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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Assessor de merda, uma ova!


“Chefão, o cara do Blog do Paulonofre, esqueceu do senhor e agora aponta a baladeira contra mim”. Calma, Hermes, nepotismo é uma doença que aflige a maioria dos políticos.
Após a denúncia de nepotismo na prefeitura de Iranduba, o pré-candidato Hermes Maramalgo, escafedeu-se em baixo das asas do prefeito e chorou mais do que menino mijão com medo de trovoada, dizendo aos soluços para Nonato Lopes: “Chefão, o cara do Blog do Paulonofre, esqueceu do senhor e agora aponta a baladeira contra mim”.
       Calma, Hermes, nepotismo é uma doença que aflige a maioria dos políticos. E você que é médico, e não tem conhecimento na área de Direito Penal, não sabe que o remédio para o infrator da Lei é a Justiça, ou cadeia, para ser mais claro. Nesse chororó, o Nonato enraivecido, querendo consolar o doutor Hermes, tomou partido, foi enfático, gritando enfurecido, segundo comentários: “Não te preocupes com esse Paulo, ele é apenas um assessorzinho de merda”.
       Nós, deste Blog, que somos fãs de Chico Buarque de Holanda, trans-comunicamos com acentuado humor a comparação titica do prefeito de Iranduba, mas asseguramos que, em momento algum, nos sentimos a Geni, citada na música do grande poeta e compositor.
      Acreditamos, senhor prefeito, que antes de tratar-nos de forma pejorativa, deveria aconselhar o seu pupilo, Hermes Maramalgo, a mandar sua mulher pedir a exoneração do cargo de secretária de Saúde, de Iranduba. Se também forem verdadeiras as informações que o nobre edil tem parentes lotados em secretarias daquele município, que os mesmos sejam exonerados ou coloquem seus o cargos à sua disposição, como forma de começar uma pré-campanha sem o rabo preso, pois pegou mal, diante da opinião pública, toda essa lambança.
        Quanto ao Dr. Hermes, na tentativa de justificar minhas criticas bradou aos cantos da cidade que estou a serviço do Chico Doido.  Faço uma sugestão ao vereador: acesse o blog do paulonofre, e confira os fatos, durante um ano foram postadas 96 artigos e crônicas sobre Iranduba. Fiz críticas e sugestões ao prefeito como também ao Chico Doido, nunca recebi e não recebo qualquer ajuda de políticos ou empresários do município, pois agindo desta forma estou garantindo o meu direito de relatar os fatos tal qual como acontece.
          Fique tranqüilo Dr. Hermes, na hora que o senhor merecer elogios, de pronto divulgaremos em nosso blog, pois os profissionais que fazem esse informativo eletrônico, tem responsabilidade em levar a melhor informação e com conteúdo ao  povo de Iranduba,
       Como demonstração de que não há nada de pessoal contra o Dr. Hermes Maramalgo, colocamos este blog à sua disposição para falar de seus projetos no legislativo municipal, o seu programa de governo como pré candidato e o que mais quiser, pois aqui não fazemos censura. Portanto, o senhor vai ter a liberdade de expressar seu pensamento. (Por: Paulo Onofre).

   
    

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Arthur: O Grande Chefe ausente no retorno do Projeto Jaraqui.


