O município de Iranduba, a
25 km de Manaus, será uma das primeiras cidades digitais do Estado. Quando em
funcionamento ajudará na administração municipal para agilizar tarefas. A
matéria foi veiculada no jornal A Crítica, de sábado (11/01), página A6, no
caderno de Política. (Por: Paulo Onofre).
Um espaço democrático para idéias e críticas. Onde a política é tratada de forma séria e inteligente.
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
MAIS UMA VEZ PREFEITO DE IRANDUBA DEMONSTRA SUA INCOMPETÊNCIA ADMINISTRATIVA
A Coordenadoria de Defesa
Civil do Estado do Amazonas, esteve ontem, 9, em Iranduba para recolher na sede do órgão uma grande
quantidade de produtos de primeira necessidade que deveriam ter sido
distribuídos às famílias carentes do município durante a cheia dos rios Negro e
Solimões no ano passado.
Os produtos, que encheram um
caminhão-baú, incluem itens como colchões, travesseiros, fronhas, lençóis e kits
de higiene pessoal composto por sabonete, creme dental, escova, papel
higiênico, dentre outros.
Os materiais não teriam sido
distribuídos em tempo hábil nas comunidades destinatárias dos benefícios por
falta de apoio logístico da Prefeitura de Iranduba (barco, combustível, etc).
Pasmen! Com tanta gente
carente no município de Iranduba precisando
de auxilio, chega a ser cômico, se não fosse trágico, a
Defesa Civil do Município de Iranduba devolver à Defesa Civil do Estado os produtos, porque o prefeito não teve
competência para preparar um cronograma de entrega nas comunidades.
Depois, dizem que eu critico
o prefeito Xinaik, agora vejam se ele e seus asseclas não conseguem sequer
fazer entrega de materiais que foram doados pelo Governo do Estado.
A pergunta que não quer calar
e a seguinte: O que este grupo, liderado pelo prefeito de Iranduba, sabe fazer?
Mas uma vez o prefeito demonstra sua incompetência administrativa. (Por: Paulo
Onofre).
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
EM IRANDUBA: EX- SECRETARIO FAZ COMPRA, PAGA À VISTA E NÃO RECEBE VEÍCULOS
Uma pick-up Amarok, igual a esta, deveria estar na Secretaria de Saúde
de Iranduba.
Eudes Fernandes, que foi Secretário de Saúde de
Iranduba, no final da administração de Nonato Lopes, comprou, por meio de
licitação, um pick-up Amarok, quatro bicicletas e duas motos para utilizá-los
nas comunidades carentes do município, mas até agora os veículos não foram
entregues.
Eudes alega que fez o pagamento
adiantado à empresa que ganhou a licitação, antes mesmo que ela entregasse os utilitários.
Este pagamento foi efetuado indevidamente segundo o ex-secretário devido a um
pedido de Sílvia Dias, que é amiga dos diretores da empresa que ganhou a
licitação. Esta senhora é irmã de uma política que à época era uma vereadora
muito influente no município.
Ocorre que o dono da empresa até hoje não entregou
os veículos e, de acordo com Eudes, o caso foi entregue ao Ministério Público.
São coisas dos bastidores da política irandubense.
Agora o prefeito Xinaik, está na obrigação de ver as quantas andam este processo que tramita no Ministério
Público para dar uma satisfação à sociedade e o município seja ressarcido do
valor pago indevidamente. (Por: Paulo Onofre).
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
PRESOS POR ENGANO PELO REGIME MILITAR
Viajei
no navio do Snapp Jaime Moss, que chegou a Belém numa sexta feira de um mês
incerto e não sabido, de 1965, nessa eu época era funcionário da usina de
energia elétrica de Óbidos. O objetivo da minha viagem a capital era comprar
peças de reposição para o velho motor da usina geradora de energia em Óbidos.
Ao
chegar na capital do Pará, fui para a residência da Dona Maricota, obidense,
casada com seu Oscar, que durante muitos anos trabalhou em Óbidos como
barbeiro.
Na
segunda feira, acordei cedo e ouvi uma voz gritando: “Laércio, o café está na
mesa”! Uma vez já instalado decidi fazer uma pesquisa de preços das peças.
Segui então para a loja. No trajeto da avenida Presidente Vargas, encontrei com
o Zezinho Andrade, que - para os obidenses que não lembram - era o dono do Bar
Andrade. Conversamos sobre o assunto do momento, que era o recém Golpe Militar.
Foi
quando Zezinho disse: “Laércio vamos fazer uma visita a Dona Noca, esposa do
Dr. Alárico Barata, aproveitamos para tomar um café e conversar com Ruy Barata”,
contemporâneo de ambos na juventude em Óbidos.
Ao
chegarem na residência dos Barata, os visitantes foram recebidos com alegria,
pelo Dr. Alarico, que de pronto mandou servir um café e começou a indagar dos
visitantes notícias de seus amigos que moravam na cidade presépio.
Por
volta de 11:00h da manhã, a conversa foi interrompida pelo som da campainha, a
porta em seguida foi aberta pela empregada, foi quando adentrou no apartamento
o tenente Alacid Nunes, acompanhado por uma patrulha que deu voz de prisão ao
Rui Barata, como também a Laércio e ao Zezinho.
