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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O MEDONHO E O SEU MODO DE GOVERNAR




O DEMO DA FLORESTA, PRETENSIOSO COMO É, BUSCA ESPALHAR O TERROR, TENTANDO DE TODA FORMA SE APROPRIAR DA ESPERANÇA DO NOSSO POVO QUE LUTA E SONHA POR UM AMAZONAS MAIS IGUALITÁRIO, JUSTO E SUSTENTÁVEL.
Herda-se da idade média os títulos honoríficos que as confrarias religiosas e seculares outorgavam aos seus sócios e benfeitores dando ênfase as qualidades dos agraciados Tais qualidades expressavam o modo de ser e agir dos contemplados, bem com também sua forma comportamental, seu biótipo e sua preponderância corpórea tais como: o Coxo, o Nanico, Caderudo, o Medonho, entre outros.
Na política, no entanto, os Sofistas muito antes de Cristo, já manifestavam sua indignidade frente aos pensadores que viviam a custas do poder dominante. Da mesma forma, os Anarquistas e os Críticos Sociais nos tempos modernos também recorriam a estas práticas e de forma hilária buscava na história e na lógica dialética a desconstrução do discurso dos mandatários do Estado.
Estas práticas continuam nos Parlamentos e ganha força por meio da literatura, das novelas midiáticas e dos folhetins que circulam nos Arrais da política local.
O Medonho, chamado assim o candidato ex-governador, na Confraria da Praça, tem estilo próprio quanto à sua forma de governar. Não ouve as lideranças dos Movimentos Sociais, não respeita as demandas populares, pouco ou quase nada fez pela educação no Estado, tratando a UEA de forma falimentar, deixando a saúde e segurança precarizadas; não respeita o Parlamento e os demais Poderes constituídos, personalizando seus atos em favores e patrocínios aos beneficiários, aparelhando o Estado para fins privados imprimindo nos mega investimentos o seu rosto bem nos modos dos governos autoritários.
Este Modo Medonho de Governar está assentado no autoritarismo, no personalismo, no mandonismo, reduzindo o Estado a instrumento de mando a serviço das grandes corporações privadas com retorno imediato no enriquecimento ilícito de determinados grupos que retroalimentam a luta do poder pelo poder, valendo de expediente não convencional para semear o medo e se afirmar como o Medonho que boiou das águas para captar o voto do povo e se fazer temido como o Demo da floresta, não pelo convencimento, mas pelo terror tentando de toda maneira se apropriar da esperança do nosso povo que luta e sonha por um Amazonas mais igual, justo e sustentável.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