Nossa gente te chama, Arthur, porque movido pelo descuido histórico, não fiscalizou os espertalhões que surrupiaram teu mandato
Na Távola Redonda do beiju amazônico, cuja configuração imperial cabocla, sempre se reúne quando justamente periga de se calar a sociedade manauara, lá estava novamente o nosso querido combatente indômito, professor Ademir Ramos, inconsútil antropólogo e ativista, fonte viva às novas gerações da UFAM; Mário Frota, um guerreiro que combateu a ditadura e ainda continua vivo nas praças da liberdade; Paulo Onofre, militante político e articulador, junto com Ademir Ramos, para a volta do projeto Jaraqui; Elson Melo, já careca de tantas lutas e derrotas que ele com seu semblante de Ho Chi Min vitorioso, agora expõe no seu Lucta Social na WEB; Deputado Luis Castro, a última lâmpada que o povo tem na Assembléia; Juscelino Taketoni, um jornalista nerudiano, cuja sensibilidade social e poética lembra o nosso Che Guevara, ladeado pela Georgina Andrade, linda moça inesquecível com seus fluviais cabelos negros, ela é irmã da Fafá, Artur, que foi tua secretária diligente e fiel; Abel Alves, deputado e maior figura política tefeense,  pela ética e seriedade moral; Socorro Papoula, flor vermelha e militante eterna do PT.
       Essa turma da pesada sempre se faz presente quando Manaus periga de perder sua metralhadora Ak, ou sua baladeira ideológica. Eu, lá próximo à xícara de café do Pina, conversava com o Dr. Góes e o Felipe, filho do Monassa (que já se encantou, como diz o Guimarães Rosa), e que é Físico e único manauara que discute comigo a elegância da Teoria das Cordas; ora justamente eu, poeta, é que respondia para o público presente sobre a tua ausência, irmão. Após umas 30 pessoas que perguntavam na mesma freqüência, respondi que eras cônsul, lá em Portugal.
       Tu, companheiro, está fazendo muita falta para o povo amazonense. Relembro o incidente insólito da votação da MP dos tablets, quando a bancada do Amazonas, especialmente Eduardo, Vanessa, et caterva, estavam ausentes do plenário, tomando cafezinho no mesmo instante da votação, segundo um senador de outro Estado. Coisa vergonhosa.
       O povo soube da sacanagem espúria dos nossos congressistas, por isso agora, tu voltas, Grande Líder do Povo Ajuricaba, ao teu lugar impávido de maior liderança política no coração do povo do Amazonas.
       Nossa gente te chama, Arthur, porque movido pelo descuido histórico, não fiscalizou os espertalhões que surrupiaram teu mandato, outros amazonenses votaram  em candidatos ao senado de outras legendas , esquecendo a brilhante Excalibur da piracema, que trazes erguida em teu coração valente.
       Vem, pra prefeito, vereador, ou senador em 2014. O povo nas praças pede a tua presença.
       O Amazonas é nosso, mas a espada da luta é tua, pois o legado de campeão do povo é teu, Rei Arthur e Lancelot ao mesmo tempo.
Alexandre Otto
é poeta, e membro do Clube
da Madrugada e UBE; AM.


               


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Trabalhador vive no país das maravilhas


Ricardo Morais e Elson Melo foram os grandes responsáveis pela criação de sindicatos fortes no estado do Amazonas. Nessa época vários movimentos culturais foram realizados, como o lançamento d’O Candiru, no bar do Armando, editado por Mário Adolfo e Simão Pessoa (Mário Frota e Arthur Neto, na foto, aparecem rejuvenescidos). Enquanto isso os sindicatos estavam nas ruas lutando pelos direitos dos trabalhadores.
       Lembro do final da década de 70 e começo dos anos 80, quando o dia do trabalhador, 1º de maio, era comemorado com grande alegria, mas também recheada de protestos, contra a inflação e baixos salários. Vivíamos um período difícil, em plena ditadura militar, que procurava amordaçar e calar líderes sindicais da época, dentre eles o recém eleito presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Estado do Amazonas, Ricardo Morais,  Elson Melo e outros, foi uma eleição memorável, que mudou o sindicalismo no estado do Amazonas.
Passamos a viver um novo momento. Anos depois estes líderes sindicais foram afastados por divergências internas e o que temos hoje são sindicatos apáticos, fora de foco eqüidistante do objetivo precípuo da atividade que é a de brigar por melhores salários e condições de trabalho para os seus associados.
Lembro da década de 80, quando eu era encarregado do Departamento de Recursos Humanos de uma empresa no Parque Industrial de Manaus. Naquela época, já a partir de junho, o sindicato da categoria começava a fazer manifestações públicas em frente às fábricas quando os dirigentes sindicais levavam a pauta para discutir com os trabalhadores. Com isso se criou, dentre os operários, o interesse de participar das reuniões do sindicato onde se discutia o Dissídio Coletivo de Trabalho.
Na década de 80 participavam cerca de 5 mil associados nas reuniões sindicais. Nos dias de hoje os sindicatos aboliram essa prática de ir para a porta da empresa, discutir com os trabalhadores a ampliação de seus direitos. O dia 1º de maio passou a ser um dia de festa regada de churrasco, cerveja e sorteio de prêmios. Os Sindicatos perderam seu objetivo principal.
Os trabalhadores precisam urgentemente reinventar o sindicato e torná-los - novamente - o porta voz de cada categoria. (Por: Paulo Onofre) - Fotos: O Candiru: Mário Adolfo e Simão Pessoa
  

