entre escândalos, desmandos, desvios, impunidade. E a coisa vai tomando forma. Na rua vai-se aprendendo regras para melhor achacar a população. A ousadia vai tomando forma e o enfrentamento e a tragédia só não acontecem porque quem tem carro acha que é rico e pode pagar “20 real” para estacionar num lugar que não é seu mas é nosso.  Essa apatia é geral e quem está no poder sabe que para continuar assim é só deixar como está: saúde ruim (doente o povo não tem forças para lutar); estradas ruins (mal alimentado pois não tem como trazer a produção do campo para a cidade principalmente se for através dos rios); lazer e cultura (apenas grandes eventos, coisas como museus, bibliotecas, teatros nas comunidades não interessam). Educação então nem pensar. O desprezo pela educação de qualidade, eficiente, é tanta que basta observar as escolas públicas principalmente as do interior que o abandono é integral. Nas pequenas cidades que parecem tão fáceis de administrar dá pra ver coisas como lixo jogado na beira dos rios, fruteiras “carregadas” cujos frutos não chegam às feiras da cidade (no caso de Manaus), escolinhas fazendo festas e no fim os copos descartáveis são jogados no meio da mata. Não é falta de projetos que esses estão por toda parte com belos títulos. É falta de decência mesmo.
Quando começou esse negócio de reparar carro eu trabalhava num banco no centro. Início da década de 80. Naquela época já não aceitava esse tipo de coisa. E não dava dinheiro para o elemento que aparecia do nada e dizia estar “reparando” o carro velho que eu tinha. Preferi vender o carro a me sujeitar ao estresse todos os dias. Apelei para a carona, para o ônibus, para o jegue até, só não posso me sujeitar a algo que não concordo e não acho correto. Assim como os flanelas, os que jogam lixo nos rios e igarapés, os camelôs, devem ser multados e tirados das vias públicas. Ou acabamos com essa esculhambação que “impera” nas grandes cidades ou todos viveremos cada vez mais reféns do descaso de políticos que não estão nem aí para exercer a atividade para os quais foram eleitos: cuidar do público.

(*) É escritora, jornalista e articulista do NCPAM/UFAM.

IRANDUBA: EMPRESA QUE GANHARAM LICITAÇÃO PARA TRANSPORTE ESCOLAR





O transporte dos estudantes de Iranduba será de barco e de ônibus

Relacionamos nome das sete empresas habilitadas que venceram o certame para realizar o transporte escolar, juntamente com as devidas rotas.
1. C.L Brandão e Eventos e Sonorização M-E, CNPJ nº 10901587/0001-63 - Rota Rodovias de Estrada e Ramais;
2. Ivan D. S. de Oliveira M-E- CNPJ nº 05417228/0001-03 - Rota Estrada Rodovias e Ramais;
Edvaldo Souza de Moraes M-E- CNPJ nº 12967323/0001-38 - Rota Rodovias e Ramais;
3. M.M. Serviços em Transporte Escolar M-E-  CNPJ.NÃO ESTA NA PROPOSTA - Rota Rodovias e Ramais;
4. Rota Fluvial Calha do Rio Negro;
5. Transporte Kalina CNPJ15792682/0001-90 - Rota Rodovia e Ramais;
6. J.V.  Comércio e Serviços CNPJ.15815590/0001-88 - Rota Fluvial da Calha do Rio Solimões; (Por: Paulo Onofre).

A licitação foi orçada em torno de R$ 300 mil. Os recursos para o pagamento do aluguel dos barcos e ônibus são oriundos do FUNDB.