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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O JARAQUI VOLTA NO RITMO DO CARNAVAL DA DEMOCRACIA




O esquenta do Jaraqui tem como combustível a paixão desenfreada por Manaus, monitorando as políticas públicas no sentido de influir nas determinações de governo, sendo favoráveis as condições materiais que possibilitem viver dignamente com segurança e respeito em nosso Amazonas.
O projeto Jaraqui vai apresentar, no dia 22 de fevereiro, somente as tradicionais marchinhas do carnaval brasileiro que fizeram sucesso ao longo de 5 décadas de história. A ideia da organização é de trazer à Praça da Polícia as famílias para brincar e escutar as músicas do tempo em que se realizavam os carnavais tradicionais dos anos 50. Por outro lado, os participantes serão orientados a não pisar na grama e nem jogar lixo no local do evento, preservando o patrimônio público e respeitando as questões do meio ambiente.
O que era bom ficou mais gostoso e a Comuna Jaraqui volta à praça no ritmo do Carnaval da Democracia, participando do cordão do Jangadeiro, sob a batuta do maestro Mário Lino e os “Amigos do Som”. E assim, dando por vencida as forças contrárias, o Jaraqui retoma ao trabalho na Praça Heliodoro Balbi, na República Livre do Pina, no sábado, dia 22 de fevereiro, das 10 às 12h, fazendo um tributo ao carnaval de rua de Manaus.
Nesta época, no reino de Momo, a irreverência impera, fazendo abacaxi virá uva e o Jaraqui virá Candiru pra ferrar com os larápios do povo, em defesa da economia e do patrimônio público. É o Carnaval da Democracia cantando o ostracismo dos corruptos e cadeia para os mensaleiros. Gente olha o Jaraqui aí/ com muito samba no pé/fazendo o que pode/ Prá ver os corruptos fora daqui...
Fora os arrivistas e seus comparsas que na dança das cadeiras transformaram as eleições em jogatina, pegando só filé e deixando a ossada pra gente. Chega de armação, o Jaraqui é a tribuna popular que não se cala e como bússola busca nas redes sociais orientar os militantes pela limpeza na política, criminalizando os partidos e seus dirigentes.
Para 2014, a Comuna Jaraqui quer fortalecer as parcerias e ampliar força com os movimentos de luta pela resistência, lutando por moradia digna, pela qualidade das políticas públicas, mais cultura, educação e ciência. A grita é geral, no bloco da alegria, cantando a liberdade contra os picaretas que transformaram o governo em extensão se suas alcovas.
O esquenta do Jaraqui tem como combustível a paixão desenfreada por Manaus, monitorando as políticas públicas no sentido de influir nas determinações de governo, sendo favoráveis as condições materiais que possibilitem viver dignamente com segurança e respeito em nosso Amazonas.  
Nesta marcha homens e mulheres de bem se juntam a Comuna Jaraqui formando um bloco em defesa da Ética, fazendo valer o respeito, a transparência e a moralidade na política. Se assim for sintam-se convidados a participarem do Carnaval da Democracia, com o retorno do Jaraqui, no sábado, dia 22 de fevereiro, das 10 às 12, na República do Pina, na Praça da Polícia, no Centro Histórico de Manaus, recordando o passado para as conquistas do presente.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

XINAIK FAZ LAMBANÇA E ESQUECE DE ADMINISTRAR IRANDUBA




O prefeito de Iranduba está se tornando um ventríloquo da política. Começa a utilizar o mesmo modus operandi de políticos populistas. Neste domingo decidiu dirigir uma caçamba, substituindo um motorista que faltou ao trabalho.
Ora, senhor prefeito, mais trabalho e menos lambança. O que a população de Iranduba quer saber é quantos itens de seu projeto de campanha o senhor materializou. Quanto a dirigir caçamba, o senhor não é pago para ser motorista, mas sim, administrar o município. (Por: Paulo Onofre)

