Total de Visitas

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Manaus não tem Amazonino, mas tem Omar.

Uma vez lá na inauguração da nova Praça da Saudade, o próprio Amazonino disse em discurso: “O Amazonas ficará em boas mãos, o Omar tem um bom coração”,


Alagando até a alma sórdida dos políticos espúrios da nossa terra, o rio Negro está subindo uma enormidade também nos aglomerados fluviais urbanos de nossa cidade, provocando calamidade nas famílias que moram nessas margens insalubres alagadiças.
O prefeito de Manaus, Amazonino Armando Mendes, escafedeu-se rumo de Miami, talvez para bater um papo político eleitoral com seu mestre e bilionário senador Carlos Alberto De Carli, que foi, para quem não sabe, representante do Congresso Nacional, apontado pela ONU como observador da guerra entre o Irã e o Iraque. Isso é que é bagagem política, professor. Além do mais, o mesmo é pai do ex-vereador Paulo De Carli e do professor universitário Júnior de Carli.
Lá em Miami, o Negão deverá aprender algumas lições com seu mestre, de como virar o jogo eleitoral, já que ele está batendo o recorde de rejeição, 68%, segundo pesquisa recente, e sair assim para uma reeleição seria uma ação kamikase, ora bolas.
Com essa fuga para o vermelho (as galáxias fazem isso, segundo o astrofísico Edwin Hubble), Amazonino foi embora, deixando o manauara à própria sorte. É mole?
Mas eis que do fundo do batelão da esperança, surge um grão de luz para amenizar o buraco negro da administração municipal. Sim, como um facho de luz cabocla, um prestativo vaga-lume do povo, aparece o nosso governador Omar Aziz, em todos os jornais, caminhando sobre pranchas palustres, paúis ribeirinhos, vidas sofridas do nosso povo, que apesar dos pesares ainda tem um governador de alma igual, eterno marxista de luta, coragem, e coração.
Uma vez lá na inauguração da nova Praça da Saudade, o próprio Amazonino disse em discurso: “O Amazonas ficará em boas mãos, o Omar tem um bom coração”, lembra Omar?
Por isso em vez de cobrar de Vossa Excelência e esposa, Dona Nejmi Aziz, que a população chama de Coração do Povo, alguma propaganda atemporal, entidades deveriam eram fazer um Mutirão de socorro ao povo amazonense, como o nosso Governador está fazendo, indo lá in loco, ver a situação difícil da nossa gente cabocla.
Aliás, no começo de sua labuta política, foi assim que Amazonino se tornou liderança popular. Passado. Como diria Guimarães Rosa.
Parabéns Omar, o verdadeiro governante fica do lado do povo, na alegria e na tristeza, como num casamento de puro amor amazônico.

Alexandre Otto,
é poeta, membro do
Clube da Madrugada, e da UBE/AM.           

Projeto Jaraqui aborda parto de idéias


Mário Frota: "O Amazonino abandonou os nossos irmãos, vítimas da enchente".
Ademir Ramos, profª Margarida Campos e Mário Frota.
Ademir Ramos, a profª Margarida Campos, que falou sobre a situação da Saúde e Paulo Onofre.
Paulo Onofre, Jander, Bahia, Every Aquino e Ademir Ramos no Projeto Jaraqui
O jornalista Roberto Pacheco e o estudande de Direito Izaías, que distribuiu livros da Constituição Federal.
O ex-senador Evandro Carreira, discussando no Coreto do Pina, por ocasião do Projeto Jaraqui.

O Projeto Jaraqui é uma iniciativa popular que nasceu das bases universitárias para discutir os problemas regionais e cobrar maior participação da população nas decisões do Executivo
O Projeto Jaraqui (PJ) levou neste último sábado (5), para a Praça da Polícia (Coreto do Pina), um público flutuante de duas mil pessoas que participou de mais uma manifestação pública comandada pelo professor universitário Ademir Ramos e pelo assessor político e ativista sindical Paulo Onofre. O evento contou com a presença do ex-senador Evandro Carreira, do vereador Mário Frota e da professora universitária Margarida Campos que discursaram sobre os mais variados temas da problemática regional.
De acordo com Paulo Onofre, as manifestações em praça pública, para cobrar ações de governo por meio da conscientização do povo, já acontecem desde os anos 400 a. C., quando o filósofo Sócrates utilizava as ágoras para inquirir os cidadãos de Atenas quanto aos desmandos do Estado. “Sócrates foi um dos filósofos mais influentes de todos os tempos e se dedicava ao parto de idéias, assim como o Projeto Jaraqui, uma iniciativa popular que nasceu das bases universitárias para discutir os problemas regionais e cobrar maior participação da população nas decisões do Executivo”, ensina Paulo.
Durante o evento foi dada continuidade ao abaixo assinado que recolheu assinaturas pedindo a extinção do 14º salário, mais conhecido como ‘Auxílio Paletó’, que é pago aos vereadores de Manaus, baseado em um projeto de lei de autoria do vereador Mário Frota (PSDB).
Por ocasião do seu pronunciamento, no Coreto do Pina, o vereador Mário Frota, líder do PSDB na Câmara Municipal de Manaus (CMM), cobrou a presença do prefeito Amazonino Mendes nas áreas de alagação dos bairros periféricos de Manaus. “O revoltante é que, enquanto o Amazonino esbanja o nosso dinheiro com artistas de fora, os nossos irmãos, vítimas da enchente, que já invade áreas de 14 bairros de Manaus, estão à míngua, totalmente órfãos da Prefeitura”, denunciou Mário Frota. (Por: Roberto Pacheco – MTb 426).