Após a
prisão Zezinho Andrade e Rui Barata, foram encaminhados ao 26º B.C., enquanto
Laércio foi encaminhado para a 4ª Guarnição de Segurança, que na época
funcionava nas dependências do Forte Castelo, em Frente a Igreja da Sé, em
Belém. Laercio, a partir do momento em que chegou no local, passou a ser
torturado, era espancado com cassetete nas pernas, braços e palma do pé. Apesar
de reiteradas vezes o torturado dizia, em alto e bom tom, que não era
comunista, mas a pergunta que era sempre feita: “então, o que você estava
fazendo na casa do comunista Rui Barata, seu comunista de merda?”
As
torturas eram feitas por um cabo do exército conhecido pelo codinome de “Peixe
Agulha” que ficou responsável pelo detento, este para satisfazer sua sanha e
sadismo divertia-se torturando o quase comunista Laércio.
Após 15
dias de tortura a pão e água, o detento recebeu uma visita do advogado Ferro
Costa que conseguiu relaxar sua prisão.
Enquanto isso, Zezinho Andrade, continuou preso por mais alguns dias, até que foi libertado graças a intervenção do Dr. Ferro Costa.
Enquanto isso, Zezinho Andrade, continuou preso por mais alguns dias, até que foi libertado graças a intervenção do Dr. Ferro Costa.
Por: Laércio
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Segundo
o relato de Laércio, durante a prisão de Ruy Barata, o que deixou indignado o
Alacid, foi que ao interpelar Ruy, perguntando se este era comunista, este
respondia afirmativamente, e que estava sendo preso por um ideal.
Após serem libertados Laércio e Zezinho, fizeram um pacto de jamais comentarem o assunto, quando chegassem a Óbidos, pois tinham medo de represarias.
Após serem libertados Laércio e Zezinho, fizeram um pacto de jamais comentarem o assunto, quando chegassem a Óbidos, pois tinham medo de represarias.
Esta
história também me foi contada por meu pai, “o Calango”, em 1980. Para aqueles
obidenses mais jovens, meu pai foi funcionários do Correio, em Óbidos na década
de 50 e 60.
Em
2011, fui passar o carnaval em Óbidos, durante o Carnapauxis, encontrei o
Laércio, ficamos horas conversando, pois, ele foi amigo de infância de meu pai.
Lembrei da história e pedi que me contasse verdadeiramente o que aconteceu, daí
este relato que faço, para inclusive ficar registrado na história a saga dos
nossos conterrâneos. (Por: Paulo Onofre).
O JARAQUI VOLTA NO RITMO DO CARNAVAL DA DEMOCRACIA
O
esquenta do Jaraqui tem como combustível a paixão desenfreada por Manaus,
monitorando as políticas públicas no sentido de influir nas determinações de governo,
sendo favoráveis as condições materiais que possibilitem viver dignamente com
segurança e respeito em nosso Amazonas.
O projeto Jaraqui vai apresentar, no dia 22 de fevereiro, somente as
tradicionais marchinhas do carnaval brasileiro que fizeram sucesso ao longo de
5 décadas de história. A ideia da organização é de trazer à Praça da Polícia as
famílias para brincar e escutar as músicas do tempo em que se realizavam os
carnavais tradicionais dos anos 50. Por outro lado, os participantes serão orientados a
não pisar na grama e nem jogar lixo no local do evento, preservando o
patrimônio público e respeitando as questões do meio ambiente.
O que era bom ficou mais gostoso e a Comuna
Jaraqui volta à praça no ritmo do Carnaval da Democracia, participando do
cordão do Jangadeiro, sob a batuta do maestro Mário Lino e os “Amigos do Som”.
E assim, dando por vencida as forças contrárias, o Jaraqui retoma ao trabalho
na Praça Heliodoro Balbi, na República Livre do Pina, no sábado, dia 22 de
fevereiro, das 10 às 12h, fazendo um tributo ao carnaval de rua de Manaus.
Nesta época, no reino de Momo, a irreverência
impera, fazendo abacaxi virá uva e o Jaraqui virá Candiru pra ferrar com os
larápios do povo, em defesa da economia e do patrimônio público. É o Carnaval
da Democracia cantando o ostracismo dos corruptos e cadeia para os mensaleiros. Gente olha o Jaraqui aí/ com muito samba no pé/fazendo o
que pode/ Prá ver os corruptos fora daqui...
Fora os arrivistas e seus comparsas que na
dança das cadeiras transformaram as eleições em jogatina, pegando só filé e
deixando a ossada pra gente. Chega de armação, o Jaraqui é a tribuna popular
que não se cala e como bússola busca nas redes sociais orientar os militantes
pela limpeza na política, criminalizando os partidos e seus dirigentes.
Para 2014, a Comuna Jaraqui quer fortalecer
as parcerias e ampliar força com os movimentos de luta pela resistência,
lutando por moradia digna, pela qualidade das políticas públicas, mais cultura,
educação e ciência. A grita é geral, no bloco da alegria, cantando a liberdade
contra os picaretas que transformaram o governo em extensão se suas alcovas.
O esquenta do Jaraqui tem como combustível a
paixão desenfreada por Manaus, monitorando as políticas públicas no sentido de
influir nas determinações de governo, sendo favoráveis as condições materiais
que possibilitem viver dignamente com segurança e respeito em nosso Amazonas.
Nesta marcha homens e mulheres de bem se
juntam a Comuna Jaraqui formando um bloco em defesa da Ética, fazendo valer o
respeito, a transparência e a moralidade na política. Se assim for sintam-se
convidados a participarem do Carnaval da Democracia, com o retorno do Jaraqui,
no sábado, dia 22 de fevereiro, das 10 às 12, na República do Pina, na Praça da
Polícia, no Centro Histórico de Manaus, recordando o passado para as conquistas
do presente.
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