VICE-PREFEITA DE IRANDUBA SOFRE CORTE PROFUNDO NO JOELHO E ESTÁ INTERNADA NO HOSPITAL DO MUNICÍPIO




A vice-prefeita da Iranduba, Madalena de Jesus, a Madá, sofreu um corte profundo neste domingo, que atingiu a rótula do joelho. Segundo o sargento PM Alandelon Castro, genro da vice-prefeita, “Madá” estava no sítio da família e se acidentou ao fazer uso de um terçado para realizar uma atividade no local.
Na madrugada desta segunda-feira (6) Madalena de Jesus postou em seu perfil do Facebook a seguinte informação a respeito do assunto: “O Dr. Francisco preferiu me internar, pois o corte foi profundo, pegou alguns pontos e afetou a rótula do joelho. Graças a Deus estou sendo medicada; entre dois ou três dias vou estar em casa”, informou. A vice-prefeita “Madá” está internada no Hospital Hilda Freire.
Parece que o último final de semana foi conturbado em Iranduba, de um lado tem o prefeito que decidiu trabalhar parte do dia de ontem, como motorista de uma caçamba, que presta serviços para a prefeitura da cidade. O fato insólito aconteceu porque o operador titular do equipamento faltou ao trabalho.
Agora recebemos a notícia que a vice-prefeita de Iranduba, no dia de ontem, decidiu lembrar o tempo em que foi agricultora, pegou o terçado e passou a cortar uma touceira de capim, num dado momento o terçado resvalou e cortou a rotula da vice-prefeita-agricultora.
É bom o prefeito Xinaik, colocar a barba de molho, se acautelar e deixar de populismo ao dirigir caminhões tratores e similares. (Por: Paulo Onofre).

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

FALTA DE LUZ E WEB RONDA COPA EM MANAUS




LUCAS-REIS
DE MANAUS
Os turistas que visitarem Manaus para os quatro jogos da Copa do Mundo deste ano devem se deparar com um problema crônico: a instabilidade dos serviços de luz, telefone e internet.
Uma das primeiras cidades do país a receber energia elétrica, Manaus sofre com constantes quedas do serviço, que se agravam com as chuvas e provocam prejuízos -sobretudo na indústria e no comércio- e protestos. Há ainda frequentes apagões. Bairros inteiros chegam a ficar mais de 24 horas sem luz.
Desde o início de 2012, quando a situação piorou, a Assembleia Legislativa já fez várias ameaças de abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) e ações contra a Amazonas Energia, subsidiária da Eletrobras.
Segundo ranking da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) que mede a continuidade dos serviços prestados em 2012, a Amazonas Energia é apenas a 23ª entre 35 distribuidoras.
"Alguns [apagões] estão relacionados a obras viárias, outros, a acidentes de carros [que atingem postes]. E há sobrecarga de transformadores, associadas a ligações clandestinas", afirma Tarcísio Rosa, diretor da empresa.
Desde julho de 2013, a linha de transmissão de Tucuruí-Macapá-Manaus funciona em fase de testes e, pela primeira vez, a cidade está anexada ao Sistema Interligado Nacional. Mas isso não resolverá os problemas de corte de energia, de acordo com Rosa.
Segundo a empresa, o calor, principal preocupação dos ingleses, que estreiam contra a Itália na cidade, contribui para o cenário.
"Os aparelhos de ar-condicionado sobrecarregam os transformadores, projetados para suportar um limite, mas que queimam por causa da quantidade de ligações clandestinas. Manaus é líder nacional em perda de energia."
Na cidade, também é um desafio falar ao celular ou usar a internet 3G.
DESAPROVAÇÃO
Segundo a Embratur, metade dos turistas estrangeiros que passaram por Manaus em 2012 desaprovou os serviços de telecomunicações.
A Assembleia Legislativa abriu uma CPI da Telefonia, que contempla, também, as deficiências do serviço em todo o Estado, e firmou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com as empresas para melhorias nos serviços. O relatório final da CPI será apresentado neste mês.
Em pesquisa de opinião com mais de 8.000 pessoas, encomendada pela Assembleia, 66% dos consumidores de Manaus se mostraram insatisfeitos com os serviços de Vivo, Oi, Tim, Claro e Net.
A Vivo, que concentra 65,1% do mercado local, foi a mais criticada: 90% dos clientes estão insatisfeitos com o sinal de telefone e 71% desaprovam a internet. Em nota, a empresa diz que a demanda no Estado cresce acima da média e que tem feito novos investimentos, como a ligação por fibra óptica.
As demais empresas dizem que também fazem investimentos para melhorias.
A Claro afirma que está construindo um cabo submarino na região. A Tim diz que suas taxas de acesso a voz e dados estão dentro do exigido pela Anatel. A Oi informa que trabalha na melhoria do 3G e faz outros investimentos. A Net diz que desconhece as queixas dos usuários e que as reclamações diminuíram.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

