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segunda-feira, 17 de junho de 2013

DINHEIRO DE CONVÊNIO: PREFEITURA DE IRANDUBA QUERIA PAGAR SÓ A METADE



O secretário queria pagar somente metade do valor da fatura de prestação de serviço, mas acontece que e a grana, em sua totalidade, estava na conta da prefeitura, para efetuar a quitação integral.
É domingo, 18:00h. Estava assistindo ao jogo Espanha x México, quando recebi uma ligação de Iranduba. Era uma pessoa - que pediu para não ser identificada - me contando que na última terça-feira, em pronunciamento no Plenário da Câmara Municipal de Iranduba, o vereador Antonio Alves, líder do governo naquela Casa Legislativa, fez um pronunciamento solicitando que o Secretário de Finanças, David Queiroz, efetuasse o pagamento dos empresários, donos de ônibus, que transportam alunos naquele município.
Segundo o vereador, o secretário queria pagar somente metade do valor da fatura de prestação de serviço, mas acontece que e a grana, em sua totalidade, estava na conta da prefeitura, para efetuar a quitação integral, já que o dinheiro é um repasse do FUNDEB, pelo que foi apurado junto a um aliado do prefeito.
A pergunta é a seguinte: o dinheiro que é pago a estes prestadores de serviços, não é do FUNDEB? Nunca tive noticiais que esse órgão repasse verbas de forma parcelada. Para tirar dúvidas vou acessar no Portal da Transparência.
O denunciante, ficou de me encaminhar cópias da gravação do pronunciamento do nobre edil.
Com a palavra o Secretário de Finanças de Iranduba, que sei ser uma pessoa integra, logo, tenho certeza que o mesmo terá uma explicação para o fato. Agora, solicite ao líder do seu governo, para não tratar este tipo de assunto da tribuna, isso que eu chamo de fogo amigo. (Por: Paulo Onofre).

TRÂNSITO: MÁRIO FROTA SUGERE A ARTHUR SOBREVOO SOB MANAUS

“O Amazonas tem uma frota de quase 600 mil veículos e, nos últimos doze anos, quase nada foi feito para atender a demanda de automóveis rodando nas ruas da cidade”.
O vereador Mário Frota, líder do PSDB na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vai sugerir ao prefeito Arthur Virgílio Neto (PSDB), para sobrevoar, de helicóptero, sob alguns pontos da cidade de Manaus para detectar os gargalos que, nos horários de pico, torna o trânsito muito lento.
Mário Frota é autor de oito emendas ao projeto de lei nº 129/2013, que dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária de 2014.  Dentre essas emendas destacam-se a indicação para a construção de três viadutos, sendo na Bola do Conjunto Eldorado, na avenida Umberto Calderaro com André Araújo e na avenida Mário Ypiranga Monteiro com Boulevard Álvaro Maia, para interligar a rua Visconde de Porto Alegre, todos com o objetivo de promover a mobilidade urbana para facilitar o tráfego de veículos.
De acordo com o vereador, no início de 2003, a cidade de Manaus possuía uma frota de 140 mil veículos e a sua infraestrutura só tinha capacidade para rodar apenas 70 mil automóveis.  Atualmente o Amazonas quadruplicou a sua frota, passando para quase 600 mil veículos e, nesses últimos doze anos, quase nada foi feito para atender a demanda de automóveis rodando nas ruas da cidade”, destaca o parlamentar.


TRÂNSITO: MÁRIO FROTA SUGERE A ARTHUR SOBREVOO SOB MANAUS

“O Amazonas tem uma frota de quase 600 mil veículos e, nos últimos doze anos, quase nada foi feito para atender a demanda de automóveis rodando nas ruas da cidade”.
O vereador Mário Frota, líder do PSDB na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vai sugerir ao prefeito Arthur Virgílio Neto (PSDB), para sobrevoar, de helicóptero, sob alguns pontos da cidade de Manaus para detectar os gargalos que, nos horários de pico, torna o trânsito muito lento.
Mário Frota é autor de oito emendas ao projeto de lei nº 129/2013, que dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária de 2014.  Dentre essas emendas destacam-se a indicação para a construção de três viadutos, sendo na Bola do Conjunto Eldorado, na avenida Umberto Calderaro com André Araújo e na avenida Mário Ypiranga Monteiro com Boulevard Álvaro Maia, para interligar a rua Visconde de Porto Alegre, todos com o objetivo de promover a mobilidade urbana para facilitar o tráfego de veículos.
De acordo com o vereador, no início de 2003, a cidade de Manaus possuía uma frota de 140 mil veículos e a sua infraestrutura só tinha capacidade para rodar apenas 70 mil automóveis.  Atualmente o Amazonas quadruplicou a sua frota, passando para quase 600 mil veículos e, nesses últimos doze anos, quase nada foi feito para atender a demanda de automóveis rodando nas ruas da cidade”, destaca o parlamentar.