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Assessor de merda, uma ova!


“Chefão, o cara do Blog do Paulonofre, esqueceu do senhor e agora aponta a baladeira contra mim”. Calma, Hermes, nepotismo é uma doença que aflige a maioria dos políticos.
Após a denúncia de nepotismo na prefeitura de Iranduba, o pré-candidato Hermes Maramalgo, escafedeu-se em baixo das asas do prefeito e chorou mais do que menino mijão com medo de trovoada, dizendo aos soluços para Nonato Lopes: “Chefão, o cara do Blog do Paulonofre, esqueceu do senhor e agora aponta a baladeira contra mim”.
       Calma, Hermes, nepotismo é uma doença que aflige a maioria dos políticos. E você que é médico, e não tem conhecimento na área de Direito Penal, não sabe que o remédio para o infrator da Lei é a Justiça, ou cadeia, para ser mais claro. Nesse chororó, o Nonato enraivecido, querendo consolar o doutor Hermes, tomou partido, foi enfático, gritando enfurecido, segundo comentários: “Não te preocupes com esse Paulo, ele é apenas um assessorzinho de merda”.
       Nós, deste Blog, que somos fãs de Chico Buarque de Holanda, trans-comunicamos com acentuado humor a comparação titica do prefeito de Iranduba, mas asseguramos que, em momento algum, nos sentimos a Geni, citada na música do grande poeta e compositor.
      Acreditamos, senhor prefeito, que antes de tratar-nos de forma pejorativa, deveria aconselhar o seu pupilo, Hermes Maramalgo, a mandar sua mulher pedir a exoneração do cargo de secretária de Saúde, de Iranduba. Se também forem verdadeiras as informações que o nobre edil tem parentes lotados em secretarias daquele município, que os mesmos sejam exonerados ou coloquem seus o cargos à sua disposição, como forma de começar uma pré-campanha sem o rabo preso, pois pegou mal, diante da opinião pública, toda essa lambança.
        Quanto ao Dr. Hermes, na tentativa de justificar minhas criticas bradou aos cantos da cidade que estou a serviço do Chico Doido.  Faço uma sugestão ao vereador: acesse o blog do paulonofre, e confira os fatos, durante um ano foram postadas 96 artigos e crônicas sobre Iranduba. Fiz críticas e sugestões ao prefeito como também ao Chico Doido, nunca recebi e não recebo qualquer ajuda de políticos ou empresários do município, pois agindo desta forma estou garantindo o meu direito de relatar os fatos tal qual como acontece.
          Fique tranqüilo Dr. Hermes, na hora que o senhor merecer elogios, de pronto divulgaremos em nosso blog, pois os profissionais que fazem esse informativo eletrônico, tem responsabilidade em levar a melhor informação e com conteúdo ao  povo de Iranduba,
       Como demonstração de que não há nada de pessoal contra o Dr. Hermes Maramalgo, colocamos este blog à sua disposição para falar de seus projetos no legislativo municipal, o seu programa de governo como pré candidato e o que mais quiser, pois aqui não fazemos censura. Portanto, o senhor vai ter a liberdade de expressar seu pensamento. (Por: Paulo Onofre).

   
    

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Arthur: O Grande Chefe ausente no retorno do Projeto Jaraqui.