GÁS NATURAL COMO INSUMO ENERGÉTICO



 O gás natural é uma mistura de hidrocarbonetos leves que, à temperatura ambiente e pressão atmosférica, permanece no estado gasoso. Trata-se de um gás inodoro e incolor, não-tóxico e mais leve que o ar. O gás natural é uma fonte de energia limpa que pode ser usada nas indústrias, substituindo outros combustíveis mais poluentes como óleos combustíveis, lenha e carvão.
A utilização do gás natural como insumo energético apresenta algumas vantagens ambientais se comparada com outras fontes fósseis (carvão mineral e derivados de petróleo) de energia. Entre eles pode-se citar:
- baixa presença de contaminantes;
- combustão mais limpa, que melhora a qualidade do ar, pois substitui formas de energias poluidoras como carvão, lenha e óleo combustível, contribuindo também para a redução do desmatamento;
- menor contribuição de emissões de CO2 por unidade de energia gerada (cerca de 20 a 23% menos do que o óleo combustível e 40 a 50% menos que os combustíveis sólidos como o carvão);
- pequena exigência de tratamento dos gases de combustão;
- maior facilidade de transporte e manuseio, o que contribui para a redução do tráfego de caminhões que transportam outros tipos de combustíveis;
- não requer estocagem, eliminando os riscos do armazenamento de combustíveis;
- maior segurança; por ser mais leve do que o ar, o gás se dissipa rapidamente pela atmosfera em caso de vazamento;
- contribuição para a diminuição da poluição urbana quando usado em veículos automotivos, um vez que reduz a emissão de óxido de enxofre, de fuligem e de materiais particulados, todos presentes no óleo diesel.
O gás natural pode ser classificado em duas categorias: associado (GA) e não-associado (GNA). O gás associado é aquele que, no reservatório, se encontra dissolvido no petróleo ou sob a forma de uma capa de gás. Neste caso, normalmente privilegia-se a produção inicial do óleo, utilizando-se o gás para manter a pressão do reservatório. O gás não-associado é aquele que está livre do óleo e da água no reservatório; sua concentração é predominante na camada rochosa, permitindo a produção basicamente de gás natural.
O gás natural produzido no Brasil é predominantemente de origem associada ao petróleo (73%) e se destina a outros mercados de consumo que não somente a geração de energia termelétrica. Além disso, uma vez produzido, o gás natural se distribui entre diversos setores de consumo, com fins energéticos e não-energéticos: utilizado como matéria-prima nas indústrias petroquímica (plásticos, tintas, fibras sintéticas e borracha) e de fertilizantes (uréia, amônia e seus derivados), comércio, serviços, domicílios etc., nos mais variados usos.
Com relação ao transporte do gás natural, ele pode ser feito por meio de dutos, em cilindros de alta pressão - como o gás natural comprimido (GNC) ou como o gás natural liqüefeito (GNL) ou por meio de navios especiais chamados navios metaneiros, de barcaças ou de caminhões criogênicos (ANP, 2003).
Segundo dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo (ANP), de um total aproximado de 474 bilhões de m3 de gás natural em 2007, 78% das reservas provadas nacionais deste energético se localizam no mar (campos off shore), e o restante (22%) se localiza em campos terrestres (on shore).
De acordo com os últimos estudos, as perspectivas de maior oferta de gás natural no Brasil estão principalmente na Bacia de Santos, além de no Espírito Santo e na Bacia de Campos, no Estado do Rio de Janeiro, que hoje concentra 44% da produção deste energético no Brasil.
A utilização de gás natural para geração eletricidade via usinas termelétricas, deve considerar o contexto em que se inserem essas usinas no Brasil. O sistema elétrico brasileiro é constituído de um parque gerador predominantemente hídrico, o que significa que sua operação está condicionada ao regime de chuvas. De uma forma geral, a usinas térmicas a gás, funcionam em regime de complementação à geração hidrelétrica, o que significa que o consumo de gás natural para termeletricidade depende, portanto, dessas condições.
