A
DIMENSÃO SIMBÓLICA DA ARTE ETERNIZA NA HISTÓRIA O NOSSO PROJETO JARAQUI. O
TRAÇO E A DIGITAL É DE SOUSA, COMPANHEIRO DE LUTA DESTA TRIBUNA QUE REALIZAMOS
TODOS OS SÁBADOS NA PRAÇA HELIODORO BALBI, NO CENTRO HISTÓRICO DE MANAUS.
NOSSOS AGRADECIMENTO AO ARTISTA SOUSA PELA LINGUAGEM E FORMA CAPAZ DE ABSTRAIR
O LOCUS NÃO SÓ COMO PAISAGEM, MAS SOBRETUDO, EM MOVIMENTO DANDO VIDA AO
CONTEXTO COMO SIGNIFICAÇÃO DE UM RECORTE URBANO DA NOSSA BELA CIDADE DE MANAUS.
Um espaço democrático para idéias e críticas. Onde a política é tratada de forma séria e inteligente.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2014
O FANTASMA DO DUDU CUSPINDO FOGO E A “OPOSIÇÃO DURA”
Candidato
derrotado nas urnas Eduardo Braga.
A semana foi marcada pela volta
do Dudu, que depois de ser derrotado nas urnas pelo povo do Amazonas, voltou
dando coice e cuspindo fogo contra o governo Melo e o Artur Neto.
Na entrevista com Ronaldo Tiradentes chegou
atrasado, o que já é de costume, pois, enquanto governador, uma de suas marcas
além do grito e mau humor, era o atraso nos compromissos oficiais, rasgando
agenda e dando “chá de cadeira” aos consulentes.
Na entrevista no PMDB ele preparou um cenário de
força, apresentando os deputados eleitos e, inclusive, pontificando com o
Lulismo fez questão de convocar o Praciano, que levou uma surra do Omar nas
urnas, falando grosso e dizendo que vai fazer “oposição dura”.
Saiba que a oposição é uma manifestação
estruturante de poder assentada na legitima expressão do voto consignada no
Diploma legal do mandato popular. Faz-se necessária e está presente em toda
estrutura parlamentar de Constituição Democrática.
Esta oposição além de ser legítima é legal, agora,
“se é dura ou mole, é invencionice do Dudu cospe fogo”, tentando cantar de galo
no terreiro dos eleitos. Oposição respeita-se e exige do Governo habilidade no
tratamento a começar pela eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do
Estado, bem como, a indicação da liderança do Governo, que deverá ter
credibilidade, confiança e trânsito no labirinto do poder.
Muito mais importante do que as bravatas do Dudu, é
a forma como o Governo Melo vai conduzir o reordenamento da máquina do Estado,
a começar pela votação do orçamento, separando bem o fato da expectativa
sucessória na Casa.
Contudo, a presidência da Casa é uma decisão do
governo Melo que deve ser bem articulada com as forças políticas em cena, para
não empacar as decisões de governo e muito menos, venha criar condições para
que o “fantasma do Dudu” ganhe corpo e se transforme num pesadelo. (Por: Ademir
Ramos).
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
CONSELHO FORMADO POR EVANGÉLICOS VÃO DEMOLIR A CAPELA DA SANTA CASA DEPOIS DE QUEBRAR IMAGENS SACRAS
Ontem,
vários santos e objetos litúrgicos pertencentes a mesma capela foram quebrados.
Que os órgãos ligados à cultura e preservação da memória tomem logo
providências porque a demolição ocorrerá na próxima semana.
Ninguém consegue descansar nesta terra mesmo.
Acabaram de ligar-me avisando que o Conselho Administrativo da Santa Casa
aprovou a demolição da Capela de Sant´Ana, histórica e centenária, ligada a
Santa Casa de Manaus.
Ontem, vários santos e objetos litúrgicos
pertencentes a mesma capela foram quebrados. Que os órgãos ligados à cultura e
preservação da memória tomem logo providências porque a demolição ocorrerá na
próxima semana.
Também me informaram que o referido Conselho
é composto de diversos protestantes o que justificaria a destruição de imagens.
Estou divulgando porque a situação é séria e para destruir em Manaus a
competência é incrível.
Governador José Melo, Prefeito Artur Neto e
vereadores tomem providências com rapidez, por gentileza! (Por: Paulo Onofre).