A MEMÓRIA SUBVERSIVA



No final da década de setenta, eu estava cursando o quinto período de Administração de Empresas, na Universidade do Amazonas, ao passar pela Praça da Polícia, parei para ouvir o discurso de uma pessoa que estava na Rotunda, gostei e, a partir daí, passei a ser um expectador esporádico, aos sábados, do Projeto Jaraqui.
Trinta anos depois do lançamento do projeto, voltei à praça para o seu renascimento. O vereador Mário Frota meteu o pau nos políticos corruptos, cheguei perto e, cumprimentei o nobre edil; tomei um cafezinho no Café do Pina, na companhia do Celestino Neto (livreiro); encontrei com velhos amigos, bebi uma água mineral com o Ademir Ramos (antropólogo), Socorro Papoula (militante do PT) e Paulo Onofre (consultor político).
Subiu à tribuna o advogado Abel Alves, o homem fez um discurso da melhor qualidade, propôs a mudança do nome projeto -, de Jaraqui, para Arraia -, para ferrar os políticos safados; depois, ouvi com atenção o professor Ademir Ramos em suas explanações, em seguida, a Socorro Papoula, fez um pronunciamento, incentivando as mulheres a se filiarem a um partido político e a conquistarem um cargo eletivo no legislativo – antes de ir embora para outro compromisso, ainda deu para ouvir o Deputado Luiz Castro, o homem falou brilhantemente, não é a toa que ele é considerado o melhor Deputado da atual legislatura.
Atendendo a um apelo do Ademir Ramos, peguei o chapéu Panamá do Abel Alves e, pedi gentilmente a contribuição de todos, para o pagamento do aluguel do equipamento de som, ainda bem que a grande maioria foi solidária.
Assinei a uma lista para o fim de uma imoralidade chamada “Auxílio Paletó”, depois, recebi do Paulo Onofre, uma Carta de Principio, com os seguintes termos: “O Movimento Social enquanto frente de organização popular conquista a cada dia novos espaços, visando exercer a soberania numa perspectiva contra grupos e força privatista que buscam reduzir o Estado aos seus interesses cumulativos, em vez de promover a distribuição através de politicas publicas eficientes formuladas em programas e projetos de inclusão social indutores da plena cidadania. Neste contexto das lutas sociais está inserido o Projeto Jaraqui, que refundamos nesta data com propósito de promover as discussões para garantir os Direitos Coletivos de nossa população seja do interior ou da capital, dos rios ou das florestas, das pessoas e da biodiversidade que nos cerca...”
Pronto, estou novamente engajado em movimentos sociais populares, de volta ao nosso Projeto Jaraqui -, pretendo nos próximos encontros, participar mais ativamente. A semente foi lançada. É isso ai.

Fonte:http://jmartinsrocha.blogspot.com.br/2012/04/volta-do-projeto-jaraqui.html 

domingo, 29 de abril de 2012

PROJETO JARAQUI RETORNA EM GRANDE ESTILO


O retorno do Projeto Jaraqui traz de volta os grandes debates em praça pública e dá vida e voz, principalmente, ao eleitor menos favorecido, que não tem representatividade no plenário do Legislativo.
O Projeto Jaraqui (PJ) reuniu neste sábado (28), no Coreto do Pina (Praça da Polícia) centenas de pessoas que foram participar da manifestação pública coordenada pelo professor universitário Ademir Ramos e o assessor político Paulo Onofre, que tem como objetivos discutir maior participação do eleitor na administração pública e cobrar a ética na política.
De acordo com Ademir Ramos, o PJ iniciou suas atividades na Praça da Polícia, no início dos anos 80, em defesa da Amazônia, com a participação de Evandro Carreira, Frederico Arruda, Renor de Carvalho, Paulo Onofre, Paulo Lucena, Felix Valois, Magela Andrade, Bernadete Andrade, Arthur Neto, Ruy Brito, Mário Frota, Lúcia Antony, Rogélio Casado, Amecy Souza, Margarida Campos, Conceição Derzi, Nestor Nascimento, Aldísio Filgueiras, Madu,Theodoro Botinely, Orlando Farias, José Maria Pinto, Paulo Monte, Elson Melo, dentre outros militantes.
Por ocasião do evento foram colhidas mais de 1.200 assinaturas em um abaixo assinado que pede o fim do 14º salário, mais conhecido como ‘Auxílio Paletó’, que é pago aos vereadores de Manaus, baseado em um projeto de lei de autoria do vereador Mário Frota (PSDB). 
Para Paulo Onofre, o retorno do Projeto Jaraqui traz de volta os grandes debates em praça pública e dá vida e voz, principalmente, ao eleitor menos favorecido, que não tem representatividade no plenário do Legislativo.
Dentre os palestrantes destacaram-se o professor Ademir Ramos, o vereador Mário Frota, o deputado estadual Luis Castro (PPS), Abel Alves, Elson Melo e outros militantes que falaram sobre corrupção na política, projeto ‘ficha limpa’, educação e cultura, saneamento básico, transporte coletivo, segurança, privatização de feiras, mercados e outros espaços do patrimônio público. 
“Nós, políticos, somos empregados do povo, a quem devemos satisfação. Mas isso não acontece com o Poder Executivo que só procura o eleitor em época de eleição. Hoje o prefeito é quem decide como gastar o dinheiro da cidade, centavo, por centavo, sem a participação dos vereadores, os legítimos representantes do povo, que são praticamente proibidos de fazer emendas ao orçamento porque ele, o Amazonino, tem maioria na Casa”, desabafa Mário Frota.
Por: Roberto Pacheco (MTb 426)
Fotos: César Valadares (Jornal O Progresso)