Conforme a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), há no país 81 usinas termelétricas a gás natural em operação, com uma capacidade instalada de 10,2 GW. O mercado do gás natural está em grande expansão no Brasil. Até 2003, esse combustível participava com 5,6% da matriz energética nacional e a previsão é que essa participação deverá chegar a 12% em 2010.
Aspectos ambientais ligados a geração de energia via UTEs a gás natural. Por ser um combustível fóssil, formado há milhões de anos, trata-se de uma energia não renovável. Porém o gás natural oferece menos riscos à natureza do que outros combustíveis mais tradicionais, como o petróleo e carvão mineral, uma vez que em principio é isento de enxofre e de cinzas, o que torna dispensáveis as custosas instalações de desufurização e eliminação de cinzas que são exigidas nas térmicas a carvão e a óleo. Nesse sentido, mesmo apesar das vantagens relativas do gás natural, seu aproveitamento como combustível nas usinas termelétricas (UTEs), como qualquer outra intervenção humana, produz impactos indesejáveis ao meio ambiente, que merecem ser mencionados, entre os quais destacam-se. 
Sistema de refrigeração e o consumo
de água de UTEs a gás natural
Um dos grandes problemas de uma usina a gás natural é a necessidade de um sistema de resfriamento, cujo fluido refrigerante é normalmente a água.
Nas centrais de geração termelétrica, os maiores volumes de água (que podem chegar a 90% do total usado na instalação) são utilizados no sistema de resfriamento, para a condensação do vapor de exaustão das turbinas, o que constitui um significativo fator de pressão sobre o meio ambiente, tendo-se em vista os volumes captados e as perdas por evaporação e cujo montante depende da tecnologia empregada. As emissões atmosféricas.
Um outro impacto ambiental também considerado muito importante, relacionado ao uso de gás natural para a produção de energia, são as emissões atmosféricas. Os principais poluentes atmosféricos emitidos pelas centrais termelétricas a gás natural são dióxido de carbono (CO2), óxidos de nitrogênio (NOx) e, em menor escala, monóxido de carbono e alguns hidrocarbonetos de baixo peso molecular, inclusive metano, devido à combustão incompleta.
A quantidade de emissões de poluentes atmosféricos, emitidos por uma Usina Termelétrica (UTE), dependerá das características do gás natural queimado e das condições da reação de combustão, entre outros fatores. Por exemplo, no caso dos óxidos de enxofre, a quantidade emitida durante o processo de combustão será em função do teor de enxofre do gás utilizado. A emissão de óxidos de enxofre (SOx), no caso de usinas termelétricas brasileiras, é um item menos relevante, em razão de o combustível praticamente não conter enxofre em sua composição, em função das especificações estabelecidas pela Agência Nacional do Petróleo.
Cabe destacar que o teor de nitrogênio contido no gas, também influenciará nas emissões de óxidos de nitrogênio (NOx). A emissão de NOx é decorrente tanto de mecanismos térmicos quanto da composição do combustível. Isto significa que, mesmo não contendo nitrogênio na sua composição química, a queima de gás natural pode produzir óxidos de nitrogênio (NOx), entre os quais o dióxido de nitrogênio (NO2) e o óxido nitroso (N2O), em função da reação do nitrogênio atmosférico presente no ar de combustão. A emissão de NOx gera como principal conseqüência a "deposição ácida", que envolve a acidificação da água das chuvas e mesmo a deposição de sulfatos e nitratos sólidos (Ballestieri, 1994).

Fonte: Revista Exame