OS “FICHAS SUJAS” QUE NAVEGAM LIVREMENTE NESSAS ELEIÇÕES




Candidatos considerados “ficha suja” desrespeitam a lei e mantêm campanha nas ruas ˗ com apoio popular. A elaboração de informativos, cartilhas e campanhas no combate à corrupção pouco contribuiu para mudar a visão e a conduta cidadã do eleitor.
Chegou-se a cogitar que, com a aprovação da Lei da Ficha Limpa em 2010, a realidade do país logo mudaria para a ética, a transparência e a moralidade no meio político. Parece que todos os esforços resultaram debalde, em nada, pois, neste ano eleitoral pode-se constatar a participação de inúmeros políticos condenados por órgãos colegiados na disputa por cargos eletivos.
Com o registro barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, o ex-governador José Roberto Arruda decidiu, nesse dia (13), renunciar à candidatura ao governo do Distrito Federal pelo Partido da República (PR).
Ele será substituído pelo vice na chapa, Jofran Frejat (PR). Arruda foi condenada pelo Tribunal de Justiça do DF por improbidade administrativa, em segunda instância, pelo suposto envolvimento no esquema de corrupção conhecido por mensalão do DEM.
O exemplo do Amazonas é o deputado “ficha suja” Wilson Lisboa (PC do B), cassado pelo TRE-AM por usar caixa dois na eleição de 2010, promete manter-se candidato à reeleição.
Medida preventiva adotada no Amazonas para deter a participação do então candidato “ficha suja” a prefeito de Novo Airão, Wilton Santos (PSDB), na eleição de 2012, foi a suspensão do título de eleitor e a cassação dos direitos políticos.
Inconformado, Wilton lançou o pai no seu lugar e transformou-se no mais feroz cabo eleitoral durante a campanha. A teimosia do ex-prefeito ainda redeu-lhe pedido de prisão preventiva, para conter sua participação efetiva no processo eleitoral. Mesmo procedimento deveria ser adotado pela Justiça Eleitoral brasileira a todos os “ficha suja” intransigentes se o Ministério Público fosse atuante.
Entre os mais famosos “ficha suja”, o então candidato ao governo de Roraima Neudo Campos (PP) teve o registro de sua candidatura negado pelo TRE-RR e colocou sua esposa para concorrer na sua vaga.
Outro que diziam que ficaria enganchado no anzol da Lei da Ficha Limpa é o ex-governador do Tocantins Marcelo Miranda (PMDB), mas a Justiça fechou os olhos para as 55 ações que tramitam contra ele. Com a decisão, Miranda prossegue na corrida rumo ao governo de seu Estado.
O caso mais atípico nos meios policiais e político é o do deputado federal Paulo Maluf (PP) que, mesmo procurado pela Interpol, no mundo inteiro, até os dias de hoje, mesmo não estando foragido, teve sua candidatura impugnada e continua tocando sua campanha normalmente.
Todos os “ficha suja” negam a prática do crime e contestam a decisão da Justiça, no entanto, “o descaramento” desses homens públicos é irritante, repugnante, e, como contraponto, gozam de lideranças absolutas em seus Estados.
Pode-se imaginar que as leis brasileiras parecem mais objetos de vitrine expostas para decoração ou para estimular o desejo de quem se sentir atraído pelas exclusividades das estampas jurídicas na composição das mais variadas amostras. A Lei da Ficha Limpa está em vigor desde o dia 7 de junho de 2010, mas somente passou a ser aplicada nas eleições municipais de 2012.
Mesmo considerados “ficha suja”, diversos candidatos a cargos públicos seguem em campanha, muitas vezes liderando as pesquisas de intenção de voto. A legislação permite que o político siga na disputa até que sejam esgotadas todas as possibilidades de recurso. Neste sentido, episódios aberrantes deixam evidentes o esforço e a dificuldade que se tem para moralizar a atividade pública no país.
Esperava-se pelo fiel cumprimento da Lei da Ficha Limpa e o que se assiste é a tentativa de fazer prevalecer a Lei de Gérson, para obter vantagens políticas de forma indiscriminada, sem se importar com questões éticas ou morais.
A Lei da Ficha Limpa objetiva aprimorar o perfil dos candidatos a cargos eletivos, estimulando o eleitor a conhecer a vida pregressa dos políticos em campanha. No entanto, prevalece a impunidade e a manutenção desse mar de lama comprometendo a lisura do processo eleitoral. Cabe, portanto, ao Ministério Público atuar para garantir a integridade do pleito.
*Por Garcia Neto, sociólogo, professor e jornalista.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

EDUARDO BRAGA QUER INDENIZAÇÃO DE R$ 800 MIL DE QUEM UM DIA LHE DEU A MÃO!



 Maskatinhas nas ruas fazendo publicidade.


Todos nós que militamos na política amazonense sabemos o período de vacas magras pelo qual Eduardo Braga passou. Falo de 1998, quando seu mentor político Amazonino Mendes lhe fechou as portas do cofre, que podia lhe favorecer o sonho de voltar a ter um cargo majoritário no Amazonas. Hoje, o Amazonino é um aliado distante. 