sexta-feira, 14 de junho de 2013

PREFEITURA DE IRANDUBA PREGA BUROCRACIA PARA APLICAR CALOTE



Secretário de Finanças, Davi Queiroz, é acusado pelos fornecedores.
O secretário parece ter prazer mórbido em fazer fornecedores e prestadores de serviços passarem pelo constrangimento de ficar horas, aguardando o pagamento de suas faturas.
A insatisfação com o Secretário de Finanças de Iranduba, a cada dia tem aumentado naquele município. Fomos informados, que pequenos fornecedores e prestadores de serviços, têm passado maus momentos, para receber pagamentos de suas faturas junto a Prefeitura.
Tenho um amigo, morador daquele município, que teve a infelicidade de prestar serviços para a prefeitura local. Ele me falou que o secretário parece ter prazer mórbido em fazer fornecedores e prestadores de serviços passarem pelo constrangimento de ficar horas, aguardando o pagamento de suas faturas.
Exemplo da desorganização que domina aquela secretaria, foi relatada por um fornecedor. Ele contou que um comerciante, vendeu materiais de expediente no valor de R$ 2.500 reais para uma determinada secretaria do município. O citado senhor após fazer a entrega do material na secretaria, foi ao setor de tributos da prefeitura e pediu que fosse emitida uma Nota Fiscal Avulsa, de conformidade com a Lei,  pagou 11% do valor N.F, em seguida foi  a secretaria de finanças para dar entrada no documento.
Um funcionário daquele departamento, marcou o data para o pagamento da fatura, mas no dia previsto para o recebimento de seus haveres, o empresário ao chegar no local, teve uma desagradável  surpresa: foi informado que tinha que providenciar os seguintes documentos, para anexar ao processo de pagamento.
1º Ofício da secretaria que solicitou da empresa a compra dos materiais;
2º Ofício do secretário que fez aquisição do material, solicitando que o prefeito autorize o pagamento da fatura;
3º O fornecedor deveria fazer um ofício ao prefeito, solicitando o pagamento da fatura.
Agora, pasmem! Todos os ofícios têm que estar com a anuência do prefeito, caso contrário o pagamento não pode ser efetuado.
          Essa atitude antipática do secretário de finanças tem criado entre os micros empresários irandubenses, um descontentamento generalizado. Alguns estudam a possibilidade, de não mais fornecerem produtos ou prestar serviços para a prefeitura, face os constantes atrasos de pagamentos por parte do Poder Municipal, e a burocracia desnecessária criada para pagamentos das faturas.
        Tenho um amigo, que fez uma sugestão para acabar com a burocracia: o prefeito repassa mensalmente às secretarias, um valor em torno de R$ 3.000 mil para pequenas compras como material de expediente dentre outros e, ao final de cada mês, estas secretarias prestam contas ao secretário de finanças, por meio de Notas Fiscais. (Por: Paulo Onofre).
       

A CARA DO JARAQUI, COM NOVOS TEMAS E NOVOS COMPROMISSOS

Paulo Onofre, Ademir Ramos e Elson Melo, coordenadores do Projeto Jaraqui.
Ademir Ramos (*)
A luta pelo Direito faz da pessoa um cidadão. Não basta apenas querer é preciso participar criando as condições necessárias para fazer valer a vontade da maioria, principalmente, em se tratando dos Direitos fundamentais referentes ao acesso à saúde, educação, moradia, segurança, a defesa do meio ambiente, transporte coletivo digno e outras conquistas consagradas na Constituição Federal. Para esse fim é preciso abrir várias frentes de lutas seja junto aos parlamentos municipais, estadual e federal. Estas frentes devem ser expressões da força das comunidades organizadas e dos demais segmentos sociais que reivindicam participar diretamente da garantia dos seus Direitos Sociais. 
O Fórum do Jaraqui, em pleno exercício todos os sábados das 10 às 12h, na Praça Heliodoro Balbi, na República Livre do Pina, no Centro Histórico de Manaus, é uma dessas frentes que serve de tribuna popular para denunciar os malefícios dos políticos viciados e corruptos que usam o povo como escada para se afirmar no carreirismo político tirando proveito para si, seus familiares e em atenção a determinados grupos empresariais que bancam seus projetos políticos eleitorais para em seguida assaltar o cofre público. Todos nós conhecemos os gatunos políticos e seus aliados que se beneficiam com as propinas, acumulando um patrimônio de fazer inveja aos banqueiros internacionais.    
Por outro lado também, o Jaraqui exalta o movimento social, os parlamentares e os governantes responsáveis que cumprem com seus deveres republicanos, em atenção à garantia dos Direitos Coletivos, assegurando a qualidade do serviço público prestado à população, não só da capital do estado como também dos demais municípios do interior.  
O Jaraqui antes do sábado promove reunião de pauta para avaliar e encaminhar novos eixos de discussão com propósito de transformar a dor e a indignação popular em ação e ato que venham agregar força fazendo valer o bem e a felicidade pública.
Para esse fim, a coordenação do Jaraqui definiu a seguinte pauta: 22/06 – Tema em debate – Trabalho e qualidade de vida no PIM; 29/06 – O diabo da puvulagem e a arrogância política em ritmo junino; 6/07 – Cesta básica e o preço do pão de cada dia no Amazonas; 13/07- Combate ao trabalho infantil e afirmação dos direitos das crianças e adolescentes; 20/07 – Trabalho e creche, a luta das mulheres trabalhadoras por Justiça Social e 27/07 – Zona Franca: Promessas, acertos e incertezas.
Nessa pisada o Jaraqui conta com o apoio dos parceiros, convidando os especialistas e debatedores para se fazerem presentes na praça dando voz a grita dos trabalhadores e trabalhadoras que muito lutam por seus direitos trabalhistas e que muitas vezes não conta com o apoio dos sindicatos de base que são seus principais aliados nas negociações patronais. Com efeito, o Jaraqui catalisa a indignação da população e mobiliza força para afirmação dos Direitos populares fazendo valer sua força de controle social com aval do povo na praça.

(*) É professor, antropólogo e coordenador do projeto Jaraqui e do NCPAM/UFAM.