Nossa gente te chama, Arthur, porque movido pelo descuido histórico, não fiscalizou os espertalhões que surrupiaram teu mandato
Na Távola Redonda do beiju amazônico, cuja configuração imperial cabocla, sempre se reúne quando justamente periga de se calar a sociedade manauara, lá estava novamente o nosso querido combatente indômito, professor Ademir Ramos, inconsútil antropólogo e ativista, fonte viva às novas gerações da UFAM; Mário Frota, um guerreiro que combateu a ditadura e ainda continua vivo nas praças da liberdade; Paulo Onofre, militante político e articulador, junto com Ademir Ramos, para a volta do projeto Jaraqui; Elson Melo, já careca de tantas lutas e derrotas que ele com seu semblante de Ho Chi Min vitorioso, agora expõe no seu Lucta Social na WEB; Deputado Luis Castro, a última lâmpada que o povo tem na Assembléia; Juscelino Taketoni, um jornalista nerudiano, cuja sensibilidade social e poética lembra o nosso Che Guevara, ladeado pela Georgina Andrade, linda moça inesquecível com seus fluviais cabelos negros, ela é irmã da Fafá, Artur, que foi tua secretária diligente e fiel; Abel Alves, deputado e maior figura política tefeense,  pela ética e seriedade moral; Socorro Papoula, flor vermelha e militante eterna do PT.
       Essa turma da pesada sempre se faz presente quando Manaus periga de perder sua metralhadora Ak, ou sua baladeira ideológica. Eu, lá próximo à xícara de café do Pina, conversava com o Dr. Góes e o Felipe, filho do Monassa (que já se encantou, como diz o Guimarães Rosa), e que é Físico e único manauara que discute comigo a elegância da Teoria das Cordas; ora justamente eu, poeta, é que respondia para o público presente sobre a tua ausência, irmão. Após umas 30 pessoas que perguntavam na mesma freqüência, respondi que eras cônsul, lá em Portugal.
       Tu, companheiro, está fazendo muita falta para o povo amazonense. Relembro o incidente insólito da votação da MP dos tablets, quando a bancada do Amazonas, especialmente Eduardo, Vanessa, et caterva, estavam ausentes do plenário, tomando cafezinho no mesmo instante da votação, segundo um senador de outro Estado. Coisa vergonhosa.
       O povo soube da sacanagem espúria dos nossos congressistas, por isso agora, tu voltas, Grande Líder do Povo Ajuricaba, ao teu lugar impávido de maior liderança política no coração do povo do Amazonas.
       Nossa gente te chama, Arthur, porque movido pelo descuido histórico, não fiscalizou os espertalhões que surrupiaram teu mandato, outros amazonenses votaram  em candidatos ao senado de outras legendas , esquecendo a brilhante Excalibur da piracema, que trazes erguida em teu coração valente.
       Vem, pra prefeito, vereador, ou senador em 2014. O povo nas praças pede a tua presença.
       O Amazonas é nosso, mas a espada da luta é tua, pois o legado de campeão do povo é teu, Rei Arthur e Lancelot ao mesmo tempo.
Alexandre Otto
é poeta, e membro do Clube
da Madrugada e UBE; AM.


               


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Trabalhador vive no país das maravilhas


Ricardo Morais e Elson Melo foram os grandes responsáveis pela criação de sindicatos fortes no estado do Amazonas. Nessa época vários movimentos culturais foram realizados, como o lançamento d’O Candiru, no bar do Armando, editado por Mário Adolfo e Simão Pessoa (Mário Frota e Arthur Neto, na foto, aparecem rejuvenescidos). Enquanto isso os sindicatos estavam nas ruas lutando pelos direitos dos trabalhadores.
       Lembro do final da década de 70 e começo dos anos 80, quando o dia do trabalhador, 1º de maio, era comemorado com grande alegria, mas também recheada de protestos, contra a inflação e baixos salários. Vivíamos um período difícil, em plena ditadura militar, que procurava amordaçar e calar líderes sindicais da época, dentre eles o recém eleito presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Estado do Amazonas, Ricardo Morais,  Elson Melo e outros, foi uma eleição memorável, que mudou o sindicalismo no estado do Amazonas.
Passamos a viver um novo momento. Anos depois estes líderes sindicais foram afastados por divergências internas e o que temos hoje são sindicatos apáticos, fora de foco eqüidistante do objetivo precípuo da atividade que é a de brigar por melhores salários e condições de trabalho para os seus associados.
Lembro da década de 80, quando eu era encarregado do Departamento de Recursos Humanos de uma empresa no Parque Industrial de Manaus. Naquela época, já a partir de junho, o sindicato da categoria começava a fazer manifestações públicas em frente às fábricas quando os dirigentes sindicais levavam a pauta para discutir com os trabalhadores. Com isso se criou, dentre os operários, o interesse de participar das reuniões do sindicato onde se discutia o Dissídio Coletivo de Trabalho.
Na década de 80 participavam cerca de 5 mil associados nas reuniões sindicais. Nos dias de hoje os sindicatos aboliram essa prática de ir para a porta da empresa, discutir com os trabalhadores a ampliação de seus direitos. O dia 1º de maio passou a ser um dia de festa regada de churrasco, cerveja e sorteio de prêmios. Os Sindicatos perderam seu objetivo principal.
Os trabalhadores precisam urgentemente reinventar o sindicato e torná-los - novamente - o porta voz de cada categoria. (Por: Paulo Onofre) - Fotos: O Candiru: Mário Adolfo e Simão Pessoa