Nessa época o Amazonino vivia uma promissora parceira política com Alfredo Nascimento e tudo que sobrou para Eduardo foi portas fechadas, chás de banco e mídias negativas. O único jornal, que teve a coragem de apoiar o Eduardo, foi o Maskate, de propriedade do jornalista Mourão, que divulgava insistentemente a candidatura de Eduardo, mesmo sofrendo retaliações da outra parte.
Neste período, Eduardo passou a ser frequentador habitual da redação de o Maskate. Alguns passaram a dizer que era o novo flanco de batalha do então candidato Eduardo, que sem dinheiro para a campanha, restou somente, como dizia o colunista social Ibraim Sued, “meia dúzia de três ou quatro amigos”.
NOTA: Não estou citando nomes dos amigos (diretamente), porque tudo que envolve gastos de campanha da problemas e, eles querem muito. Como sou um “liso confiado”, prefiro chamar os personagens da nota de DUDU, de fiel escudeiro, cabras…
Mas, vamos prosseguir a história deste ingrato chamado Eduardo… Em 2000 DUDU, estava mais quebrado financeiramente, que arroz de terceira, batido em pilão de madeira. Em razão disso, ele era a imagem da humildade, em pessoa.
Arrogância não existia naquele rapaz. Alguns aliados quando questionados sobre o modo arrogante de Eduardo, de pronto diziam: ele mudou muito!…, o sofrimento que esse rapaz está passando, o fez tornar-se mais humano, dócil…
Nas eleições de 1998 e ele foi derrotado. Mas, em 2002 conseguiu se eleger governador do Estado. Ai!… ele mostrou, quem realmente era.. Não havia mudado nada. Seus subordinados eram tratados aos gritos e aos trancos e, ai por diante. Hoje, dizem que ele é um homem multimilionário, que tem amigos sulistas mais bilionários ainda. Por exemplo: “o casamento de uma das suas filhas, aconteceu em uma ilha no litoral distante estado da Bahia, do qual participaram somente a nata política nacional e, empresários do mais alto escalão”. Pode ser conversa do povo!..
Depois de tudo isso, acabo de ler a notícia de que o mesmo DUDU, aquele que dependia de um único jornal impresso até 2000, é o mesmo que incentivou a sua coligação e aliados a processar o Mourão do Jornal Maskate, pedindo um total de indenizações de R$ 800 Mil, distribuídos em R$ 106 Mil para o PSB, R$ 106 Mil para a Coligação do PMDB, mais R$ 106 para o instituto, até chegar aos R$ 800 Mil de indenização.
Esse é o Dudu, que recebeu guarida na época das vacas magras. É esse o cabra que quer ser governador do Estado. O nome disso, para os mais educados, chama-se ingratidão, mas para eu, um pobre mortal, isso se chama… (sic). Interpretem da forma como acharem melhor. (Por: Paulo Onofre)

NOTA NO PORTAL DO O MASKATE
“Pois foi isto que aconteceu nesta quarta-feira. O hebdomadário, ou semanário como queiram, Maskate, em plena comemoração de seus 17 anos de existência, recebeu de presente uma citação judicial em um pedido de liminar da coligação “Renovação e Experiência”, do senador Eduardo Braga (PMDB) exigindo que o semanário não publique mais nenhuma pesquisa eleitoral da Intake Marketing Estratégico e Estudos de Mercado até o dia 5 de outubro e o pedido de R$ 800 mil de indenização por já ter publicado uma pesquisa há duas semanas. Isso tudo por que a pesquisa do Intake apontava a realização de segundo turno no Amazonas”.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

DIA 13 DE SETEMBRO: ENTREGA DO TROFÉU ÍNDIO PAUXI 2014


Serão agraciados com o Troféu Índio Pauxi 2014:
                                               
Médico Veterinário 
FERNANDO MOURA (in memória)
 
Jornalista e Editor do Jornal Folha de Óbidos
ARISTIDES DIAS         

Vice Prefeito de Óbidos
Every Aquino

Odontologa 
Vandecy Freitas

Empresário
Airton Imbeloni 

Músico 
Jorge Chaves “LELÊ”

(Animador Cultural)
RIVALDO PEREIRA

A festa de entrega do Troféu Índio Pauxi, será realizada no dia 13 de setembro (sábado), no Fazendário Club, Rua Recife, próximo a bola do conjunto Eldorado, numa promoção da Associação dos Obidenses Residentes em Manaus – ADORM.
O objetivo do Troféu Índio Pauxi, segundo os promotores do evento, “é premiar anualmente obidenses ou entidades que se destacaram, prestando relevantes serviços à sua comunidade nas mais diversas áreas, na expressão de agradecimento e aplausos de toda a nossa terra, por seu profissionalismo e comportamento de cidadão exemplar em prol do ser humano e dos conterrâneos, residentes em Manaus”.
Os agraciados serão escolhidos por uma comissão composta por empresários obidenses e por membros Associação dos Obidenses Residentes em Manaus. A pessoa ou entidade agraciada com o TROFÉU ÍNDIO, como conhecimento, receberá um Diploma de Mérito e uma estatueta em madeira, simbolizando o Índio Pauxi, significando o valor de quem trabalha com ideal e denodo, por uma sociedade mais próspera e mais justa.
Assim, os organizadores do evento, tendo à frente o obidense Paulo Onofre, se empenham em organizar a festa e escolher os agraciados que receberão o Troféu, os quais muitas vezes, migraram para Manaus, Belém, ou outra cidade, enfrentando vários percalços, vivendo longe de suas famílias e mesmo assim venceram todos os obstáculos e importante destacar: não esqueceram suas raízes.

Informações com Paulo Onofre, fones: 9615-1175 e 9469-0169