A PRÁTICA RASTEIRA DE GOVERNAR SOB O FANTASMA DO MEDO
O vício
deste modo de governar é confundir o poder legítimo da autoridade com a força
emanada do poder na forma autoritária. Valendo-se desta armadura os medíocres
pensam que podem tudo, inclusive roubar as estrelas...
As características do fato
resultam de um fenômeno da natureza como também de uma ação política capaz de
provocar alteração na ordem constituída criando um campo cinergético, alterando
as relações afetivas e estruturantes. Este estado cria as condições favoráveis
para violar as regras não só do Direito positivo, mas também, dos valores morais,
afetivos que pautam a construção de uma nova ordem ou não, sob a gestão de um
mandatário ou de um grupo de atores movidos por interesses às vezes
patrimoniais, reduzindo a política à força e o Estado à vida privada.
No campo da política este modo de gestão pode ser
uma prática rasteira de governar sob o fantasma do medo, da insegurança e do
centralismo autoritário. O personalismo pode vir a ser um grande entrave para o
desenvolvimento institucional, dificultando qualquer programa e projeto que
requeira trabalho em equipe em forma de regime de colaboração ou
responsabilidade compartilhada.
O vício deste modo de governar é confundir o poder
legítimo da autoridade com a força emanada do poder na forma autoritária.
Valendo-se desta armadura os medíocres pensam que podem tudo, inclusive roubar
as estrelas para que os críticos e a oposição não tenham o direito de
admirá-las e muito menos para que elas não venham alumiar novos caminhos a
serem conquistado pelo povo.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
ALENQUER: A TERRA DE XIMANGOS
A praça hoje
exibe uma aparência agradável onde as famílias alenquerenses sentem se a
vontade para apreciar as atrações culturais
CUBINHA era o apelido
que a cidade de Alenquer, a Terra de Ximangos, tinha no período da DITADURA
MILITAR. Cidade de gente como Benedito Monteiro, advogado, escritor,
compositor, jornalista, Deputado Federal do PTB de João Goulart. Bené, como era
conhecido, teve seu mandato cassado pelos MILICOS, fugido para as matas do Vale
do Rio Curuá, foi preso pela Ditadura e levado como um troféu para a capital,
Belém.
Bené tinha uma
capacidade de liderar como poucos, em Alenquer,
entre tantas ações, criou um clube de futebol que levou o nome de
INTERNACIONAL, com a cor Vermelha preponderantemente, e com seu hino fazendo
menções à IGUALDADE, JUSTIÇA SOCIAL, e outras palavras proibidas pela Ditadura,
além do ritmo lembrar muito o hino da INTERNACIONAL COMUNISTA. Por tudo isso e
muito, muito mais, a cidade de Alenquer no Oeste do Pará teve a honra de ser
chamada de A CUBINHA.
É esse fato
histórico, entre outros, que estão no estudo histórico que ontem reunimos para
celebrar. O Golpe Militar de 1964 é talvez um dos episódios da vida brasileira
mais estudado, com farta disposição dos saberes científicos em todas suas
dimensões. Para somar a esse conjunto de percepções e saberes, tendo uma realidade
específica, a Terra de Ximangos como cenário (Município de Alenquer no Oeste do
Pará), minha amiga, companheira de lutas de longas datas, a historiadora Áurea
Nina Monteiro veio à Manaus lançar seu livro OS SILÊNCIOS DA CUBINHA: O GOLPE
MILITAR DE 64, EM ALENQUER.
Essa é uma história
interessante não somente aos Ximangos, mas a todos aqueles e aquelas que se
interessam pelo tema, e que terão a leitura da realidade histórica especifica
de uma cidadezinha no interior profundo deste Brasil. Se sob os holofotes da
crítica, da mídia, da intelectualidade nacional os horrores eram cometidos,
imagine em lugares onde a comunidade internacional não tinha olhos.
A Centro Cultural
Casa do Parente neste sábado, dia 08/11/2014, foi o ponto de encontro da
Ximangada. Momentos de alegria, reencontro, um bom papo, e as histórias e
estórias da Terra de Ximanga Encantada.
Não faltou a boa
música Amazônia nas ‘palinhas’ de Nícolas Junior, Edilson Santana, Gonzaga
Blantez, Tony Lessa, e Rochinha. Para matar a saudade da terrinha, o Acarí foi
quem reinou nos pedidos da cozinha. O espaço foi de reencontro político Ximango
também, os bons papos com Arteiro, Áurea Nina e Frei Juracy, pré candidatos à
Prefeitura Ximanga.
Foi um dia memorável!
Por: Alex Ximango
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